quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Louva-deus, Deus????


Os Louva-deus são insetos que possuem tantas particularidades que são chamados de insetos alienígenas, não só pelas suas características morfológicas que lembram filmes de alien, mas também pela sua dieta carnívora incrivelmente desproporcional para um inseto. Inclusive já falamos daquele costume nem um pouco normal das fêmeas comerem a cabeça do macho após a cópula, leia AQUI.
Tantos rodeios para confirmar: os Louva-deus são ávidos caçadores de pássaros SIM, tendo preferência principalmente pelos beija-flores que são aves menores. São máquinas de matar perfeitas, armadilhas vivas, podendo inclusive caçar pequenas lagartixas e morcegos menores. O ataque conta com garras dianteiras espinhosas com formato de pinça e um reflexo tão rápido que é impossível acompanhar um “bote” a olho nú.
O ataque consiste esperar a distração da vítima por muito tempo, podendo chegar a horas. O Louva-Deus usa os espinhos das pernas anteriores para prender a ave pelo peito não muito maior que ele (quase sempre um beija-flor) e então devora a carne daquela região. Vejam nas fotos!
Louva-deus são insetos legais, mas fico aliviada que eles não podem passar de 15 centímetros ou então passariam a consumir seres humanos!


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Paulo, grande Paulo...


Um átomo qualquer

Docente da Faculdade São Luís é premiado em Salão de Artes Plásticas de Rio Claro!


O XXX Salão de Artes Plásticas de Rio Claro aconteceu em julho desse ano, e o Docente da Faculdade São Luís, Prof. Paulo Tosta, foi premiado com a medalha de Ouro Acadêmica, destacando-se entre os 119 artistas inscritos.  O artista também foi premiado, com a medalha de bronze, no LX Salão de Belas Artes de Piracicaba, com a belíssima obra: “Contemplação”. 
Na mesma solenidade, que aconteceu em 27 de julho, Jesser Valzacchi, ex-aluno da Instituição, graduado em Educação Artística, com Habilitação em Artes Plásticas, também teve o seu talento reconhecido, recebendo o Prêmio Aquisitivo Câmara Vereadores, pelo trabalho: “Cantigas da Memória”.
Lembramos que a exposição está aberta para visitação até dia 2 de setembro, na Pinacoteca Municipal ‘Miguel Dutra’, que fica na Rua Moraes de Barros, 233, Piracicaba-SP.
Parabenizamos os dois artistas e declaramos o nosso profundo orgulho em tê-los como parte da história dessa Instituição!


Restaurando o coração

Você sabia que as células-tronco, são células totipotentes, ou seja, podem originar qualquer célula do corpo humano? Pois bem, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Médicas Sanford-Burnham após anos de pesquisas conseguiram realizar um importantíssimo feito na área médica: Restaurar um coração danificado com o uso de células-tronco que se transformaram em células cardíacas.

Por anos, cientistas vêm procurando uma boa fonte de células cardíacas que podem ser usadas ​​para estudar a função cardíaca em laboratório, ou talvez até mesmo para substituir tecidos doentes ou danificados em pacientes com doença cardíaca. Para fazer isso, muitos estão olhando para as células-tronco. Pesquisadores do Sanford-Burnham, o Instituo de Pesquisa Biomolecular Humana, e Chem Regen, Inc. foram à procura de moléculas que convertem células-tronco em células cardíacas por cerca de oito anos - e agora eles encontraram.

Escrevendo na 3 edição de agosto da revista "Cell Stem Cell" , a equipe descreve como eles vasculharam uma grande coleção de drogas - como produtos químicos e a droga descoberta ITD-1, uma molécula que pode ser usada para gerar um número ilimitado de novas células cardíacas a partir de células-tronco.

"A doença cardíaca é a principal causa de morte neste país, porque não podemos substituir o músculo cardíaco, a condição irreversível leva a um declínio da função cardíaca e finalmente a morte A única maneira de efetivamente substituir as células musculares cardíacas perdidas é a formação de novas células com as mesmas funcionalidades. Chamados cardiomiócitos - podem praticamente fabricar o coração inteiro ", disse Mark Mercola, Ph.D., diretor de Desenvolvimento de Sanford-Burnham e do Programa de Regeneração Muscular, autor sênior do estudo. "Usando uma droga para criar novo músculo cardíaco à partir de células-tronco, muito mais viável do que o transplante cardíaco."

Procurando uma agulha num palheiro. As células-tronco são importantes, porque eles fazem duas coisas únicas:

1) se auto-renovar, produzindo mais células-tronco e
2) diferenciar, tornando-se outros tipos de células mais especializadas.

Para se obter um grande número de um tipo de célula determinada, tais como as células cardíacas, a parte mais difícil é descobrir os sinais que dirigem a tornarem-se o tipo de célula desejado.

