Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Leitora da Folha de São Paulo cria campanha de sustentabilidade em empresa
LEITOR ADRIANA SALAY LEME DE SANTO ANDRÉ (SP)
Desde bem antes da Rio+20 procuro adotar medidas sustentáveis e que contribuam para a preservação do meio ambiente.
No final do mês passado, propus à direção o início de uma campanha de reciclagem, que foi aprovada.
A campanha irá começar em 1º de agosto, com um "dia verde"Iniciaremos a coleta seletiva, com o reaproveitamento de materiais e a substituição dos copos de plástico e isopor por biodegradáveis.
Os colaboradores da empresa utilizarão apenas copos próprios e "squeezes".
Outra meta é diminuir os gastos com impressão. Estabelecemos como meta economizar 30% de papel no primeiro trimestre do projeto.
A campanha também inclui uma estação de reaproveitamento de materiais.
Tudo isso faz parte de uma ação maior, cujo o objetivo é conscientizar as pessoas a terem hábitos sustentáveis.
Desde bem antes da Rio+20 procuro adotar medidas sustentáveis e que contribuam para a preservação do meio ambiente.
A campanha irá começar em 1º de agosto, com um "dia verde"Iniciaremos a coleta seletiva, com o reaproveitamento de materiais e a substituição dos copos de plástico e isopor por biodegradáveis.
Os colaboradores da empresa utilizarão apenas copos próprios e "squeezes".
Outra meta é diminuir os gastos com impressão. Estabelecemos como meta economizar 30% de papel no primeiro trimestre do projeto.
A campanha também inclui uma estação de reaproveitamento de materiais.
Tudo isso faz parte de uma ação maior, cujo o objetivo é conscientizar as pessoas a terem hábitos sustentáveis.
Rio+20 na reta: de partida ou chegada?
Roberto Smeraldi - O Estado de S.Paulo
O parâmetro para avaliar se a Rio+20 cumprirá sua missão não pode ser aquele das legítimas aspirações da sociedade. Nesse quesito ela só pode ficar aquém. Mais justo é analisar, na véspera da chegada ao Rio dos chefes de Estado ou de delegação, se as possíveis conclusões da conferência atendem pelo menos ao mandato da Assembleia-Geral da ONU, que a convocou.
O mandato foca dois pontos: (1) economia verde no quadro de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza; (2) arcabouço institucional para o desenvolvimento sustentável. Como se repetiu exaustivamente, a conferência seria "ponto de partida, não de chegada": ou seja, criaria as condições para inovar, em vez de fechar novos acordos, como em 1992.
Quanto à economia verde, falta na minuta de declaração a noção de que a economia possa se tornar vetor de transformação para desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Prova disso é que o principal entrave na negociação reside, como em 1992, nos chamados meios de implementação: transferência de recursos e tecnologia. Ora, na dimensão de economia verde não precisaria mobilizar recursos e tecnologias para fazer acontecer o que a economia convencional não faz, pois a economia verde incorporaria as externalidades necessárias para remunerar o investimento e a renovação tecnológica. Ou seja, na economia verde a conta passaria do contribuinte ao consumidor. Sem essa sinalização, será difícil desenvolver e harmonizar políticas de comércio, tributação, contabilidade e regulação que favoreçam as condições de competição que a economia verde requer.
Focar prioritariamente fundos implica assumir que seguiremos no fomento a uma economia que desconsidera, ou rema contra, a sustentabilidade, cobrando um pequeno pedágio para mitigar suas consequências. Ainda, o ínfimo tamanho do fundo (US$ 30 bilhões na escala global) e a falta de consenso a seu respeito mostram que esse caminho, além de não alinhado com a economia verde, é pouco viável e relevante.
No item institucional, o único avanço atual - o upgrade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) - está no arcabouço ambiental e não naquele da sustentabilidade. Nem é mencionado o Conselho de Segurança, o ponto mais alto da governança ONU: se fala em segurança alimentar, catástrofes climáticas, migrações pela pobreza, mas nem se cogita abrigar tais agendas no Conselho.
Tudo pode mudar, claro, mas até hoje a Rio+20 parece mais ponto de chegada tardia das políticas do século 20 que de partida estratégica daquelas do século 21.
*JORNALISTA, DIRETOR DA OSCIP AMIGOS DA TERRA - AMAZÔNIA BRASILEIRA, PRESIDIU O COMITÊ INTERNACIONAL DA SOCIEDADE CIVIL NA ECO-92
O parâmetro para avaliar se a Rio+20 cumprirá sua missão não pode ser aquele das legítimas aspirações da sociedade. Nesse quesito ela só pode ficar aquém. Mais justo é analisar, na véspera da chegada ao Rio dos chefes de Estado ou de delegação, se as possíveis conclusões da conferência atendem pelo menos ao mandato da Assembleia-Geral da ONU, que a convocou.
O mandato foca dois pontos: (1) economia verde no quadro de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza; (2) arcabouço institucional para o desenvolvimento sustentável. Como se repetiu exaustivamente, a conferência seria "ponto de partida, não de chegada": ou seja, criaria as condições para inovar, em vez de fechar novos acordos, como em 1992.
