Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Docente da Faculdade São Luís é premiado em Salão de Artes Plásticas de Rio Claro!
O XXX Salão de Artes Plásticas de Rio Claro aconteceu em julho desse ano, e o Docente da Faculdade São Luís, Prof. Paulo Tosta, foi premiado com a medalha de Ouro Acadêmica, destacando-se entre os 119 artistas inscritos. O artista também foi premiado, com a medalha de bronze, no LX Salão de Belas Artes de Piracicaba, com a belíssima obra: “Contemplação”.
Na mesma solenidade, que aconteceu em 27 de julho, Jesser Valzacchi, ex-aluno da Instituição, graduado em Educação Artística, com Habilitação em Artes Plásticas, também teve o seu talento reconhecido, recebendo o Prêmio Aquisitivo Câmara Vereadores, pelo trabalho: “Cantigas da Memória”.
Lembramos que a exposição está aberta para visitação até dia 2 de setembro, na Pinacoteca Municipal ‘Miguel Dutra’, que fica na Rua Moraes de Barros, 233, Piracicaba-SP.
Parabenizamos os dois artistas e declaramos o nosso profundo orgulho em tê-los como parte da história dessa Instituição!
Restaurando o coração
Você sabia que as células-tronco, são células totipotentes, ou seja, podem originar qualquer célula do corpo humano? Pois bem, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Médicas Sanford-Burnham após anos de pesquisas conseguiram realizar um importantíssimo feito na área médica: Restaurar um coração danificado com o uso de células-tronco que se transformaram em células cardíacas.
Por anos, cientistas vêm procurando uma boa fonte de células cardíacas que podem ser usadas para estudar a função cardíaca em laboratório, ou talvez até mesmo para substituir tecidos doentes ou danificados em pacientes com doença cardíaca. Para fazer isso, muitos estão olhando para as células-tronco. Pesquisadores do Sanford-Burnham, o Instituo de Pesquisa Biomolecular Humana, e Chem Regen, Inc. foram à procura de moléculas que convertem células-tronco em células cardíacas por cerca de oito anos - e agora eles encontraram.
Escrevendo na 3 edição de agosto da revista "Cell Stem Cell" , a equipe descreve como eles vasculharam uma grande coleção de drogas - como produtos químicos e a droga descoberta ITD-1, uma molécula que pode ser usada para gerar um número ilimitado de novas células cardíacas a partir de células-tronco.
"A doença cardíaca é a principal causa de morte neste país, porque não podemos substituir o músculo cardíaco, a condição irreversível leva a um declínio da função cardíaca e finalmente a morte A única maneira de efetivamente substituir as células musculares cardíacas perdidas é a formação de novas células com as mesmas funcionalidades. Chamados cardiomiócitos - podem praticamente fabricar o coração inteiro ", disse Mark Mercola, Ph.D., diretor de Desenvolvimento de Sanford-Burnham e do Programa de Regeneração Muscular, autor sênior do estudo. "Usando uma droga para criar novo músculo cardíaco à partir de células-tronco, muito mais viável do que o transplante cardíaco."
Procurando uma agulha num palheiro. As células-tronco são importantes, porque eles fazem duas coisas únicas:
1) se auto-renovar, produzindo mais células-tronco e
2) diferenciar, tornando-se outros tipos de células mais especializadas.
Para se obter um grande número de um tipo de célula determinada, tais como as células cardíacas, a parte mais difícil é descobrir os sinais que dirigem a tornarem-se o tipo de célula desejado.
O grupo Mercola tem buscado por 15 anos indutores de sinais para o coração - em embriões e em células-tronco. Para encontrar uma molécula sintética que pode um dia levar a uma terapia medicamentosa para regenerar o coração, eles juntaram forças com uma equipe de químicos medicinais no Instituto de Biologia Molecular Humana liderada por John Cashman, Ph.D. Com financiamento do Instituto da Califórnia de Medicina Regenerativa, eles usaram a tecnologia robótica sofisticada para testar metodicamente uma grande coleção de drogas como produtos químicos, procurando a agulha em um palheiro que, quando adicionada às células-tronco, resulta em cardiomiócitos. Como resultado da busca, foi o descoberto o composto ITD-1.