O grupo Mercola tem buscado por 15 anos indutores de sinais para o coração - em embriões e em células-tronco. Para encontrar uma molécula sintética que pode um dia levar a uma terapia medicamentosa para regenerar o coração, eles juntaram forças com uma equipe de químicos medicinais no Instituto de Biologia Molecular Humana liderada por John Cashman, Ph.D. Com financiamento do Instituto da Califórnia de Medicina Regenerativa, eles usaram a tecnologia robótica sofisticada para testar metodicamente uma grande coleção de drogas como produtos químicos, procurando a agulha em um palheiro que, quando adicionada às células-tronco, resulta em cardiomiócitos. Como resultado da busca, foi o descoberto o composto ITD-1.

Aplicações terapêuticas
Não há escassez de possibilidades terapêuticas para ITD-1."Esta molécula particular poderia ser útil para aumentar a diferenciação de células-tronco em um coração danificado", explicou Erik Willems, Ph.D., pesquisador pós-doutorado no laboratório de Mercola e primeiro autor do estudo. "Em algum momento, poderia se tornar a base para um novo medicamento para a doença cardiovascular, que podem limitar a cicatriz espalhando na insuficiência cardíaca a formação de um novo músculo"

Mercola, Willems, e Cashman estão agora trabalhando com a empresa de biotecnologia ChemRegen, Inc. para continuar estudar o composto ITD-1, buscando transformá-lo em uma droga que um dia pode ser utilizada para tratar pacientes com lesões no coração.

Leia mais em: Células-tronco são transformadas em células cardíacas e regeneram coração
Fonte: Science Daily

Rede Neural Artificial (RNA)

O desafio da Rede Neural Artificial (RNA) é simular em processadores computacionais o funcionamento do cérebro humano. Atualmente é possível, com RNAs, reconhecer padrões, extrair regularidades e detectar relações subjacentes em um conjunto de dados aparentemente desconexos. Também, já se consegue analisar dados ruidosos, incompletos e imprecisos, além de prever sistemas não lineares, que podem ser usados em sistemas caóticos e no mercado bolsas de valores.

A rede neural se assemelha ao cérebro em dois aspectos:

A capacidade de adquirir conhecimento a partir de um processo de aprendizagem;
A capacidade de armazenar conhecimento adquirido através das conexões entre os neurônios, isto é, pesos sinápticos.
O sistema nervoso é formado por um conjunto de neurônios. Nos neurônios a comunicação é realizada através de impulsos, quando um impulso é recebido, o neurônio o processa, e passado um limite de ação, dispara um segundo impulso que produz uma substância neurotransmissora o qual flui do corpo celular para o axônio (que por sua vez pode ou não estar conectado a um dendrito de outra célula). O neurônio que transmite o pulso pode controlar a freqüência de pulsos aumentando ou diminuindo a polaridade na membrana pós sináptica. Eles tem um papel essencial na determinação do funcionamento, comportamento e do raciocínio do ser humano. Ao contrário das redes neurais artificiais, redes neurais naturais não transmitem sinais negativos, sua ativação é medida pela freqüência com que emite pulsos, freqüência esta de pulsos contínuos e positivos. As redes naturais não são uniformes como as redes artificiais, e apresentam uniformidade apenas em alguns pontos do organismo. Seus pulsos não são síncronos ou assíncronos, devido ao fato de não serem contínuos, o que a difere de redes artificiais.

Neurônio Natural
Por sua vez, a RNA é formada por vários neurônios artificiais interconectados, onde cada conexão possui um ou mais pesos sinápticos responsáveis em armazenar a informação. Outra característica importante é a função de ativação do neurônio, que possui como entrada o resultado da soma dos pesos sinápticos. Os pesos sinápticos são de grande importância para uma rede neural, pois determinam toda a manipulação de valores da rede. A Figura 2 apresenta um modelo de um neurônio artificial.

Modelo de um neurônio Artificial


Uma modelagem matemática para o funcionamento do neurônio artificial consiste em realizar duas operações matemáticas básicas: a função soma(somador); e função de transferência (função de ativação). A função soma processa os estímulos ponderados pelos respectivos pesos. A sua saída é a entrada da função de Ativação que, por sua vez, determina se a informação será levada a diante.

Cabe destacar que uma RNA é constituída por uma camada de entrada e de saída, e, geralmente, apresenta camadas intermediárias ou ocultas. A Figura 3 ilustra uma estrutura de uma modelagem de uma RNA.

 Estrutura de uma RNA 
Outro aspecto importante em uma RNA é a habilidade de aprender de seu ambiente e, com isso, melhorar seu desempenho. O processo de aprendizagem é feito por meio de ajustes aplicados aos pesos da rede. Esse processo é interno, ou seja, a rede neural artificial é capaz de se modificar em função da necessidade de aprender a informação que lhe foi apresentada. O aprendizado ocorre quando a rede neural artificial atinge uma solução generalizada para uma classe de problemas. Existem 3 tipos de aprendizagem:


Aprendizagem supervisionada. É quando um agente externo informa à rede qual a resposta correta para um desejado padrão de entrada. Diante disto, os ajustes de pesos acontecem buscando atingir a saída desejada.
Aprendizagem não-supervisionada. É quando não existe um agente externo indicando a resposta desejada. Neste caso, a própria Rede Neural utiliza os neurônios como classificadores, e os dados de entrada para classificação. Assim, esse tipo de rede organiza e classifica os dados de acordo com algum critério.
Aprendizagem híbrida, que mescla os conceitos da duas anteriores. Parte dos pesos é determinada por meio da aprendizagem supervisionada, enquanto outros são obtidos por meio da aprendizagem não-supervisionada.