Quanto à economia verde, falta na minuta de declaração a noção de que a economia possa se tornar vetor de transformação para desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Prova disso é que o principal entrave na negociação reside, como em 1992, nos chamados meios de implementação: transferência de recursos e tecnologia. Ora, na dimensão de economia verde não precisaria mobilizar recursos e tecnologias para fazer acontecer o que a economia convencional não faz, pois a economia verde incorporaria as externalidades necessárias para remunerar o investimento e a renovação tecnológica. Ou seja, na economia verde a conta passaria do contribuinte ao consumidor. Sem essa sinalização, será difícil desenvolver e harmonizar políticas de comércio, tributação, contabilidade e regulação que favoreçam as condições de competição que a economia verde requer.
Focar prioritariamente fundos implica assumir que seguiremos no fomento a uma economia que desconsidera, ou rema contra, a sustentabilidade, cobrando um pequeno pedágio para mitigar suas consequências. Ainda, o ínfimo tamanho do fundo (US$ 30 bilhões na escala global) e a falta de consenso a seu respeito mostram que esse caminho, além de não alinhado com a economia verde, é pouco viável e relevante.
No item institucional, o único avanço atual - o upgrade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) - está no arcabouço ambiental e não naquele da sustentabilidade. Nem é mencionado o Conselho de Segurança, o ponto mais alto da governança ONU: se fala em segurança alimentar, catástrofes climáticas, migrações pela pobreza, mas nem se cogita abrigar tais agendas no Conselho.
Tudo pode mudar, claro, mas até hoje a Rio+20 parece mais ponto de chegada tardia das políticas do século 20 que de partida estratégica daquelas do século 21.
*JORNALISTA, DIRETOR DA OSCIP AMIGOS DA TERRA - AMAZÔNIA BRASILEIRA, PRESIDIU O COMITÊ INTERNACIONAL DA SOCIEDADE CIVIL NA ECO-92
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Metas de sustentabilidade ficaram indefinidas em rascunho da Rio+20
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas de sustentabilidade para os países que poderiam ser definidas na Rio+20, acabaram não sendo detalhadas no rascunho aprovado pelas delegações nesta terça-feira (19) no Riocentro.
Era um dos principais resultados que a conferência poderia alcançar, mas foi lançado apenas um processo para definição futura dos objetivos. Veja abaixo os pontos mais importantes da Rio+20 que vinham sendo negociados e como ficaram neste último texto aprovado pelos diplomatas, mas que ainda pode sofrer alterações quando passar nas mãos dos líderes no segmento de alto nível da conferência:
Era um dos principais resultados que a conferência poderia alcançar, mas foi lançado apenas um processo para definição futura dos objetivos. Veja abaixo os pontos mais importantes da Rio+20 que vinham sendo negociados e como ficaram neste último texto aprovado pelos diplomatas, mas que ainda pode sofrer alterações quando passar nas mãos dos líderes no segmento de alto nível da conferência:
O que vinha sendo negociado | Como ficou no rascunho aprovado |
|---|---|
CBDR – sigla em inglês para Responsabilidades Comuns Mas Diferenciadas, princípio que norteia as negociações de desenvolvimento sustentável. O princípio oficializa que se espera dos países ricos maior empenho financeiro para implementação de ações, pelo fato de virem degradando o ambiente há mais tempo e de forma mais intensa. | Havia rumores de que os países ricos queriam tirar esse princípio do texto, mas ele permaneceu. |
Fortalecimento do Pnuma – cogitava-se transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em uma instituição com status de agência da ONU, como é a FAO (de Alimentação). | O texto prevê fortalecimento do Pnuma, mas não especifica exatamente como. O assunto deve ser resolvido na Assembleia Geral da ONU em setembro. |
Oceanos – Era uma das áreas em que se esperava mais avanço nas negociações, porque as águas internacionais carecem de regulamentação entre os países. | A negociação avançou e o texto adota um novo instrumento internacional sob a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar (Unclos), para uso sustentável da biodiversidade e conservação em alto mar. |
Meios de Implementação – questão-chave para os países com menos recursos, significa na prática o dinheiro para ações de desenvolvimento sustentável. Os países pobres propuseram a criação de um fundo de US$ 30 bilhões/ano a ser financiado pelos ricos. | Avançou pouco. O fundo de US$ 30 bilhões não virou realidade. “A crise influenciou a Rio+20”, admitiu o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago. |
ODS – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas a serem perseguidas pelos países para avançar ambiental, política e socialmente, eram uma das grandes cartadas para a Rio+20. | Os objetivos não foram definidos. Inicia-se apenas um processo para rascunhar quais devem ser as metas até 2013. Elas então devem ser definidas para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os Objetivos do Milênio. |
Índios Xavante participarão de corrida com tora de madeira pelo centro do Rio
Concentração será a partir das 14h desta quarta-feira na Candelária
s índios Xavante de Maraiwãtséde, do Mato Grosso, vão realizar a tradicional corrida de tora durante a Marcha Global da Cúpula dos Povos. A concentração para a marcha será na Candelária, centro do Rio de Janeiro, e está marcada para as 14h desta quarta-feira (20), quando tem início o processo oficial da Rio+20 com a presença de mais de cem chefes de Estado.