Aplicações terapêuticas
Não há escassez de possibilidades terapêuticas para ITD-1."Esta molécula particular poderia ser útil para aumentar a diferenciação de células-tronco em um coração danificado", explicou Erik Willems, Ph.D., pesquisador pós-doutorado no laboratório de Mercola e primeiro autor do estudo. "Em algum momento, poderia se tornar a base para um novo medicamento para a doença cardiovascular, que podem limitar a cicatriz espalhando na insuficiência cardíaca a formação de um novo músculo"
Mercola, Willems, e Cashman estão agora trabalhando com a empresa de biotecnologia ChemRegen, Inc. para continuar estudar o composto ITD-1, buscando transformá-lo em uma droga que um dia pode ser utilizada para tratar pacientes com lesões no coração.
Leia mais em: Células-tronco são transformadas em células cardíacas e regeneram coração
Fonte: Science Daily
Por anos, cientistas vêm procurando uma boa fonte de células cardíacas que podem ser usadas para estudar a função cardíaca em laboratório, ou talvez até mesmo para substituir tecidos doentes ou danificados em pacientes com doença cardíaca. Para fazer isso, muitos estão olhando para as células-tronco. Pesquisadores do Sanford-Burnham, o Instituo de Pesquisa Biomolecular Humana, e Chem Regen, Inc. foram à procura de moléculas que convertem células-tronco em células cardíacas por cerca de oito anos - e agora eles encontraram.
Escrevendo na 3 edição de agosto da revista "Cell Stem Cell" , a equipe descreve como eles vasculharam uma grande coleção de drogas - como produtos químicos e a droga descoberta ITD-1, uma molécula que pode ser usada para gerar um número ilimitado de novas células cardíacas a partir de células-tronco.
"A doença cardíaca é a principal causa de morte neste país, porque não podemos substituir o músculo cardíaco, a condição irreversível leva a um declínio da função cardíaca e finalmente a morte A única maneira de efetivamente substituir as células musculares cardíacas perdidas é a formação de novas células com as mesmas funcionalidades. Chamados cardiomiócitos - podem praticamente fabricar o coração inteiro ", disse Mark Mercola, Ph.D., diretor de Desenvolvimento de Sanford-Burnham e do Programa de Regeneração Muscular, autor sênior do estudo. "Usando uma droga para criar novo músculo cardíaco à partir de células-tronco, muito mais viável do que o transplante cardíaco."
Procurando uma agulha num palheiro. As células-tronco são importantes, porque eles fazem duas coisas únicas:
1) se auto-renovar, produzindo mais células-tronco e
2) diferenciar, tornando-se outros tipos de células mais especializadas.
Para se obter um grande número de um tipo de célula determinada, tais como as células cardíacas, a parte mais difícil é descobrir os sinais que dirigem a tornarem-se o tipo de célula desejado.
O grupo Mercola tem buscado por 15 anos indutores de sinais para o coração - em embriões e em células-tronco. Para encontrar uma molécula sintética que pode um dia levar a uma terapia medicamentosa para regenerar o coração, eles juntaram forças com uma equipe de químicos medicinais no Instituto de Biologia Molecular Humana liderada por John Cashman, Ph.D. Com financiamento do Instituto da Califórnia de Medicina Regenerativa, eles usaram a tecnologia robótica sofisticada para testar metodicamente uma grande coleção de drogas como produtos químicos, procurando a agulha em um palheiro que, quando adicionada às células-tronco, resulta em cardiomiócitos. Como resultado da busca, foi o descoberto o composto ITD-1.
Aplicações terapêuticas
Não há escassez de possibilidades terapêuticas para ITD-1."Esta molécula particular poderia ser útil para aumentar a diferenciação de células-tronco em um coração danificado", explicou Erik Willems, Ph.D., pesquisador pós-doutorado no laboratório de Mercola e primeiro autor do estudo. "Em algum momento, poderia se tornar a base para um novo medicamento para a doença cardiovascular, que podem limitar a cicatriz espalhando na insuficiência cardíaca a formação de um novo músculo"
Mercola, Willems, e Cashman estão agora trabalhando com a empresa de biotecnologia ChemRegen, Inc. para continuar estudar o composto ITD-1, buscando transformá-lo em uma droga que um dia pode ser utilizada para tratar pacientes com lesões no coração.