Leia mais em: O que é uma Rede Neural Artificial? de Rodrigo Regis

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Premio de fotografia da Wellcome Awards

Todos os anos a Wellcome Awards premia as imagens mais incríveis e importantes para a ciência. Os juízes decidem entre diversas fotos e escolhem as mais belas e informativas para formar o ranking anual.

Imagem microscópica de uma folha de lavanda. Crédito: Annie Cavanagh e David McCarthy
Ovas de sapo. Crédito: VINCENT PASQUE
Divisão celular. Créditos: Kuan-Chung Su e Mark Petronczki
Plântulas de Arabidopsis thaliana. Crédito: Fernan Federici e Jim Haseloff
Cristais de cafeína. Créditos: Annie Cavanagh e David McCarthy
Sistema vascular embrionário de uma galinha. Créditos: Vincent Pasque
Células cancerosas em movimento. Créditos: Salil Desai, Sangeeta Bhatia, Mehmet Toner e Daniel Irimia
Mosquitinho de banheiro. Créditos: KEVIN MACKENZIE
Fitoplânctons. Créditos: Anne Weston
Biofilme bacteriano. Fernan Federici, Tim Rudge, PJ Steiner e Jim Haseloff
Cristais de loperamida. Créditos: Annie Cavanagh e David McCarthy
Microagulhas. Créditos: Peter DeMuth
Micrasterias. Créditos: Spike Walker
Tecido conjuntivo. Créditos: Anne Weston
Operação do septo ventricular. Crédito: HENRY DE’ATH
E a vencedora, córtex de um paciente epiléptico. Créditos: ROBERT LUDLOW



Leia mais em: As mais incríveis imagens científicas de 2012



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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Descoberta abre novas possibilidades sobre a evolução humana após a cisão dos primatas

O leste da África foi habitado por três espécies de hominídeos no começo da evolução humana, o Homo erectus, o Homo habilis e também uma terceira espécie que foi recém-descoberta a partir de três fósseis encontrados em uma jazida do Quênia, informou a revista "Nature".

Coordenada por uma equipe de cientistas do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva da Alemanha, essa descoberta abre novas possibilidades sobre a evolução humana após a cisão dos primatas.

Os fósseis, um crânio quase completo e duas mandíbulas inferiores, pertenceram a três indivíduos diferentes que viveram há aproximadamente 1,95 milhões de anos, durante período Paleolítico Inferior, e encontra-se em bom estado de conservação, explicou à Agência Efe Fred Spoor, paleontólogo e co-autor do artigo ao lado da também paleontóloga Meave Leakey, do Turkana Basin Institute de Nairóbi (Quênia).

Precisamente, trata-se do rosto e alguns dentes de um menino com idade próxima aos oito anos; uma mandíbula inferior quase completa, com vários dentes e raízes, que pertenceu a um indivíduo adulto, e um fragmento de outra mandíbula inferior, que ainda conta com alguns dentes incisivos pequenos.

Segundo Spoor, uma dessas duas mandíbulas é "a mais completa já achada, em relação a um hominídeo primitivo".

Os ossos apareceram durante uma escavação na jazida de Koobi Fora, uma região rochosa do norte do Quênia e próxima ao lago Turkana, um habitat ideal para os primeiros hominídeos, já que conta com temperaturas cálidas e muita vegetação.

Em 1972, os pesquisadores encontraram um crânio no Quênia cujas características - um rosto maior que os demais fósseis da região - não permitiam enquadrá-lo em nenhuma das espécies identificadas até o momento, e essa comparação era ainda mais difícil porque o fóssil carecia de mandíbula e dentes.

Desta forma, este crânio se transformou em um enigma para os paleontólogos e abriu um debate sobre se, no começo da evolução humana, houve uma ou duas espécies de Homo além do já conhecido Homo erectus, que originaram o de Neandertal e Homo sapiens.

Agora, com a descoberta dos novos fósseis do Quênia, muito similares ao encontrado em 1972, confirma que efetivamente existiram três espécies contemporâneas: o Homo erectus, o Homo Habilis e uma terceira, que ainda não recebeu nome. Isso porque, os cientistas aguardam um estudo mais detalhado para assegurar sua semelhança com o Homo Habilis.

"Quando encontramos os fósseis do rosto, sua semelhança com o fóssil de 1972 era imediatamente óbvia", relatou Spoor.

A morfologia dos ossos indica que estes indivíduos teriam uma face alongada, mais plana e com um céu da boca em forma de U, que se difere do resto dos hominídeos de sua época, em forma de V.