A corrida de tora de buriti é uma das práticas mais tradicionais do povo Xavante. Trata-se de um revezamento em que duas equipes de gerações diferentes correm cerca de 8 km, passando a tora de cerca de 80 kg de um ombro para o outro até chegarem ao pátio da aldeia, segundo o indígena José de Arimatéia Tserewamriwe Tserenhitomo.
— Estamos confiando na Rio+20 e vamos simbolizar isso. O peso da tora nas nossas costas representa o que nós enfrentamos há anos.
Em 1992, durante a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, também realizada no Rio de Janeiro, a estatal italiana Agip Petroli – então proprietária das terras xavante –se viu forçada a anunciar a devolução do território a seus verdadeiros donos. A partir desse momento, o governo federal iniciou os procedimentos para demarcar a área indígena, enquanto fazendeiros da região, apoiados por políticos locais, começaram forte campanha de ocupação e desmatamento das terras, além de uma batalha jurídica contra o retorno dos indígenas.
Após 20 anos, cerca de 90% da terra indígena Maraiwãtséde foram devastadas pelos não-índios. A campanha pela retirada dos invasores de seu território ganhou força no último mês, após uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de Brasília, que revogou uma determinação anterior suspendendo a retirada de fazendeiros, posseiros e grileiros que ainda ocupam a Terra Indígena Maraiwãtséde.
s índios Xavante de Maraiwãtséde, do Mato Grosso, vão realizar a tradicional corrida de tora durante a Marcha Global da Cúpula dos Povos. A concentração para a marcha será na Candelária, centro do Rio de Janeiro, e está marcada para as 14h desta quarta-feira (20), quando tem início o processo oficial da Rio+20 com a presença de mais de cem chefes de Estado.
A corrida de tora de buriti é uma das práticas mais tradicionais do povo Xavante. Trata-se de um revezamento em que duas equipes de gerações diferentes correm cerca de 8 km, passando a tora de cerca de 80 kg de um ombro para o outro até chegarem ao pátio da aldeia, segundo o indígena José de Arimatéia Tserewamriwe Tserenhitomo.
— Estamos confiando na Rio+20 e vamos simbolizar isso. O peso da tora nas nossas costas representa o que nós enfrentamos há anos.
Em 1992, durante a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Eco-92, também realizada no Rio de Janeiro, a estatal italiana Agip Petroli – então proprietária das terras xavante –se viu forçada a anunciar a devolução do território a seus verdadeiros donos. A partir desse momento, o governo federal iniciou os procedimentos para demarcar a área indígena, enquanto fazendeiros da região, apoiados por políticos locais, começaram forte campanha de ocupação e desmatamento das terras, além de uma batalha jurídica contra o retorno dos indígenas.
Após 20 anos, cerca de 90% da terra indígena Maraiwãtséde foram devastadas pelos não-índios. A campanha pela retirada dos invasores de seu território ganhou força no último mês, após uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de Brasília, que revogou uma determinação anterior suspendendo a retirada de fazendeiros, posseiros e grileiros que ainda ocupam a Terra Indígena Maraiwãtséde.
Baía de Guanabara continua poluída 20 anos após promessas da Rio92
Compromisso firmado após a Eco-92 em 1992 não conseguiu limpar o cartão postal do Rio
Nem mesmo investimentos de US$ 1 bilhão, feitos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelos governos do Japão e do Estado do Rio, foram suficientes para evitar que poluentes industriais e o esgoto da cidade contaminassem a baía. Para o biólogo Mário Moscatelli, não houve avanço.
— A Baía da Guanabara, há vinte anos, recebeu US$ 1 bilhão. E hoje, efetivamente, o resultado prático ambiental disso é que os rios continuam valões de esgoto, temos estações de tratamento que funcionam pela metade ou que nunca viram esgoto.
Leia mais na materia da BBC: Baía de Guanabara continua poluída 20 anos após promessas da Rio92
.
Nem mesmo investimentos de US$ 1 bilhão, feitos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelos governos do Japão e do Estado do Rio, foram suficientes para evitar que poluentes industriais e o esgoto da cidade contaminassem a baía. Para o biólogo Mário Moscatelli, não houve avanço.
— A Baía da Guanabara, há vinte anos, recebeu US$ 1 bilhão. E hoje, efetivamente, o resultado prático ambiental disso é que os rios continuam valões de esgoto, temos estações de tratamento que funcionam pela metade ou que nunca viram esgoto.
Leia mais na materia da BBC: Baía de Guanabara continua poluída 20 anos após promessas da Rio92
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terça-feira, 19 de junho de 2012
O professor frente a novas tecnologias de ensino
“O fator isolado mais importante que influência a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Descubra o que ele sabe e baseie nisso os seus ensinamentos.” (Ausubel et al., 1980) |
Com o advento das novas tecnologias presentes na Web 2.0, uma série de ferramentas estão à disposição do educador quer seja para o ensino EaD ou para o presencial, como recurso paradidático de ensino. Porém uma questão fica no ar? Estaria o professor de hoje preparado para usufruir desta nova tecnologia? Estariam aptos a utilizar estes recursos multimeios, dentro ou fora de um determinado ambiente virtual, para criar situações de aprendizagem e assim favorecer o aluno a transformar as informações em conhecimento?