Leia mais em: Células-tronco são transformadas em células cardíacas e regeneram coração
Fonte: Science Daily
Rede Neural Artificial (RNA)
O desafio da Rede Neural Artificial (RNA) é simular em processadores computacionais o funcionamento do cérebro humano. Atualmente é possível, com RNAs, reconhecer padrões, extrair regularidades e detectar relações subjacentes em um conjunto de dados aparentemente desconexos. Também, já se consegue analisar dados ruidosos, incompletos e imprecisos, além de prever sistemas não lineares, que podem ser usados em sistemas caóticos e no mercado bolsas de valores.
A rede neural se assemelha ao cérebro em dois aspectos:
A capacidade de adquirir conhecimento a partir de um processo de aprendizagem;
A capacidade de armazenar conhecimento adquirido através das conexões entre os neurônios, isto é, pesos sinápticos.
O sistema nervoso é formado por um conjunto de neurônios. Nos neurônios a comunicação é realizada através de impulsos, quando um impulso é recebido, o neurônio o processa, e passado um limite de ação, dispara um segundo impulso que produz uma substância neurotransmissora o qual flui do corpo celular para o axônio (que por sua vez pode ou não estar conectado a um dendrito de outra célula). O neurônio que transmite o pulso pode controlar a freqüência de pulsos aumentando ou diminuindo a polaridade na membrana pós sináptica. Eles tem um papel essencial na determinação do funcionamento, comportamento e do raciocínio do ser humano. Ao contrário das redes neurais artificiais, redes neurais naturais não transmitem sinais negativos, sua ativação é medida pela freqüência com que emite pulsos, freqüência esta de pulsos contínuos e positivos. As redes naturais não são uniformes como as redes artificiais, e apresentam uniformidade apenas em alguns pontos do organismo. Seus pulsos não são síncronos ou assíncronos, devido ao fato de não serem contínuos, o que a difere de redes artificiais.
Por sua vez, a RNA é formada por vários neurônios artificiais interconectados, onde cada conexão possui um ou mais pesos sinápticos responsáveis em armazenar a informação. Outra característica importante é a função de ativação do neurônio, que possui como entrada o resultado da soma dos pesos sinápticos. Os pesos sinápticos são de grande importância para uma rede neural, pois determinam toda a manipulação de valores da rede. A Figura 2 apresenta um modelo de um neurônio artificial.
Uma modelagem matemática para o funcionamento do neurônio artificial consiste em realizar duas operações matemáticas básicas: a função soma(somador); e função de transferência (função de ativação). A função soma processa os estímulos ponderados pelos respectivos pesos. A sua saída é a entrada da função de Ativação que, por sua vez, determina se a informação será levada a diante.
Cabe destacar que uma RNA é constituída por uma camada de entrada e de saída, e, geralmente, apresenta camadas intermediárias ou ocultas. A Figura 3 ilustra uma estrutura de uma modelagem de uma RNA.
Outro aspecto importante em uma RNA é a habilidade de aprender de seu ambiente e, com isso, melhorar seu desempenho. O processo de aprendizagem é feito por meio de ajustes aplicados aos pesos da rede. Esse processo é interno, ou seja, a rede neural artificial é capaz de se modificar em função da necessidade de aprender a informação que lhe foi apresentada. O aprendizado ocorre quando a rede neural artificial atinge uma solução generalizada para uma classe de problemas. Existem 3 tipos de aprendizagem:
Aprendizagem supervisionada. É quando um agente externo informa à rede qual a resposta correta para um desejado padrão de entrada. Diante disto, os ajustes de pesos acontecem buscando atingir a saída desejada.
Aprendizagem não-supervisionada. É quando não existe um agente externo indicando a resposta desejada. Neste caso, a própria Rede Neural utiliza os neurônios como classificadores, e os dados de entrada para classificação. Assim, esse tipo de rede organiza e classifica os dados de acordo com algum critério.
Aprendizagem híbrida, que mescla os conceitos da duas anteriores. Parte dos pesos é determinada por meio da aprendizagem supervisionada, enquanto outros são obtidos por meio da aprendizagem não-supervisionada.
Leia mais em: O que é uma Rede Neural Artificial? de Rodrigo Regis
A rede neural se assemelha ao cérebro em dois aspectos:
A capacidade de adquirir conhecimento a partir de um processo de aprendizagem;
A capacidade de armazenar conhecimento adquirido através das conexões entre os neurônios, isto é, pesos sinápticos.