Segundo Spoor, as três espécies conviveram no mesmo tempo e espaço, mas o mais provável é que as mesmas se evitassem entre elas.

"É possível que se conhecessem, mas entre as espécies de mamíferos próximas aos hominídeos o mais habitual é que as mesmas evitem o contato entre elas, como ocorre com os gorilas e os chimpanzés do Congo", afirmou Spoor.

"O leste da África era um lugar bastante povoado, com distintas espécies que, provavelmente, seguiam dietas diferentes e que ainda não conhecemos", completou o arqueólogo, que ressalta que essa característica poderia ser a chave de sua convivência em um mesmo habitat, já que não precisariam disputar os mesmos alimentos.

Embora tanto o Homo habilis como esta nova espécie terminaram extintos, ao contrário do Homo erectus, "parece evidente que a evolução humana não seguiu uma linha unidirecional".
 Leia mais em: Cientistas descobrem fósseis de nova espécie de hominídeo no leste da África.

O futuro da medicina?

Daniel Kraft é um médico-cientista, inventor e inovador. Ele preside o programa FutureMed na Singularity University, que explora o impacto e o potencial de rápido desenvolvimento de tecnologias aplicada à saúde e medicina.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pedra que pega fogo em contato com a água

"The Power Of A Coin"

Sempre adorei as Maquinas de Rube Goldberg (para quem não conhece, são maquinas complexas, com vários passos, mas que executam uma tarefa simples – como as armadinhas de desenhos animados), mas essa é a primeira que vejo com uma nobre e bela função.
Meus parabéns aos idealizadores.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

MASP

 Veja a programação completa clicando na imagem.

Engenheiros da Nasa, treinando com a Curiosity no Deserto de Mojave


Importância da água limpa

No ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde divulgou que a diarreia era a causa de mais mortes do que a Aids e o Sarampo juntos. A reportagem “Diarreia é segunda maior causa de morte de crianças no mundo” publicada pela Noticias.cancaonova.com. Leia um trecho a seguir:
“Apesar dos progressos registados pela OMS nas últimas duas décadas, a diarreia ainda é a segunda causa de morte mais comum entre as crianças com menos de cinco anos, ficando atrás apenas da pneumonia. Em conjunto, as duas doenças são responsáveis por 40% das mortes infantis em todo o mundo.”
A empresa suiça Vestergaard Frandsen afirma que aproximadamente 1 a cada cinco mortes de crianças, entre os 1,5 milhão de mortes anuais, se dá por conta de doeças como a diarreia, desenvolvidas a partir do contato ou ingestão de água poluída.
Foi pensando nesse fator, dentre outros, que a empresa criou um canudo capaz de filtrar vários organismos patológicos. Trata-se do LifeStraw. Leia a seguir algumas de suas características:
  • O filtro do canudo mata quase 100% das bastérias;
  • Extermina quase 99% dos vírus;
  • É capaz de filtrar iodo de prata;
  • O filtro não é capaz de filtrar metais pesados;
  • Não consegue remover parasitas como a giárdia.
  • O produto tem algumas semelhanças com o LifeSack, que utiliza o calor do sol para matar organismos patogênicos, além de um filtro acoplado.
A importância de manter a água dos mananciais limpa:
A humanidade tem descartado seu esgoto nos mananciais ao longo da história. Contudo, a industrialização trouxe a oportunidade de filtrar essa água em grandes proporções por intermédio das Estações de Tratamento de Água e Estações de Tratamento de Esgoto.
Contudo, o esgoto precisa ser conduzido até as ETEs por tubulações ou por empresas desentupidoras que coletam o esgoto de fossas. Dessa maneira, as fossas são acessórios essenciais para a parte da população que não tem acesso ao esgotamento encanado.
Sendo assim, a água própria para o consumo humano é um recurso extremamente raro e deve ser mantido em boas condições e longe das contaminações. E as tecnologias como o LifeSack e o LifeStraw são imprescindíveis em lugares onde o acesso à água é extremamente difícil.


Leia mais em: Canudo filtra água suja para reduzir incidência de doenças

Postura no computador.