Quando o educador domina as “duas mãos” dessa tecnologia, a nova tecnologia, e a sua aplicabilidade todos só tem a ganhar.
Quando o educador domina as “duas mãos” dessa tecnologia, a nova tecnologia, e a sua aplicabilidade todos só tem a ganhar.
Tomemos como exemplo o uso da ferramenta Mapa Conceitual (Ausubel), podemos rapidamente defini-lo como:
“...uma estrutura esquemática para representar um conjunto de conceitos imersos numa rede de proposições. Ele é considerado como um estruturador do conhecimento, na medida em que permite mostrar como o conhecimento sobre determinado assunto está organizado na estrutura cognitiva de seu autor, que assim pode visualizar e analisar a sua profundidade e a extensão.”
Agora, quando aliamos esta ferramenta a recursos tecnológicos da Web 2.0, como no proposto por MAGALHÃES (2008) vemos que se torna de suma importância para que o tempo e o espaço passem a ser aliados dos docentes e discentes e para que se torne possível estabelecer critérios dentro de um espaço virtual que promova interatividade e consequentemente condições do aluno apropriar-se de novos saberes.
Referências:
ALMEIDA, Voltaire de O. and MOREIRA, Marco A.. Mapas conceituais no auxílio à aprendizagem significativa de conceitos da óptica física. Rev. Bras. Ensino Fís. [online]. 2008, vol.30, n.4, pp. 4403.1-4403.7. ISSN 1806-1117.
Carvalho, Ana Amélia A. (org.) (2008). Manual de Ferramentas Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIDC, Ministério da Educação.
DE FREITAS, J. R. . Mapas conceituais: estratégia pedagógica para construção de conceitos na disciplina química orgânica. Ciências & Cognição (UFRJ), v. 12, p. 86-95, 2007.
Jonassen, D. (2007). Computadores, Ferramentas Cognitivas. Desenvolver o pensamentocrítico nas escolas. Porto: Porto Editora.
MAGALHÃES, Graça C. & Rio, Filomena del (2008). Mapas Conceptuais Online. In Ana Amélia Carvalho (ed.), Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIDC, Ministério da Educação, 211-232. [ISBN 978-972-742-294-4]
TAVARES, Romero . Construindo mapas conceituais. Ciências & Cognição (UFRJ), v. 12, p. 072-085, 2007.
ALMEIDA, Voltaire de O. and MOREIRA, Marco A.. Mapas conceituais no auxílio à aprendizagem significativa de conceitos da óptica física. Rev. Bras. Ensino Fís. [online]. 2008, vol.30, n.4, pp. 4403.1-4403.7. ISSN 1806-1117.
Carvalho, Ana Amélia A. (org.) (2008). Manual de Ferramentas Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIDC, Ministério da Educação.
DE FREITAS, J. R. . Mapas conceituais: estratégia pedagógica para construção de conceitos na disciplina química orgânica. Ciências & Cognição (UFRJ), v. 12, p. 86-95, 2007.
Jonassen, D. (2007). Computadores, Ferramentas Cognitivas. Desenvolver o pensamentocrítico nas escolas. Porto: Porto Editora.
MAGALHÃES, Graça C. & Rio, Filomena del (2008). Mapas Conceptuais Online. In Ana Amélia Carvalho (ed.), Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIDC, Ministério da Educação, 211-232. [ISBN 978-972-742-294-4]
TAVARES, Romero . Construindo mapas conceituais. Ciências & Cognição (UFRJ), v. 12, p. 072-085, 2007.
Movimentos populares
Pela manhã, haverá ato contra militares que participaram da ditadura.
À tarde, grupos organizam Marcha da Maconha no Aterro do Flamengo.Os movimentos populares participantes da Cúpula dos Povos, maior evento paralelo à Rio+20, prometem realizar nesta terça-feira (19) mais um dia de protestos na cidade. Pela manhã, está programado um ato contra militares que participaram da ditadura. À tarde, haverá a Marcha da Maconha, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul, pedindo por mudanças na legislação da política de drogas do país.
Às 8h, integrantes da Articulação Nacional pela Verdade e Justiça junto com a Via Campesina vão se concentrar na Avenida Pasteur, na Urca, também na Zona Sul. Os manifestantes cobram pelo julgamento de ex-agentes da ditadura militar.
A partir das 14h, grupos favoráveis à descriminalização da maconha e ao cultivo caseiro da erva se concentram no Museu de Arte Moderna (MAM). De acordo com os organizadores, às 16h20, os protestantes seguem para uma caminhada pelo Aterro do Flamengo, onde acontecem os debates da Cúpula dos Povos.
Na segunda-feira (18), três protestos causaram um caos no trânsito nas principais vias do Centro.
(Para mais informações sobre o trânsito no Rio, você pode acompanhar as câmeras do G1 e consultar a tabela com as condições das principais vias.)
