O Curso de Inverno é uma iniciativa dos mestrandos e doutorandos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Se você é graduando ou recém-formado e pretende fazer pós-graduação em Botânica, este curso é para você.
de 2 a 20 de julho de 2012. Informações e inscrição: botanicanoinverno.ib.usp.br
Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Cheiro de livros velhos
Quando entramos em sebos (lugares onde se vendem livros usados e antigos), sentimos aquele aroma particular de livros envelhecidos pelo tempo. Alguns amam o cheiro e outros o detestam. Mas de onde ele vem?
Os livros são feitos de matéria orgânica, que reage ao calor, à luz, à umidade e aos produtos químicos utilizados na sua produção. O cheiro, portanto, é resultado da reação do material orgânico com esses fatores.
Químicos da University College London, em Londres, no Reino Unido, investigaram o odor de livros velhos e chegaram à conclusão que os papéis de livros mais velhos liberam centenas de substâncias orgânicas voláteis.
Segundo esse grupo de pesquisadores, liderados por Matija Strlic, o cheiro é uma combinação de grama, ácidos, baunilha e mofo.
Os produtos químicos, dos quais os cientistas falam, são encontrados na pasta de madeira e de celulose, das quais o papel é feito, e nas tintas utilizadas no texto e nas ilustrações. Do ponto de vista químico, a principal razão para a decomposição dos livros é a acidez, que é ainda mais forte em livros impressos nos séculos 19 e 20, que se deterioram mais rapidamente.
Mas, ao contrário do que pensa o senso comum, os primeiros livros impressos sobreviveram por mais de 500 anos devido à pureza do papel.
Além disso, livros também podem reagir com materiais externos, como um recorte de jornal, por exemplo, que pode ser deixado dentro do livro, o que causa uma reação do papel do livro com a tinta e o papel ácido barato do jornal.
Mais: os livros podem absorver cheiros fortes do ambiente. Isso é visto com o tabaco e a fumaça. Portanto, a melhor maneira de guardar seus livros é em ambientes secos e frescos, bem longe da luz direta do sol. [AbeBooks] [Hypescience]
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Ovos e Vinagre
O que acontece com um ovo se eu mergulhá-lo no vinagre? Essa pergunta o site Hipernovas respondeu nesta sequencia fotográfica muito legal.
O vinagre dissolve totalmente a casca do ovo deixando só a película que protege a clara e a gema. Como resultado, temos um ovo sem casca.
É um bom experimento para se realizar em sala de aula, no ensino fundamental. Leia mais em: O que acontece com um ovo se eu mergulhá-lo no vinagre?
O vinagre dissolve totalmente a casca do ovo deixando só a película que protege a clara e a gema. Como resultado, temos um ovo sem casca.
É um bom experimento para se realizar em sala de aula, no ensino fundamental. Leia mais em: O que acontece com um ovo se eu mergulhá-lo no vinagre?
![]() | ![]() |
![]() | ![]() |
![]() | ![]() |
![]() | ![]() |
titanoboa
A titanoboa foi a maior cobra que já existiu no mundo,aterrorizante ameaçadora ela já vivia na terra a mais de 60 milhões de anos atrás(segundo os cientistas),logo depois da extinção dos dinossauros.E foi trazida de volta a vida pela Smithsonian.Ela ofuscava o poder de qualquer Anaconda.
"Esta é uma descoberta que parece tão fantástica que pode parecer ser um objeto de fantasia. Uma criatura que surgiu de um passado Spielberg-imaginado e sim, ele tem um nome que evoca um monstro gigante e místico. Ele é chamado Titanoboa ", David Royale, a cabeça do Canal Smithsonian de programação, anunciou.
Através da comparação do tamanho e forma das suas vértebras fossilizadas com aquelas das cobras atuais, os investigadores estimam que medisse cerca de 13 metros de comprimento, 1,1 metros de diâmetro e pesasse cerca de 1 100 kg, o que faz desta a maior espécie de serpente alguma vez descoberta. Foram encontrados fósseis de 28 indivíduos desta espécie nas minas de carvão de Cerrejón, Colômbia no início de 2009. Antes desta descoberta eram poucos os fósseis de vertebrados deste período descobertos nos antigos ambientes tropicais da América do Sul.
As vértebras de cobra foram descobertos em uma área que se acredita ter sido uma antiga floresta tropical da época do Paleoceno.Crânios de serpente quase nunca são encontrados como eles são extremamente frágeis e geralmente se desintegram.