É muito comum chegar em casa exausto depois de um dia inteiro trabalhando, sentindo-se mal e querendo ir direto para a cama ou então sentir dores nas costas e em outras partes do corpo por uma postura inadequada.
Para começar, devemos deixar a nossa mesa muito bem organizada, com papéis, objetos e documentos no seu devido lugar, pois além de poupar uma série de movimentos desnecessários.
Em frente ao computador devemos manter uma boa postura, sem curvar a coluna, e se possível com um suporte para os pés, que são de grande ajuda para acabar com a dor nas pernas e nos pés. O monitor deve ficar a mais ou menos 50cm de distância dos olhos, posicionando também o mouse e o teclado em posições confortáveis que facilitem uma postura correta, e diminuam o deslocamento.
Para diminuir o cansaço nos olhos, podemos aumentar o tamanho da letra, obter uma iluminação adequada, e solicitar o receituário de um colírio umidificante (como lágrimas artificiais que não possuem efeitos colaterais) ao oftalmologista. É recomendado a realização de pausas de hora em hora, para rápidos alongamentos, hidratação e simples idas ao banheiro, para manter uma movimentação e diminuir a fadiga.
Em uma rotina de trabalho que requer esforço físico, devemos:
  • Evitar de qualquer maneira a inclinação da coluna, caso necessite abaixar, flexione os joelhos e não as costas.
  • Evitar carregar objetos de peso excessivo, não é vergonha nenhuma solicitar ou propôr ajuda para carregar grandes medidas de peso. Além disso evitamos acidentes e quedas das cargas sobre nossos membros.
  • Ao carregar a carga devemos distribuir o peso sobre os dois braços e manter o corpo reto, ainda que demore um pouco mais para realizar a tarefa.
  • Obter algumas pequenas pausas para descanso e reposição do fôlego podem ajudar bastante, é recomendada a ingestão de líquidos e isotônicos para reposição dos sais minerais.
  • Além de todas as dicas anteriores, devemos deixar os problemas do serviço no próprio serviço, sem se preocupar com os mesmos após o expediente.
Uma boa alimentação e exercícios físicos, ainda que sejam leves, contribuem para uma melhor qualidade de vida.

Leia mais em: Postura no trabalho. Torne seu dia menos cansativo!

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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Imagem do dia

Pele de tubarão 

Japão relembra os ataques das bombas nucleares.

Bomba nuclear lançada em Hiroshima
Há 67 anos a cidade japonesa de Hiroshima era bombardeada pela mais devastadora arma já construída pelo homem.

Na época a cidade foi arrasada e o número de pessoas mortas ficou em torno de 140 mil. Sempre nessa mesma data 06 de agosto que entrou para a história como uma das maiores tragédias já vista pela a Humanidade o Japão relembra a tragédia para que ela não caia no esquecimento.

Em um breve discurso feito pelo prefeito de Hiroshima, Kazumi Ma Tsui para representantes de pelo menos 71 países incluindo os Estados Unidos, ficou reforçado o pedido pelo desarmamento nuclear em todo o mundo.

O prefeito ainda pediu em seu discurso para que o Japão lidere o movimento pelo desarmamento nuclear e solicitou ao Primeiro ministro japonês, Yoshihiko Noda que também estava assistindo ao discurso para que ajude mais os “Hibakusha”, termo pelo qual são conhecidos os sobreviventes e vitimas das bombas nucleares.

Na ocasião também se encontrava Clifton Truman Daniel, neto do presidente norte americano, Harry Truman que ordenou o ataque nuclear.

Foi a primeira vez que um membro da família de Truman compareceu a uma cerimônia de comemoração ao aniversário da tragédia, desde o término da segunda guerra.

Em suas declarações Truman Daniel disse que é muito importante para sua família entender as consequências totais das decisões que seu avô tomou na época do bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki.

A cidade de Hiroshima foi bombardeada no dia 06 de agosto de 1945 e Nagasaki logo em seguida no dia 09 de agosto do mesmo ano (vale lembrar que o Japão já havia se rendido antes do segundo bombardeio).
Leia mais em: Japão relembra os ataques das bombas nucleares.

Raias gigantes da laje de Santos

Todos os anos, no inverno do Hemisfério Sul, raias-mantas-gigantes desfilam pelo Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, no litoral sul de São Paulo. Enormes, belas, inofensivas e silenciosas. Elas surgem do nada e desaparecem no nada, sem aviso, batendo suas “asas” cartilaginosas (na verdade, nadadeiras peitorais superdesenvolvidas) graciosamente pelas águas vezes azuis, vezes verdes, da unidade. Poucos são os mergulhadores que têm a sorte de ver uma passando. Ninguém sabe de onde elas vêm ou para onde vão. Nem o que vêm fazer aqui. Mas isso está começando a mudar.
Pesquisadores do Instituto Laje Viva (ILV), organização não governamental que trabalha em parceria com a Fundação Florestal na conservação do parque, estão “equipando” mantas com transmissores de dados via satélite, que, se tudo fluir bem, poderão dar pistas importantes sobre o comportamento e as rotas migratórias desses animais.
Os aparelhos, com o formato de um pequeno microfone, são presos às costas das mantas por mergulhadores, com o auxílio de uma lança (sem machucar o animal). Assim como os peixes rêmoras que viajam agarrados ao seu corpo, o transmissor – ou “tag”, como é chamado em inglês – vai com a manta onde quer que ela for, registrando minuto a minuto a temperatura e a profundidade da água por onde ela passa.
Após um período pré-programado, que pode chegar a 180 dias (dependendo da bateria), o transmissor se solta automaticamente, flutua até a superfície e transmite os dados via satélite para os pesquisadores. Duas mantas foram marcadas em 2010 e mais três, agora, em 2012.
O Estado mergulhou com os pesquisadores e acompanhou a colocação do quinto transmissor (Tag 5), no dia 14 de julho. Era um dia ensolarado e de mar calmo, sem vento. Fizemos um primeiro mergulho de quase 40 minutos, mas nada de mantas. “É sorte mesmo, não tem como prever. Você está na água e, de repente, elas aparecem”, relata Guilherme Kodja, diretor do projeto Mantas do Brasil, patrocinado pela Petrobrás e executado pelo ILV. …
Leia mais em: NO RASTRO DAS RAIAS GIGANTES DA LAJE DE SANTOS Por Herton Escobar / O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Efeito Bernoulli e chamas na horizontal