Programação
O público esperado para essa edição do evento é quase o dobro do que compareceu à Cúpula dos Povos em 1992, durante a Rio-92. O encontro quer que os temas discutidos na Rio+20 não fiquem só no papel, mas se transformem em práticas sociais. Para saber toda a programação do evento, com os horários das atividades, acesse o link aqui.
A ideia dos organizadores é ir além dos temas que serão debatidos no Riocentro, onde acontece a conferência oficial com representantes de 193 países, e realizar debates de forma independente, e com a possibilidade de assumir tons mais críticos ao que está sendo decidido pelos governos.
Um mês antes do início da conferência, representantes da Cúpula dos Povos apresentaram um documento mostrando que o debate principal do grupo vai girar em torno da rejeição à mercantilização da natureza e ao que chamam de "economia verde".
Entre os temas a serem debatidos estão não apenas o próprio desenvolvimento sustentável, mas também o conceito de economia verde, assuntos relativos a florestas, oceanos, a crise econômica global e seus reflexos sobre o G-20, e os conflitos socioambientais nos Estados Unidos e na Europa.
A Cúpula dos Povos vai ter debates até o sábado (23), depois do encerramento da conferência oficial.
Leia mais em: Movimentos populares prometem 2° dia de protestos na Cúpula dos Povos
À tarde, grupos organizam Marcha da Maconha no Aterro do Flamengo.Os movimentos populares participantes da Cúpula dos Povos, maior evento paralelo à Rio+20, prometem realizar nesta terça-feira (19) mais um dia de protestos na cidade. Pela manhã, está programado um ato contra militares que participaram da ditadura. À tarde, haverá a Marcha da Maconha, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul, pedindo por mudanças na legislação da política de drogas do país.
Às 8h, integrantes da Articulação Nacional pela Verdade e Justiça junto com a Via Campesina vão se concentrar na Avenida Pasteur, na Urca, também na Zona Sul. Os manifestantes cobram pelo julgamento de ex-agentes da ditadura militar.
A partir das 14h, grupos favoráveis à descriminalização da maconha e ao cultivo caseiro da erva se concentram no Museu de Arte Moderna (MAM). De acordo com os organizadores, às 16h20, os protestantes seguem para uma caminhada pelo Aterro do Flamengo, onde acontecem os debates da Cúpula dos Povos.
Na segunda-feira (18), três protestos causaram um caos no trânsito nas principais vias do Centro.
(Para mais informações sobre o trânsito no Rio, você pode acompanhar as câmeras do G1 e consultar a tabela com as condições das principais vias.)
Programação
O público esperado para essa edição do evento é quase o dobro do que compareceu à Cúpula dos Povos em 1992, durante a Rio-92. O encontro quer que os temas discutidos na Rio+20 não fiquem só no papel, mas se transformem em práticas sociais. Para saber toda a programação do evento, com os horários das atividades, acesse o link aqui.
A ideia dos organizadores é ir além dos temas que serão debatidos no Riocentro, onde acontece a conferência oficial com representantes de 193 países, e realizar debates de forma independente, e com a possibilidade de assumir tons mais críticos ao que está sendo decidido pelos governos.
Um mês antes do início da conferência, representantes da Cúpula dos Povos apresentaram um documento mostrando que o debate principal do grupo vai girar em torno da rejeição à mercantilização da natureza e ao que chamam de "economia verde".
Entre os temas a serem debatidos estão não apenas o próprio desenvolvimento sustentável, mas também o conceito de economia verde, assuntos relativos a florestas, oceanos, a crise econômica global e seus reflexos sobre o G-20, e os conflitos socioambientais nos Estados Unidos e na Europa.
A Cúpula dos Povos vai ter debates até o sábado (23), depois do encerramento da conferência oficial.
Leia mais em: Movimentos populares prometem 2° dia de protestos na Cúpula dos Povos
Brasil entrega rascunho do texto da Rio+20
Negociação adentrou pela madrugada desta terça-feira no Riocentro.
Plenária com delegações está prevista para acontecer às 10h30
O governo brasileiro entregou aos diplomatas das delegações estrangeiras por volta das 7h30 desta terça-feira (19) um novo rascunho do documento final da Rio+20, segundo o Itamaraty. O envio ocorre após negociação que foi concluída nesta madrugada, às vésperas da chegada dos chefes de Estado, que devem votar o texto até o dia 22.
Por volta das 2h20, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, havia prometido aos delegados de 193 países que o texto estaria disponibilizado no sistema da Organização das Nações Unidas (ONU). Uma plenária está prevista para acontecer às 10h30.
Em reunião fechada aos delegados presentes no Riocentro, que foi acompanhada pelo G1, Patriota disse aos participantes que o governo brasileiro incorporou “ao máximo” todas as sugestões dos países integrantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
“Tenho uma breve fala a fazer, para anunciar que temos o texto. Tentamos incorporar ao máximo as preocupações e sugestões feitas pelos participantes. Mesmo a essa hora, tarde da noite, levamos a cabo consultas de última hora sobre as questões de maior divergência. Então, gostaria de agradecer a todos os participantes pela extraordinária demonstração de flexibilidade e pela vontade política nesse processo de negociação”, afirmou.
“Acredito que cumprimos o objetivo de concluir nossa tarefa nesta noite, de ter um texto para submeter à reunião de Alto Nível”, disse.