O sistema nervoso é formado por um conjunto de neurônios. Nos neurônios a comunicação é realizada através de impulsos, quando um impulso é recebido, o neurônio o processa, e passado um limite de ação, dispara um segundo impulso que produz uma substância neurotransmissora o qual flui do corpo celular para o axônio (que por sua vez pode ou não estar conectado a um dendrito de outra célula). O neurônio que transmite o pulso pode controlar a freqüência de pulsos aumentando ou diminuindo a polaridade na membrana pós sináptica. Eles tem um papel essencial na determinação do funcionamento, comportamento e do raciocínio do ser humano. Ao contrário das redes neurais artificiais, redes neurais naturais não transmitem sinais negativos, sua ativação é medida pela freqüência com que emite pulsos, freqüência esta de pulsos contínuos e positivos. As redes naturais não são uniformes como as redes artificiais, e apresentam uniformidade apenas em alguns pontos do organismo. Seus pulsos não são síncronos ou assíncronos, devido ao fato de não serem contínuos, o que a difere de redes artificiais.
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| Neurônio Natural |
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| Modelo de um neurônio Artificial |
Uma modelagem matemática para o funcionamento do neurônio artificial consiste em realizar duas operações matemáticas básicas: a função soma(somador); e função de transferência (função de ativação). A função soma processa os estímulos ponderados pelos respectivos pesos. A sua saída é a entrada da função de Ativação que, por sua vez, determina se a informação será levada a diante.
Cabe destacar que uma RNA é constituída por uma camada de entrada e de saída, e, geralmente, apresenta camadas intermediárias ou ocultas. A Figura 3 ilustra uma estrutura de uma modelagem de uma RNA.
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| Estrutura de uma RNA |
Aprendizagem supervisionada. É quando um agente externo informa à rede qual a resposta correta para um desejado padrão de entrada. Diante disto, os ajustes de pesos acontecem buscando atingir a saída desejada.
Aprendizagem não-supervisionada. É quando não existe um agente externo indicando a resposta desejada. Neste caso, a própria Rede Neural utiliza os neurônios como classificadores, e os dados de entrada para classificação. Assim, esse tipo de rede organiza e classifica os dados de acordo com algum critério.
Aprendizagem híbrida, que mescla os conceitos da duas anteriores. Parte dos pesos é determinada por meio da aprendizagem supervisionada, enquanto outros são obtidos por meio da aprendizagem não-supervisionada.
Leia mais em: O que é uma Rede Neural Artificial? de Rodrigo Regis
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Premio de fotografia da Wellcome Awards
Todos os anos a Wellcome Awards premia as imagens mais incríveis e importantes para a ciência. Os juízes decidem entre diversas fotos e escolhem as mais belas e informativas para formar o ranking anual.
Leia mais em: As mais incríveis imagens científicas de 2012
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| Imagem microscópica de uma folha de lavanda. Crédito: Annie Cavanagh e David McCarthy | |
| Ovas de sapo. Crédito: VINCENT PASQUE | |
| Divisão celular. Créditos: Kuan-Chung Su e Mark Petronczki | |
| Plântulas de Arabidopsis thaliana. Crédito: Fernan Federici e Jim Haseloff | |
| Cristais de cafeína. Créditos: Annie Cavanagh e David McCarthy | |
| Sistema vascular embrionário de uma galinha. Créditos: Vincent Pasque | |
| Células cancerosas em movimento. Créditos: Salil Desai, Sangeeta Bhatia, Mehmet Toner e Daniel Irimia | |
| Mosquitinho de banheiro. Créditos: KEVIN MACKENZIE | |
| Fitoplânctons. Créditos: Anne Weston | |
| Biofilme bacteriano. Fernan Federici, Tim Rudge, PJ Steiner e Jim Haseloff | |
| Cristais de loperamida. Créditos: Annie Cavanagh e David McCarthy | |
| Microagulhas. Créditos: Peter DeMuth | |
| Micrasterias. Créditos: Spike Walker | |
| Tecido conjuntivo. Créditos: Anne Weston | |
| Operação do septo ventricular. Crédito: HENRY DE’ATH | |
| E a vencedora, córtex de um paciente epiléptico. Créditos: ROBERT LUDLOW |
Leia mais em: As mais incríveis imagens científicas de 2012
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Palestra professor MARIO SÉRGIO CORTELA
Há de uma olhada nesta palestra do professor MARIO SÉRGIO CORTELA. Tivemos a felicidade de te-lo a semana passada aqui no Hemocentro em uma palestra. Mas esta que postei tem a ver com o nosso tema.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Descoberta abre novas possibilidades sobre a evolução humana após a cisão dos primatas
O leste da África foi habitado por três espécies de hominídeos no começo da evolução humana, o Homo erectus, o Homo habilis e também uma terceira espécie que foi recém-descoberta a partir de três fósseis encontrados em uma jazida do Quênia, informou a revista "Nature".