Pelo princípio de Bernoulli, a pressão que um fluido em movimento exerce na direção perpendicular à direção do fluxo é menor que a pressão exercida pelo fluido em repouso. Além disso, a pressão exercida na direção perpendicular à direção do fluxo torna-se cada vez menor com o aumento da velocidade do fluxo.
Ao soprarmos o ar no espaço entre as chamas, criamos uma corrente de ar com certa velocidade. Com isso, a pressão que esse ar em movimento exerce na lateral de cada chama torna-se menor do que a pressão exercida pelo ar em repouso, situado do outro lado de cada chama. Com a criação dessa diferença de pressão, as chamas acabam por ser empurradas uma contra a outra e é por isso que vemos as chamas “se deitando”.
Veja mais em  em: Efeito Bernoulli e chamas na horizontal

Guerra e insetos

No século 5 antes de Cristoum médico grego, Ctésias, ficou intrigado ao conhecer um novo, raro e caríssimo veneno. Quando começou a analisar o produto, nem sequer sabia se era proveniente do reino mineral, vegetal ou animal. O veneno havia entrado na Grécia como um presente, oferecido por um rei indiano. Acreditava-se que a misteriosa poção era produzida por um minúsculo pássaro, de cor alaranjada. E, para aguçar ainda mais as curiosidades, essa ave jamais havia sido vista ou capturada. Havia apenas a certeza de que uma pequena gota do produto poderia, em instantes, matar um homem.

Foi só no século 20 que entomologistas descobriram a procedência da poderosa toxina. Quem produzia o veneno era um besouro, menor do que uma uva e com muitas espécies originárias das florestas úmidas da Índia. O animal recebeu o nome científico de Paederus. Seu veneno foi classificado como mais poderoso do que o produzido pela viúva-negra, 15 vezes mais tóxico que o veneno das serpentes. Mais assustador, para nós humanos, é o fato de que algumas espécies desse inseto, ao contrário de aranhas e cobras, são capazes de voar.

Em estatística feita por Nigel E. Stork, entomologista do British Museum, de 1,82 milhão de espécies de animais e plantas oficialmente nomeadas, 57% são insetos. Há certas grandezas nesse fascinante mundo de minúsculas criaturas, como há, por outro lado, determinadas aproximações entre o ser humano e essa multidão de insetos, que são, ainda hoje, praticamente desconhecidas da maior parte das pessoas.

A história das relações entre o homem e insetos é milenar, rica em detalhes e aterrorizante em muitas de suas ramificações. Do uso desses animais como fonte de alimentação e entretenimento aos milhões investidos anualmente no controle de pragas agrícolas, o homem tem se interessado, por séculos, pelos insetos. Algumas dessas relações são estarrecedoras.

Coreia, 1952. No amanhecer do dia 27 de março um estranho objeto vermelho é lançado de um avião sobre a região de Liaoyang. Um morador que presencia a cena, assustado, sai de sua casa para verificar de que se trata. Nada encontrando nas proximidades da queda, mesmo inquieto desiste da busca e retorna à sua residência. Ao entrar, olha novamente para fora e fica perplexo com o que vê: do lado externo de uma das janelas centenas de insetos movimentam-se em alvoroço. Essa narrativa é absolutamente real, apesar de lembrar os melhores filmes de Alfred Hitchcock. Faz parte de um relatório feito por uma comissão científica internacional organizada com a finalidade de investigar fatos relativos à guerra biológica, durante a Guerra da Coreia (1950-1953).
Leia a continuação desta matéria na Scientific American Brasil:   Minúsculos e Poderosos - A transformação de insetos em armas de guerra por Nelson Aprobato Filho

Cemitérios e Fonte de Contaminação Ambiental

Infraestrutura superada dessas unidades pode afetar recursos hídricos e disseminar microrganismos ameaçadores para a saúde

Cemitério João Batista, em Fortaleza, Ceará, construído em 1866: exemplo de unidade sem infraestrutura necessária para impedir contaminação de água subterrânea.
Em razão do crescimento da população e contaminação das águas superficiais, o que compromete os padrões de potabilidade a custos razoáveis, o abastecimento de regiões quase sempre de maior densidade demográfica é um desafio crescente e de alto investimento, limitando a exploração de fontes hídricas subterrâneas.