Plenária com delegações está prevista para acontecer às 10h30
O governo brasileiro entregou aos diplomatas das delegações estrangeiras por volta das 7h30 desta terça-feira (19) um novo rascunho do documento final da Rio+20, segundo o Itamaraty. O envio ocorre após negociação que foi concluída nesta madrugada, às vésperas da chegada dos chefes de Estado, que devem votar o texto até o dia 22.
Por volta das 2h20, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, havia prometido aos delegados de 193 países que o texto estaria disponibilizado no sistema da Organização das Nações Unidas (ONU). Uma plenária está prevista para acontecer às 10h30.
Em reunião fechada aos delegados presentes no Riocentro, que foi acompanhada pelo G1, Patriota disse aos participantes que o governo brasileiro incorporou “ao máximo” todas as sugestões dos países integrantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
“Tenho uma breve fala a fazer, para anunciar que temos o texto. Tentamos incorporar ao máximo as preocupações e sugestões feitas pelos participantes. Mesmo a essa hora, tarde da noite, levamos a cabo consultas de última hora sobre as questões de maior divergência. Então, gostaria de agradecer a todos os participantes pela extraordinária demonstração de flexibilidade e pela vontade política nesse processo de negociação”, afirmou.
“Acredito que cumprimos o objetivo de concluir nossa tarefa nesta noite, de ter um texto para submeter à reunião de Alto Nível”, disse.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
COMO EXPLICAR A VIDA COM MATEMÁTICA
Sequência de Fibonacci recebe este nome em homenagem ao matemático italiano Leonardo de Pisa, também conhecido como Leonardo Pisano, ou Leonardo Bigollo, mas amplamente mencionado como Leonardo Fibonacci .
Nasceu em Pisa no ano de 1170 e morreu em 1250, na mesma cidade (estas datas são apenas estimativas). Considerado um dos matemáticos mais talentosos da idade média, Fibonacci também fiou conhecido por introduzir os algoritmos arábicos na Europa, substituindo (graças a Deus) os malditos algoritmos romanos.
A busca de todo e qualquer matemático, independente de sua área de atuação, é descobrir uma formula que simplifique tudo ao seu redor. Foi exatamente isso que Fibonacci fez e é por isso que é tão admirado.
O princípio é simples. Os números da sequência são 0,1,1,2,3,5,8,13,21,... (infinito). Como ele chegou a isso? Simples. Pegue 0+0=0+1=1+1=2+1=3+2=5+3=8+5=13+8=21... ou seja, some o resultado ao numero anterior. Agora, se dividir os números da sequência um pelo outro, teremos este número, aproximadamente, 1,618, conhecido também como o número de Deus.
Leia mais em: COMO EXPLICAR A VIDA COM MATEMÁTICA
Nasceu em Pisa no ano de 1170 e morreu em 1250, na mesma cidade (estas datas são apenas estimativas). Considerado um dos matemáticos mais talentosos da idade média, Fibonacci também fiou conhecido por introduzir os algoritmos arábicos na Europa, substituindo (graças a Deus) os malditos algoritmos romanos.
A busca de todo e qualquer matemático, independente de sua área de atuação, é descobrir uma formula que simplifique tudo ao seu redor. Foi exatamente isso que Fibonacci fez e é por isso que é tão admirado.
O princípio é simples. Os números da sequência são 0,1,1,2,3,5,8,13,21,... (infinito). Como ele chegou a isso? Simples. Pegue 0+0=0+1=1+1=2+1=3+2=5+3=8+5=13+8=21... ou seja, some o resultado ao numero anterior. Agora, se dividir os números da sequência um pelo outro, teremos este número, aproximadamente, 1,618, conhecido também como o número de Deus.
Leia mais em: COMO EXPLICAR A VIDA COM MATEMÁTICA
Projeto São Luís Recicla - ajudando o planeta
Uma ótima noticia a todos, e ao planeta também!!!
De acordo com a nossa coordenadora Janaina o Projeto São Luís Recicla arrecadou no mês de maio:
330 Quilos de papel branco;
80 quilos de jornal;
30 Quilos de papel colorido;
700 pastas de papelão com elástico;
66 caixas de papelão para arquivo.
Os papéis foram doados à Associação de Reciclagem de Papel de Jaboticabal, as pastas estão sendo doadas para escolas estaduais e para o CETAP, e as caixas arquivos foram devolvidas ao setor de compras para serem reutilizadas.
Conto com a participação de todos.
Propaguem a ideia de REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR!!!!
Procurem as caixas de coleta do Projeto.
Procurem as caixas de coleta do Projeto.
Muito obrigada.
Profa. Dra. Janaina Fernanda Gonçalves Neto
Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Faculdade São Luís.
Profa. Dra. Janaina Fernanda Gonçalves Neto
Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas
Faculdade São Luís.
Comida 'ecológica' será para poucos na Cúpula
Crescimento do evento que integra a Rio+20 inviabiliza alimentação fornecida por agricultores familiares para todos os participantes
Heloisa Aruth Sturm / RIO - O Estado de S.Paulo
O aumento no número de participantes da Cúpula dos Povos superou a expectativa inicial da organização e vai inviabilizar parte de um dos principais projetos de seus idealizadores: o fornecimento de alimentação agroecológica gratuita durante todos os dias do evento, entre 13 e 22 de junho, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro. A Cúpula é parte da Rio+20.