Coordenada por uma equipe de cientistas do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva da Alemanha, essa descoberta abre novas possibilidades sobre a evolução humana após a cisão dos primatas.
Os fósseis, um crânio quase completo e duas mandíbulas inferiores, pertenceram a três indivíduos diferentes que viveram há aproximadamente 1,95 milhões de anos, durante período Paleolítico Inferior, e encontra-se em bom estado de conservação, explicou à Agência Efe Fred Spoor, paleontólogo e co-autor do artigo ao lado da também paleontóloga Meave Leakey, do Turkana Basin Institute de Nairóbi (Quênia).
Precisamente, trata-se do rosto e alguns dentes de um menino com idade próxima aos oito anos; uma mandíbula inferior quase completa, com vários dentes e raízes, que pertenceu a um indivíduo adulto, e um fragmento de outra mandíbula inferior, que ainda conta com alguns dentes incisivos pequenos.
Segundo Spoor, uma dessas duas mandíbulas é "a mais completa já achada, em relação a um hominídeo primitivo".
Os ossos apareceram durante uma escavação na jazida de Koobi Fora, uma região rochosa do norte do Quênia e próxima ao lago Turkana, um habitat ideal para os primeiros hominídeos, já que conta com temperaturas cálidas e muita vegetação.
Em 1972, os pesquisadores encontraram um crânio no Quênia cujas características - um rosto maior que os demais fósseis da região - não permitiam enquadrá-lo em nenhuma das espécies identificadas até o momento, e essa comparação era ainda mais difícil porque o fóssil carecia de mandíbula e dentes.
Desta forma, este crânio se transformou em um enigma para os paleontólogos e abriu um debate sobre se, no começo da evolução humana, houve uma ou duas espécies de Homo além do já conhecido Homo erectus, que originaram o de Neandertal e Homo sapiens.
Agora, com a descoberta dos novos fósseis do Quênia, muito similares ao encontrado em 1972, confirma que efetivamente existiram três espécies contemporâneas: o Homo erectus, o Homo Habilis e uma terceira, que ainda não recebeu nome. Isso porque, os cientistas aguardam um estudo mais detalhado para assegurar sua semelhança com o Homo Habilis.
"Quando encontramos os fósseis do rosto, sua semelhança com o fóssil de 1972 era imediatamente óbvia", relatou Spoor.
A morfologia dos ossos indica que estes indivíduos teriam uma face alongada, mais plana e com um céu da boca em forma de U, que se difere do resto dos hominídeos de sua época, em forma de V.
Segundo Spoor, as três espécies conviveram no mesmo tempo e espaço, mas o mais provável é que as mesmas se evitassem entre elas.
"É possível que se conhecessem, mas entre as espécies de mamíferos próximas aos hominídeos o mais habitual é que as mesmas evitem o contato entre elas, como ocorre com os gorilas e os chimpanzés do Congo", afirmou Spoor.
"O leste da África era um lugar bastante povoado, com distintas espécies que, provavelmente, seguiam dietas diferentes e que ainda não conhecemos", completou o arqueólogo, que ressalta que essa característica poderia ser a chave de sua convivência em um mesmo habitat, já que não precisariam disputar os mesmos alimentos.
Embora tanto o Homo habilis como esta nova espécie terminaram extintos, ao contrário do Homo erectus, "parece evidente que a evolução humana não seguiu uma linha unidirecional".
Leia mais em: Cientistas descobrem fósseis de nova espécie de hominídeo no leste da África.
Coordenada por uma equipe de cientistas do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva da Alemanha, essa descoberta abre novas possibilidades sobre a evolução humana após a cisão dos primatas.