"Uma das perguntas que tivemos foi por isso que ficou tão grande e nós pensamos que a resposta é porque ele era muito mais quente nos trópicos durante esse tempo.''
fonte: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech
quinta-feira, 19 de abril de 2012
I Fórum Multidisciplinar sobre Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais
Na próxima semana será realizado o I Fórum Multidisciplinar sobre Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais. Este evento foi organizado pelo Curso de Direito e participação dos Cursos de Administração, Biologia e Enfermagem da Faculdade de Educação São Luís.
Portanto, os alunos que se interessarem em participar do evento, não receberão faltas e valerá como horas de Atividades Científicas e Culturais (16h). Prestigiem e enriqueçam o seu curriculo.
Data: 23 à 26/04. Horário: 19:30h Inscrição: 15,00 reais. (setor de eventos)
Programação:
Segunda-23/4: Prof. Dr. Luís Alberto Davi Araújo - Doutor em Direito Constitucional
A proteção constitucional das pessoas com deficiência
Debatedor: Dr. Paulo Henrique de Oliveira Arantes - Promotor de Justiça de Jaboticabal
Terça-24/4: Profa. Alessandra Aparecida Branco Vieira - Presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência
Prof. Valdecir Kuhl - Professor na Unidade de Atendimento a Pessoa com Deficiência Visual e Múltipla "Olhos da Alma"
Mercado de Trabalho: inclusão das Pessoas com deficiência
Profa. Camila Magrin - Professora de Direito Previdenciário
Quarta-25/4: Prof. Dr. Sinval Avelino dos Santos - Saúde mental, pessoas com deficiência e cidadania.
Professor Dr Gustavo Justino de Oliveira - As parcerias do Estado com o Terceiro Setor no atendimento das pessoas com deficiência
Quinta-26/4 Profa. Ms. Fabiana Chinalia - Inclusão Escolar: diálogos entre a educação especial e regular
Profa. Daniele Berchieri - Relato de experiência da Apae de Jaboticabal no processo de inclusão escolar de pessoas com deficiência intelectual
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Microscópio de bolso
Quer transformar seu iphone em um microscópio e tirar fotos realmente incríveis?
É simples, basta adicionar com cuidado uma gota de água na parte externa da lente de captura do gadget e ligar o aparelho.
Quem descobriu isso foi a revista Scientific American e o resultado é surpreendente. Confira.
Eles explicam que pelo formato da gota faz com que ela funcione como uma lupa. Segundo o periódico, quanto maior a gotícula utilizada, maior será a ampliação das imagens. Como o líquido é muito sensível a vibrações, o menor movimento das mãos na hora da captura pode ocasionar distorções nas figuras. Para que as fotografias tenham nitidez, a dica é usar algum aparato para deixar o smartphone estabilizado.
Utilizei um Sony Ericsson W705 Walkman e o resultado foi interessante...
Leia mais:Transforme seu iPhone em um microscópio adicionando uma gota de água
Transform Your iPhone Into a Microscope: Just Add Water
É simples, basta adicionar com cuidado uma gota de água na parte externa da lente de captura do gadget e ligar o aparelho.
Quem descobriu isso foi a revista Scientific American e o resultado é surpreendente. Confira.
Eles explicam que pelo formato da gota faz com que ela funcione como uma lupa. Segundo o periódico, quanto maior a gotícula utilizada, maior será a ampliação das imagens. Como o líquido é muito sensível a vibrações, o menor movimento das mãos na hora da captura pode ocasionar distorções nas figuras. Para que as fotografias tenham nitidez, a dica é usar algum aparato para deixar o smartphone estabilizado.
Utilizei um Sony Ericsson W705 Walkman e o resultado foi interessante...
Leia mais:Transforme seu iPhone em um microscópio adicionando uma gota de água
Transform Your iPhone Into a Microscope: Just Add Water
terça-feira, 17 de abril de 2012
Animals Inside Out
A plastinação é uma técnica de preservação de matéria biológica que consiste em extrair os líquidos corporais de um cadáver e substitui-los por resinas rígidas. Com isso é possível não só utilizar “artisticamente” estes corpos como também aproveitar diferentes “camadas”.
Esta nova exposição foi feita por Gunther von Hagens, criador da técnica da plastinação nos anos 70. Georgina Bishop, a desenvolvedora do projeto, explica que agora “o visitante verá o animal de perto, em uma nova maneira e com os mais espetaculares detalhes”.
Os organizadores do evento garantem que nenhum dos animais utilizados na exposição foram mortos para este fim. A maioria vivia em cativeiro e foi doada após o falecimento para compor o acervo. O próprio museu onde acontece o evento realizou uma diligência para certificar os visitantes disso.
É uma exposição curiosa, onde podemos ver detalhes anatômicos de cada espécie. Então se você por acaso estiver em Londres dê uma passadinha no Museu de História Natural onde a exibição ficará até setembro.