A estrutura inicialmente projetada contemplava até 10 mil participantes. Hoje, com mais de 23 mil inscritos, a Cúpula trabalha com alternativas para que pelo menos parte da estratégia seja concretizada. "O que tínhamos no início, de total abastecimento por meio da pequena agricultura, não conseguiremos cumprir. A pequena agricultura tem essa potencialidade, mas a nossa estrutura não", disse Marcelo Durão, representante da Via Campesina e integrante do Grupo de Articulação da Cúpula.
A alimentação agroecológica é uma das principais bandeiras dos movimentos sociais ligados às questões agrícolas, que propõem uma produção baseada na agricultura familiar e sem a utilização de agrotóxicos ou outros agentes químicos. Buscam também evitar o desmatamento de grandes áreas para a produção em larga escala, característica do agronegócio brasileiro.
Em vez de oferecer três refeições diárias, os organizadores distribuirão café da manhã e lanche da tarde para todos os participantes alojados nos cinco acampamentos montados no Sambódromo, na Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Estação Ferroviária Leopoldina e em dois Centros Integrados de Educação Pública (Cieps). O custo estimado é de R$ 2,5 milhões, 25% do orçamento total da Cúpula.
Estratégia. A organização busca então o que chama de estratégia combinada: enquanto uma parcela da alimentação será oferecida por meio de organizações de economia solidária, na qual está a agricultura familiar, os participantes serão direcionados para os restaurantes próximos aos alojamentos e ao Aterro.
"Infelizmente não temos estrutura de cozinha para dar conta desse aumento enorme e exponencial de participação. Não temos condição de atender tudo, mas queremos acolher da melhor maneira possível esse desejo de participação", disse Fátima Mello, diretora da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional e integrante do Grupo de Articulação da Cúpula.
Embora a movimentação diária de pessoas no Aterro do Flamengo seja estimada em 20 mil a 25 mil participantes, os alojamentos à disposição oferecem acomodação para até 15 mil visitantes. "Temos uma demanda de 23 mil pessoas querendo vir e temos uma dificuldade de receber esse público garantindo segurança, transporte e alimentação para todos", afirmou Durão.
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Heloisa Aruth Sturm / RIO - O Estado de S.Paulo
O aumento no número de participantes da Cúpula dos Povos superou a expectativa inicial da organização e vai inviabilizar parte de um dos principais projetos de seus idealizadores: o fornecimento de alimentação agroecológica gratuita durante todos os dias do evento, entre 13 e 22 de junho, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro. A Cúpula é parte da Rio+20.
A estrutura inicialmente projetada contemplava até 10 mil participantes. Hoje, com mais de 23 mil inscritos, a Cúpula trabalha com alternativas para que pelo menos parte da estratégia seja concretizada. "O que tínhamos no início, de total abastecimento por meio da pequena agricultura, não conseguiremos cumprir. A pequena agricultura tem essa potencialidade, mas a nossa estrutura não", disse Marcelo Durão, representante da Via Campesina e integrante do Grupo de Articulação da Cúpula.
A alimentação agroecológica é uma das principais bandeiras dos movimentos sociais ligados às questões agrícolas, que propõem uma produção baseada na agricultura familiar e sem a utilização de agrotóxicos ou outros agentes químicos. Buscam também evitar o desmatamento de grandes áreas para a produção em larga escala, característica do agronegócio brasileiro.
Em vez de oferecer três refeições diárias, os organizadores distribuirão café da manhã e lanche da tarde para todos os participantes alojados nos cinco acampamentos montados no Sambódromo, na Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Estação Ferroviária Leopoldina e em dois Centros Integrados de Educação Pública (Cieps). O custo estimado é de R$ 2,5 milhões, 25% do orçamento total da Cúpula.
Estratégia. A organização busca então o que chama de estratégia combinada: enquanto uma parcela da alimentação será oferecida por meio de organizações de economia solidária, na qual está a agricultura familiar, os participantes serão direcionados para os restaurantes próximos aos alojamentos e ao Aterro.
"Infelizmente não temos estrutura de cozinha para dar conta desse aumento enorme e exponencial de participação. Não temos condição de atender tudo, mas queremos acolher da melhor maneira possível esse desejo de participação", disse Fátima Mello, diretora da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional e integrante do Grupo de Articulação da Cúpula.
Embora a movimentação diária de pessoas no Aterro do Flamengo seja estimada em 20 mil a 25 mil participantes, os alojamentos à disposição oferecem acomodação para até 15 mil visitantes. "Temos uma demanda de 23 mil pessoas querendo vir e temos uma dificuldade de receber esse público garantindo segurança, transporte e alimentação para todos", afirmou Durão.
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Brasil detém tecnologia para construir ônibus elétrico
O Brasil está no rol de países que dispõem da tecnologia para o ônibus elétrico. Uma parceria entre a Coppe/UFRJ e a empresa brasileira Tracel desenvolveu um ônibus híbrido movido a hidrogênio e energia elétrica, com capacidade para 70 passageiros.