Os fósseis, um crânio quase completo e duas mandíbulas inferiores, pertenceram a três indivíduos diferentes que viveram há aproximadamente 1,95 milhões de anos, durante período Paleolítico Inferior, e encontra-se em bom estado de conservação, explicou à Agência Efe Fred Spoor, paleontólogo e co-autor do artigo ao lado da também paleontóloga Meave Leakey, do Turkana Basin Institute de Nairóbi (Quênia).
Precisamente, trata-se do rosto e alguns dentes de um menino com idade próxima aos oito anos; uma mandíbula inferior quase completa, com vários dentes e raízes, que pertenceu a um indivíduo adulto, e um fragmento de outra mandíbula inferior, que ainda conta com alguns dentes incisivos pequenos.
Segundo Spoor, uma dessas duas mandíbulas é "a mais completa já achada, em relação a um hominídeo primitivo".
Os ossos apareceram durante uma escavação na jazida de Koobi Fora, uma região rochosa do norte do Quênia e próxima ao lago Turkana, um habitat ideal para os primeiros hominídeos, já que conta com temperaturas cálidas e muita vegetação.
Em 1972, os pesquisadores encontraram um crânio no Quênia cujas características - um rosto maior que os demais fósseis da região - não permitiam enquadrá-lo em nenhuma das espécies identificadas até o momento, e essa comparação era ainda mais difícil porque o fóssil carecia de mandíbula e dentes.
Desta forma, este crânio se transformou em um enigma para os paleontólogos e abriu um debate sobre se, no começo da evolução humana, houve uma ou duas espécies de Homo além do já conhecido Homo erectus, que originaram o de Neandertal e Homo sapiens.
Agora, com a descoberta dos novos fósseis do Quênia, muito similares ao encontrado em 1972, confirma que efetivamente existiram três espécies contemporâneas: o Homo erectus, o Homo Habilis e uma terceira, que ainda não recebeu nome. Isso porque, os cientistas aguardam um estudo mais detalhado para assegurar sua semelhança com o Homo Habilis.
"Quando encontramos os fósseis do rosto, sua semelhança com o fóssil de 1972 era imediatamente óbvia", relatou Spoor.
A morfologia dos ossos indica que estes indivíduos teriam uma face alongada, mais plana e com um céu da boca em forma de U, que se difere do resto dos hominídeos de sua época, em forma de V.
Segundo Spoor, as três espécies conviveram no mesmo tempo e espaço, mas o mais provável é que as mesmas se evitassem entre elas.
"É possível que se conhecessem, mas entre as espécies de mamíferos próximas aos hominídeos o mais habitual é que as mesmas evitem o contato entre elas, como ocorre com os gorilas e os chimpanzés do Congo", afirmou Spoor.
"O leste da África era um lugar bastante povoado, com distintas espécies que, provavelmente, seguiam dietas diferentes e que ainda não conhecemos", completou o arqueólogo, que ressalta que essa característica poderia ser a chave de sua convivência em um mesmo habitat, já que não precisariam disputar os mesmos alimentos.
Embora tanto o Homo habilis como esta nova espécie terminaram extintos, ao contrário do Homo erectus, "parece evidente que a evolução humana não seguiu uma linha unidirecional".
Leia mais em: Cientistas descobrem fósseis de nova espécie de hominídeo no leste da África.
O futuro da medicina?
Daniel Kraft é um médico-cientista, inventor e inovador. Ele preside o programa FutureMed na Singularity University, que explora o impacto e o potencial de rápido desenvolvimento de tecnologias aplicada à saúde e medicina.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
"The Power Of A Coin"
Sempre adorei as Maquinas de Rube Goldberg (para quem não conhece, são maquinas complexas, com vários passos, mas que executam uma tarefa simples – como as armadinhas de desenhos animados), mas essa é a primeira que vejo com uma nobre e bela função.
Meus parabéns aos idealizadores.
Meus parabéns aos idealizadores.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Importância da água limpa
No ano de 2009, a Organização Mundial de Saúde divulgou que a diarreia era a causa de mais mortes do que a Aids e o Sarampo juntos. A reportagem “Diarreia é segunda maior causa de morte de crianças no mundo” publicada pela Noticias.cancaonova.com. Leia um trecho a seguir:
“Apesar dos progressos registados pela OMS nas últimas duas décadas, a diarreia ainda é a segunda causa de morte mais comum entre as crianças com menos de cinco anos, ficando atrás apenas da pneumonia. Em conjunto, as duas doenças são responsáveis por 40% das mortes infantis em todo o mundo.”