Animals turned inside out at the Natural History... por itnnews
Abordagem matemática evidencia as diferenças entre os discursos de quem tem mania ou esquizofrenia
Como o estudo foi feito: os entrevistados relatavam um sonho e a entrevistadora convertia as palavras mais importantes em pontos e as frases em setas para examinar a estrutura da linguagem
Para os psiquiatras e para a maioria das pessoas, é relativamente fácil diferenciar uma pessoa com psicose de quem não apresentou nenhum distúrbio mental já diagnosticado: as do primeiro grupo relatam delírios e alucinações e por vezes se apresentam como messias que vão salvar o mundo. Porém, diferenciar os dois tipos de psicose – mania e esquizofrenia – já não é tão simples e exige um bocado de experiência pessoal, conhecimento e intuição dos especialistas. Uma abordagem matemática desenvolvida no Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) talvez facilite essa diferenciação, fundamental para estabelecer os tratamentos mais adequados para cada enfermidade, ao avaliar de modo quantitativo as diferenças nas estruturas de linguagem verbal adotadas por quem tem mania ou esquizofrenia.
A estratégia de análise – com base na teoria dos grafos, que representou as palavras como pontos e a sequência entre elas nas frases por setas – indicou que as pessoas com mania são muito mais prolixas e repetitivas do que as com esquizofrenia, geralmente lacônicas e centradas em um único assunto, sem deixar o pensamento viajar. “A recorrência é uma marca do discurso do paciente com mania, que conta três ou quatro vezes a mesma coisa, enquanto aquele com esquizofrenia fala objetivamente o que tem para falar, sem se desviar, e tem um discurso pobre em sentidos”, diz a psiquiatra Natália Mota, pesquisadora do instituto. “Em cada grupo”, diz Sidarta Ribeiro, diretor do instituto, “o número de palavras, a estrutura da linguagem e outros indicadores são completamente distintos”.
Leia mais na reportagem de CARLOS FIORAVANTI intitulada: As linguagens da psicose Na Revista Pesquisa Fapesp on-line.
Para os psiquiatras e para a maioria das pessoas, é relativamente fácil diferenciar uma pessoa com psicose de quem não apresentou nenhum distúrbio mental já diagnosticado: as do primeiro grupo relatam delírios e alucinações e por vezes se apresentam como messias que vão salvar o mundo. Porém, diferenciar os dois tipos de psicose – mania e esquizofrenia – já não é tão simples e exige um bocado de experiência pessoal, conhecimento e intuição dos especialistas. Uma abordagem matemática desenvolvida no Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) talvez facilite essa diferenciação, fundamental para estabelecer os tratamentos mais adequados para cada enfermidade, ao avaliar de modo quantitativo as diferenças nas estruturas de linguagem verbal adotadas por quem tem mania ou esquizofrenia.
A estratégia de análise – com base na teoria dos grafos, que representou as palavras como pontos e a sequência entre elas nas frases por setas – indicou que as pessoas com mania são muito mais prolixas e repetitivas do que as com esquizofrenia, geralmente lacônicas e centradas em um único assunto, sem deixar o pensamento viajar. “A recorrência é uma marca do discurso do paciente com mania, que conta três ou quatro vezes a mesma coisa, enquanto aquele com esquizofrenia fala objetivamente o que tem para falar, sem se desviar, e tem um discurso pobre em sentidos”, diz a psiquiatra Natália Mota, pesquisadora do instituto. “Em cada grupo”, diz Sidarta Ribeiro, diretor do instituto, “o número de palavras, a estrutura da linguagem e outros indicadores são completamente distintos”.
Leia mais na reportagem de CARLOS FIORAVANTI intitulada: As linguagens da psicose Na Revista Pesquisa Fapesp on-line.
Beleza na natureza
Todos ainda vivem entre nós, mas a maioria deles estão ameaçados de extinção devido ao desmatamento que acaba com o habitat natural dos bichos e alguns correm sérios riscos de serem exterminados da Terra justamente por sua aparência incomum que tem atraído colecionadores, fotografos e estudiosos.
O Blog Diferentes conhecimentos listou alguns animais dignos de nota... Vale a pena conferir em: Animais Super Esquisitos
O Blog Diferentes conhecimentos listou alguns animais dignos de nota... Vale a pena conferir em: Animais Super Esquisitos
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Nasa descobre planeta que pode ser habitável
Astrônomos da Nasa (agência espacial americana) confirmaram nesta segunda-feira a existência de um planeta com características similares à da Terra, em uma 'zona habitável', girando em torno de uma estrela ainda desconhecida.
O Kepler 22-b tem 2,4 vezes o tamanho da Terra e está situado a 600 anos luz de distância. A temperatura média da superfície é de 22º C.