O aumento populacional também exige áreas cada vez maiores para sepultamento de corpos humanos. Assim, áreas destinadas à implantação de cemitérios geralmente são escolhidas entre as de baixa valorização econômica, quase sempre em regiões de reduzido desenvolvimento socioeconômico. Essas áreas muitas vezes têm características geológicas e hidrogeológicas não avaliadas devidamente, o que pode levar a problemas sanitários e ambientais de enorme complexidade. Cemitérios são áreas que geram alterações no meio físico e por isso devem ser considerados fontes sérias de impacto ambiental.

No Brasil, a maioria dos cemitérios é muito antiga e, exatamente por isso, descompassados em termos de estudos técnicos e ambientais. Considerando essa situação, o Conselho Nacional do Meio Ambiente publicou, em 3 de abril de 2003, a Resolução nº 335 estabelecendo que todos os cemitérios horizontais e verticais deverão ser submetidos ao processo de licenciamento ambiental. Mas que impactos podem ser produzidos por cemitérios?

 Veja mais sobre este assunto na matéria da Scientific American Brasil: Cemitérios como Fonte de Contaminação Ambiental por Pedro Kemerich, Fernando Ernesto Ucker e Willian F. de Borba

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Merenda brasileira como exemplo

 © MIGUEL BOYAYAN
Política para uma dieta saudável

Merenda brasileira com menos alimentos ultraprocessados pode ser exemplo para outros países, diz pesquisador

MARIA GUIMARÃES | Edição Online 15:17 13 de julho de 2012. Revista Pesquisa Fapesp


Produtos intactos são mais saudáveis do que os industrializados feitos a partir deles
Se a sua ideia de lanche saudável é uma barra de cereais, melhor repensar. Apesar de se apresentar como natural, é mais um exemplo de alimento ultraprocessado, alerta o médico Carlos Augusto Monteiro, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). “A substituição de alimentos integrais – grãos, hortaliças, tubérculos, carne e leite – por alimentos manufaturados como snacks doces e salgados, hambúrgueres, nuggets e refrigerantes, é um dos maiores responsáveis pela epidemia mundial de obesidade.” A boa notícia é que o Brasil não só ainda tem solução como pode ser um exemplo para outros países, conforme o pesquisador indica em ensaio publicado este mês na Plos Medicine em parceria com Geoffrey Cannon, da Associação Mundial de Nutrição e Saúde Pública.

Segundo Monteiro, nos países industrializados os alimentos ultraprocessados já correspondem a dois terços das calorias ingeridas. No Brasil, essa fatia se aproxima de um terço e, em 2009, 14% da população era classificada como obesa – um valor ainda modesto se comparado aos 24% e 34% do Reino Unido e dos Estados Unidos, respectivamente. “Esses alimentos novos não têm nenhuma semelhança nutricional com a dieta que acompanhou a nossa espécie ao longo de sua evolução”, explica o médico. Essas comidas (inclusive as barras de cereais industrializadas) contêm teores altos de gordura e açúcares e quantidades mínimas de água, fibras e nutrientes essenciais, e por isso engordam sem saciar, segundo Monteiro detalha na classificação de alimentos com base na industrialização que propôs em 2011 na Public Health Nutrition.

O que, em sua visão, torna o Brasil um exemplo são políticas públicas destinadas a diminuir o consumo desse tipo de alimentos por meio da regulamentação das merendas escolares. A primeira medida importante veio nos anos 1990, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, quando ficou definido que 70% da alimentação distribuída nas escolas deveria ser fresca ou ter processamento mínimo. Mais recentemente, já no governo Lula, foi acrescentada a exigência de que 30% desses alimentos tivessem origem na agricultura familiar. “São medidas importantes porque atingem crianças que estão formando seus hábitos alimentares”, ressalta Monteiro.

A realidade ainda não atingiu o ideal, mas de acordo com o pesquisador os municípios, que gerem o processo, estão avançando na implementação e sendo avaliados pelo governo. “Fazer a mudança política é um passo importante”, afirma ele, que coordena uma linha de pesquisa sobre nutrição e os efeitos da transição alimentar.

Nos países industrializados, ele conta que a batalha já parece perdida e os governos buscam atuar na redução de danos, criando legislação para melhorar as propriedades nutricionais dos produtos ultraprocessados. Mas o nosso exemplo pode ser uma boa influência para países semelhantes ao Brasil, em que a alimentação ainda não esteja tão distante de sua forma tradicional. O ensaio na PLoS Medicine faz parte de uma série organizada pela revista para discutir a influência da indústria alimentar na saúde.

Parceria entre a Unidade Olhos da Alma e Atlas Chevrolet : Abrace essa causa!

Nós, da Olhos da Alma - Unidade de Atendimento às pessoas com deficiência visual, e o Grupo Atlas Chevrolet, fechamos uma parceria inédita! Agora quem quer realizar o sonho de ter um carro novo também pode ajudar a Olhos da Alma a iniciar a construção da nossa sede e a continuar realizando esse dedicado trabalho, que é essencial em Jaboticabal!
Neste mês de agosto, cada cota de consórcio vendida terá uma porcentagem revertida para a Olhos da Alma! E mais: Se forem atingidas 100 cotas, ganharemos um carro!
Assim, pedimos que visitem uma Concessionária do Grupo Atlas Chevrolet para conferir os planos oferecidos e escolher um que se encaixe no seu orçamento! O consórcio é nacional, portanto, se você não é de Jaboticabal, solicite a visita de um vendedor de nosso município em sua cidade, para assim auxiliar a nossa causa! 
Contamos com vocês! Façam já o seu consórcio e ajude a Olhos da Alma!