A empresa suiça Vestergaard Frandsen afirma que aproximadamente 1 a cada cinco mortes de crianças, entre os 1,5 milhão de mortes anuais, se dá por conta de doeças como a diarreia, desenvolvidas a partir do contato ou ingestão de água poluída.
Foi pensando nesse fator, dentre outros, que a empresa criou um canudo capaz de filtrar vários organismos patológicos. Trata-se do LifeStraw. Leia a seguir algumas de suas características:
- O filtro do canudo mata quase 100% das bastérias;
- Extermina quase 99% dos vírus;
- É capaz de filtrar iodo de prata;
- O filtro não é capaz de filtrar metais pesados;
- Não consegue remover parasitas como a giárdia.
- O produto tem algumas semelhanças com o LifeSack, que utiliza o calor do sol para matar organismos patogênicos, além de um filtro acoplado.
A importância de manter a água dos mananciais limpa:
A humanidade tem descartado seu esgoto nos mananciais ao longo da história. Contudo, a industrialização trouxe a oportunidade de filtrar essa água em grandes proporções por intermédio das Estações de Tratamento de Água e Estações de Tratamento de Esgoto.
Contudo, o esgoto precisa ser conduzido até as ETEs por tubulações ou por empresas desentupidoras que coletam o esgoto de fossas. Dessa maneira, as fossas são acessórios essenciais para a parte da população que não tem acesso ao esgotamento encanado.
Sendo assim, a água própria para o consumo humano é um recurso extremamente raro e deve ser mantido em boas condições e longe das contaminações. E as tecnologias como o LifeSack e o LifeStraw são imprescindíveis em lugares onde o acesso à água é extremamente difícil.
Leia mais em: Canudo filtra água suja para reduzir incidência de doenças
Postura no computador.
É muito comum chegar em casa exausto depois de um dia inteiro trabalhando, sentindo-se mal e querendo ir direto para a cama ou então sentir dores nas costas e em outras partes do corpo por uma postura inadequada.
Para começar, devemos deixar a nossa mesa muito bem organizada, com papéis, objetos e documentos no seu devido lugar, pois além de poupar uma série de movimentos desnecessários.
Em frente ao computador devemos manter uma boa postura, sem curvar a coluna, e se possível com um suporte para os pés, que são de grande ajuda para acabar com a dor nas pernas e nos pés. O monitor deve ficar a mais ou menos 50cm de distância dos olhos, posicionando também o mouse e o teclado em posições confortáveis que facilitem uma postura correta, e diminuam o deslocamento.
Para diminuir o cansaço nos olhos, podemos aumentar o tamanho da letra, obter uma iluminação adequada, e solicitar o receituário de um colírio umidificante (como lágrimas artificiais que não possuem efeitos colaterais) ao oftalmologista. É recomendado a realização de pausas de hora em hora, para rápidos alongamentos, hidratação e simples idas ao banheiro, para manter uma movimentação e diminuir a fadiga.
Em uma rotina de trabalho que requer esforço físico, devemos:
- Evitar de qualquer maneira a inclinação da coluna, caso necessite abaixar, flexione os joelhos e não as costas.
- Evitar carregar objetos de peso excessivo, não é vergonha nenhuma solicitar ou propôr ajuda para carregar grandes medidas de peso. Além disso evitamos acidentes e quedas das cargas sobre nossos membros.
- Ao carregar a carga devemos distribuir o peso sobre os dois braços e manter o corpo reto, ainda que demore um pouco mais para realizar a tarefa.
- Obter algumas pequenas pausas para descanso e reposição do fôlego podem ajudar bastante, é recomendada a ingestão de líquidos e isotônicos para reposição dos sais minerais.
- Além de todas as dicas anteriores, devemos deixar os problemas do serviço no próprio serviço, sem se preocupar com os mesmos após o expediente.
Uma boa alimentação e exercícios físicos, ainda que sejam leves, contribuem para uma melhor qualidade de vida.
Leia mais em: Postura no trabalho. Torne seu dia menos cansativo!
terça-feira, 7 de agosto de 2012
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