Ainda não se sabe a composição do Kepler 22-b, se é feito de rochas, gás ou líquido. O planeta já é chamado de 'Terra 2.0' pelos cientistas da Nasa.
Durante a coletiva de imprensa, em Moffet Field, na Califórnia, a astrônoma Natalie Batalha disse que os cientistas ainda investigam a possibilidade de existência de mais 1.094 planetas, alguns deles em zonas 'habitáveis'.
Ciência na mídia
A FAPESP convida para o seminário "Ciência na Mídia", que promoverá uma reflexão, por meio de um diálogo entre pesquisadores e jornalistas, sobre as formas pelas quais os diversos veículos de comunicação têm divulgado a atividade científica.
FAPESP - Auditório
16 de abril de 2012, das 9 às 18h
Rua Pio XI, 1500 – Alto da Lapa
São Paulo – SP
CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA (vagas limitadas): www.fapesp.br/eventos/ciencianamidia/inscricao
As palestras serão traduzidas do inglês para o português
Sugestão de estacionamento: Rua Jorge Americano, 89
FAPESP - Auditório
16 de abril de 2012, das 9 às 18h
Rua Pio XI, 1500 – Alto da Lapa
São Paulo – SP
CONFIRMAÇÃO DE PRESENÇA (vagas limitadas): www.fapesp.br/eventos/ciencianamidia/inscricao
As palestras serão traduzidas do inglês para o português
Sugestão de estacionamento: Rua Jorge Americano, 89
Brilho dos fungos
Químicos revelam sistema enzimático que produz luminescência em linhagens distintas
No mundo dos cogumelos também há vaga-lumes. São os fungos bioluminescentes, que no escuro emitem um brilho verde (ver Pesquisa FAPESP nº 168). Mesmo em ramos muito distantes da árvore genealógica desses organismos, a luminosidade tem uma única origem química: a quebra da mesma substância luciferina pela enzima luciferase, segundo acaba de mostrar o grupo do químico Cassius Stevani, da Universidade de São Paulo (USP) em artigo que será a capa da edição de maio da Photochemical & Photobiological Sciences, mas já está disponível no site da revista.
O resultado é inesperado porque são apenas 71 espécies de fungos bioluminescentes em meio a quase 100 mil descritas. E com parentesco muitas vezes distante, distribuídas em quatro linhagens que divergiram no início da evolução desse grupo. Sendo a emissão de brilho uma característica rara, seria de se esperar que cada um dos casos tivesse surgido de forma independente. “É uma questão interessante do ponto de vista evolutivo”, resume Stevani.
Em termos químicos, foi um avanço recente – também pelo grupo da USP, em 2009 – provar que a bioluminescência dos fungos tem natureza enzimática, hipótese que andava desacreditada. Funciona, portanto, como o pisca-pisca dos vaga-lumes, por um sistema de luciferina e luciferase. Só que esses nomes são usados de maneira genérica: luciferina é qualquer substância que, quebrada por uma enzima específica, emite luz. Mas a luciferina dos insetos, por exemplo, é completamente diferente daquela dos fungos.
No mundo dos cogumelos também há vaga-lumes. São os fungos bioluminescentes, que no escuro emitem um brilho verde (ver Pesquisa FAPESP nº 168). Mesmo em ramos muito distantes da árvore genealógica desses organismos, a luminosidade tem uma única origem química: a quebra da mesma substância luciferina pela enzima luciferase, segundo acaba de mostrar o grupo do químico Cassius Stevani, da Universidade de São Paulo (USP) em artigo que será a capa da edição de maio da Photochemical & Photobiological Sciences, mas já está disponível no site da revista.
O resultado é inesperado porque são apenas 71 espécies de fungos bioluminescentes em meio a quase 100 mil descritas. E com parentesco muitas vezes distante, distribuídas em quatro linhagens que divergiram no início da evolução desse grupo. Sendo a emissão de brilho uma característica rara, seria de se esperar que cada um dos casos tivesse surgido de forma independente. “É uma questão interessante do ponto de vista evolutivo”, resume Stevani.
Em termos químicos, foi um avanço recente – também pelo grupo da USP, em 2009 – provar que a bioluminescência dos fungos tem natureza enzimática, hipótese que andava desacreditada. Funciona, portanto, como o pisca-pisca dos vaga-lumes, por um sistema de luciferina e luciferase. Só que esses nomes são usados de maneira genérica: luciferina é qualquer substância que, quebrada por uma enzima específica, emite luz. Mas a luciferina dos insetos, por exemplo, é completamente diferente daquela dos fungos.
Assinar:
Postagens (Atom)