Para mais informações, entre em contato pelos telefones:
(16) 9708 08 23 ou
(16) 3202 5349.

Gislene Maria de Castro Martins Duarte
Diretora Presidente da Associação Cristiane da Costa
Mantenedora da Unidade Olhos da Alma

Insetos x Pragas

Veja esse vídeo postado pela Revista Pesquisa Fapesp  e entenda um pouco mais sobre como os pesquisadores usam insetos para controlar pragas.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Encontrado dinossauro brasileiro ancestral das aves

Reconstituição mostra como o dinossauro poderia ter sido.
Animal tinha penas e cerca de um metro e meio de comprimento

ISIS NÓBILE DINIZ | Edição Online 14:27 23 de julho de 2012

Uma equipe internacional de pesquisadores descreveu a primeira evidência fóssil no Brasil de um dinossauro do grupo Unenlagiidae, que pode ter sido ancestral das aves atuais. Trata-se de um exemplar de terópode, dinossauro carnívoro que andava sobre duas patas, parente do Tiranossauro rex. Uma vértebra dorsal com cerca de quatro centímetros de altura foi encontrada na região de Marília, interior de São Paulo. A descoberta foi publicada na edição de junho da revista Cretaceous Research. Segundo o artigo, o estudo desse tipo de terópode é importante para as pesquisas sobre a evolução dos dinossauros e das aves.

A vértebra indica que o dinossauro, que viveu naquela região entre 93,5 milhões de anos e 83,5 milhões de anos atrás, tinha características típicas das aves, como tamanho modesto (cerca de 1,5 metro de comprimento) e, possivelmente, penas e estruturas parecidas com asas. Estas características estão presentes em quase todos os Unenlagiidae encontrados na Argentina e em Madagascar, na África, e em outros dinossauros do Canadá, dos Estados Unidos e da Mongólia como, por exemplo, o velociraptor.

Fósseis que parecem ser da mesma espécie do terópode brasileiro já tinham sido encontrados na Argentina. Também há evidências de que ele tenha vivido onde hoje está Madagascar. “Antes dele, a maioria dos fósseis de dinossauros descobertos no Brasil era, principalmente, de animais com grande porte”, conta o paleontólogo Carlos Roberto A. Candeiro, da Universidade Federal de Uberlândia, um dos autores do estudo.

Encontrar dinossauros menores indica que havia outra cadeia ecológica naquela época. “Possivelmente, dinossauros pequenos caçavam animais menores que ainda não foram descobertos por nós”, explica Candeiro. A esperança dos pesquisadores é, em breve, encontrar mais fósseis na unidade geológica chamada Grupo Bauru, onde a vértebra foi escavada, e montar a cadeia alimentar da qual faziam parte. O achado também sugere que esses sedimentos brasileiros podem ser importantes para a compreensão da evolução de aves.

Reprodução sem machos

Reprodução sem machos | 16.07.2012

Partenogênese em lagartos e outros animais -  Calango da restinga: só fêmeas
© MIGUEL RODRIGUES

Veiculado em 13 de julho de 2012

Nesta edição de Pesquisa Brasil o biólogo Rodrigo Marques Lima dos Santos, da Universidade de São Paulo (USP), explica a partenogênese, um tipo de reprodução assexuada que acontece em algumas espécies de animais, como lagartos. Ele integra um grupo formado por pesquisadores da USP, UNIFESP e do Laboratório Nacional de Biociências, que estudam diferentes aspectos da partenogênese. Para acompanhar a entrevista, o pesquisador fez uma seleção musical que inclui o “Rock das Aranhas”, de Raul Seixas, “Quando o Sol bater na janela de seu quarto”, com Legião Urbana, e “Aquarela” de Toquinho. Saiba mais na reportagem A flexibilidade sexual das fêmeas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Solução para a falta de árvores

Bocydium globulare -alienígena?

O Bocydium globulare é um inseto muito estranho, aparentado com as cigarras e com os gafanhotos, que vive aqui no Brasil. Provavelmente, é um dos bichinhos mais bizarros que você vai encontrar por aí.
Você deve estar se perguntando “o que são todos esses ‘enfeites’ pendurados nele”? A hipótese do biólogo que o descobriu é que é uma defesa contra predadores. Um negócio desse tamanho torna mais difícil para que um pássaro o capture ou o engula.
Assim como outros insetos da mesma família, eles se alimentam de pólen.
O mais estranho é que suas formas variam muito, apesar de eles serem comprovadamente da mesma espécie. Confira mais imagens:


Leia mais em: O inseto mais bizarro do mundo é brasileiro