Mais silencioso que os movidos a diesel, o ônibus dispõe de internet sem fio e tomadas para que passageiros possam carregar seus aparelhos eletrônicos.
ônibus movido a hidrogênio e energia elétrica com tecnologia 100% desenvolvida no Brasil
O veículo, cuja a tecnologia é 100% brasileira, tem custo estimado em R$ 1 milhão e autonomia para rodar por 500 km com o "tanque" cheio. O hidrogênio é usado para colocar o automóvel em movimento enquanto a energia garante a manutenção da velocidade.
O protótipo é uma atualização de um modelo lançado pela Coppe em 2010. De acordo com o diretor-executivo da Tracel, José Lavaquial, a tecnologia já está pronta para ser vendida para empresas de transporte urbano ou fabricantes de ônibus.
"Houve melhorias de autonomia em relação ao primeiro modelo. Já estamos em contato com empresas interessadas."
Segundo o professor do Laboratório de Hidrogênio da Coppe, Paulo Emílio de Miranda, o veículo não emite nenhuma partícula de carbono.
O ônibus, disse ele, utiliza cinco quilos de hidrogênio para cada 100 km percorridos. Segundo a Tracel, o custo do hidrogênio é de US$ 6 por quilo --ou US$ 15 para cada 100 quilômetros. Ainda não há, porém, postos de abastecimento e fornecimento em larga escala do combustível.
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Documento final da Rio+20 não fica pronto nesta sexta, diz porta-voz
CLAUDIA ANTUNES DO RIO
Nikhil Seth, o porta-voz do secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang, confirmou que o documento final da conferência não ficará pronto nesta sexta-feira (15), como estava originalmente previsto.
Como a Folha antecipou na edição de hoje, a negociação se estenderá até a cúpula de chefes de Estado e governo, que começa na próxima quarta-feira. Caberá ao Brasil, que como país-sede tem a presidência da Rio+20, definir o mecanismo de negociação a partir deste sábado (16).
Os pontos que estão travando a conclusão do documento são o financiamento da transição para o desenvolvimento sustentável, a definição de economia verde, a reafirmação do princípio das "responsabilidades comuns, mas diferenciadas" -- pelo qual os países ricos devem assumir a maior parte dos custos da transição -- e o futuro quadro institucional para o tema.
Neste último ponto, caberá definir se o Pnuma, programa da ONU para o ambiente, será ou não transformado em uma agência das Nações Unidas, com mais poderes e contribuições obrigatórias de todos os países.
Na quinta-feira (14), o negociador-chefe brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, disse que o Brasil não tem um documento alternativo "na manga", mas vai procurar aproximar posições, sem abrir mão de um documento que seja "o mais ambicioso possível".
Segundo Seth, a expectativa agora é que negociação seja concluída no dia 19, véspera da cúpula de "alto nível".
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Nikhil Seth, o porta-voz do secretário-geral da Rio+20, Sha Zukang, confirmou que o documento final da conferência não ficará pronto nesta sexta-feira (15), como estava originalmente previsto.
Como a Folha antecipou na edição de hoje, a negociação se estenderá até a cúpula de chefes de Estado e governo, que começa na próxima quarta-feira. Caberá ao Brasil, que como país-sede tem a presidência da Rio+20, definir o mecanismo de negociação a partir deste sábado (16).
Os pontos que estão travando a conclusão do documento são o financiamento da transição para o desenvolvimento sustentável, a definição de economia verde, a reafirmação do princípio das "responsabilidades comuns, mas diferenciadas" -- pelo qual os países ricos devem assumir a maior parte dos custos da transição -- e o futuro quadro institucional para o tema.
Neste último ponto, caberá definir se o Pnuma, programa da ONU para o ambiente, será ou não transformado em uma agência das Nações Unidas, com mais poderes e contribuições obrigatórias de todos os países.
Na quinta-feira (14), o negociador-chefe brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, disse que o Brasil não tem um documento alternativo "na manga", mas vai procurar aproximar posições, sem abrir mão de um documento que seja "o mais ambicioso possível".
Segundo Seth, a expectativa agora é que negociação seja concluída no dia 19, véspera da cúpula de "alto nível".
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Semana do Meio Ambiente - oficinas ecológicas
Nesta quinta-feira, 14, o curso de Biologia da Faculdade São Luís de Jaboticabal promoveu um evento alusivo a Semana do Meio Ambiente. Onde foram realizadas oficinas ecológicas de:
Produção de Papel e Artesanato Ecológico com fibras vegetais alternativas.
Prof. Ms. Alex L. Andrade Melo
Papel Machê
Profa. Esp. Thaís Desidério
Conservação da Biodiversidade: Coleções de Plantas
Profa. Dra. Cíntia Erbert.
Durante o evento 300 mudas de árvores frutíferas, doadas pela Polícia Ambiental de Jaboticabal.
O nosso agradecimento a direção da faculdade, coordenação e funcionários, em especial a funcionária Rosinha pelo apoio.
Algumas fotos do evento. Mais fotos podem ser encontradas no Facebook.
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