quarta-feira, 21 de março de 2012

Impressora que reutiliza o papel

Engenheiros da Universidade de Cambridge criaram uma “desimpressora” que permite reutilizar o papel que já estava com tinta.
O método envolve o uso de rápidas aplicações de laser para apagar as palavras e imagens, aquecendo o material impresso até o ponto que ele vaporiza. Os pesquisadores dizem que o aparelho funciona com papeis e tintas comuns, e acaba sendo mais ecológico do que a reciclagem.
Porém, mais pesquisa ainda é necessária para que o produto seja disponibilizado no mercado. “Quando você usa o laser, ele atinge a fina camada de tinta e aquece até o ponto que ela vaporiza”, afirma o líder do estudo, David Leal-Ayala.
A Toshiba já vende uma impressora que apaga a tinta, mas a máquina depende de sua própria tinta especial para funcionar.
Pulsos verdes
Os engenheiros testaram uma série de lasers ultravioletas, infravermelhos e visíveis, com velocidades diferentes. No fim, o melhor foi o laser verde, com uma duração de quatro bilionésimos de segundo.
De acordo com eles, o papel ficou sem nenhum dano e “comparável a um em branco, novo”. Um sistema de extração de gases foi usado para capturar nanopartículas e gases que poderiam prejudicar o processo.
Substituindo a reciclagem
Os pesquisadores acreditam que a reciclagem ainda vai ser um processo mais barato, mas o preço do equipamento deve diminuir conforme a produção aumentar.
“Quando você recicla o papel, usa muitas fontes”, afirma Leal-Ayala. “Você usa eletricidade, água e químicos, e o único motivo pelo qual você não reutiliza o papel é porque a tinta está nele”.
Se o papel continua em boas condições, porque utilizar um processo tão longo como a reciclagem? [BBC]
[Hypescience]

Tubarões, novas espécies descobertas em Galápagos

Cientistas descobriram uma nova espécie de tubarão, moradora do fundo do mar perto das Ilhas Galápagos.
A criatura recém-nomeada Bythaelurus giddingsi é uma espécie de tubarão gato. Esses animais nunca tinham sido vistos perto do famoso arquipélago do Pacífico Oriental, até os pesquisadores descerem cerca de 500 metros ao fundo do oceano.
“Olhamos pela janela do submarino e vimos este tubarão gato manchado”, conta John McCosker, principal autor de um artigo descrevendo o tubarão. “Foi muito emocionante, porque não esperávamos que esse gênero tivesse uma espécie de tubarão vivo em Galápagos”.
Os pesquisadores decidiram que tinham que capturar o tubarão para estudo, coisa que não foi fácil, pois ele certamente correu. Os cientistas por fim conseguiram capturar mais seis exemplares, das mais variadas cores, como cor de chocolate, salpicados com manchas claras, etc.
“Ao contrário de muitas espécies de tubarões, as manchas parecem estar distribuídas de forma aleatória, com padrões únicos para cada animal, o que é bastante notável”, disse McCosker.
A espécie é encontrada somente perto das Ilhas Galápagos, famosa por suas espécies únicas, tanto em terra quanto no mar, graças ao seu extremo isolamento geográfico.
McCosker estima que os maiores exemplares observados tinham cerca de 60 a 70 centímetros de comprimento, comprimento médio para tubarões gatos. Porém, limitado pelo instrumento de coleta do submersível, o maior tubarão que a equipe capturou tinha apenas 45 centímetros.
McCosker disse que a descoberta é “agridoce”. “Há uma grande ironia em descobrir novas espécies de tubarões, com os tubarões desaparecendo em todo o mundo, muitos vítimas do lucrativo comércio de barbatanas de tubarão para a sopa de barbatana”, comenta.[MSN]

Microbiota intestinal e suas implicações

Mudança no perfil da microbiota intestinal favorece o desenvolvimento de diabetes e obesidade
Cada pessoa traz em si um universo. Literalmente. Calcula-se que o corpo humano seja formado por 75 trilhões de células e que abrigue um número 10 vezes maior de bactérias, um bom tanto delas (cerca de 100 trilhões) nos intestinos. Esses dados não são novos, mas só recentemente passaram a despertar o interesse da ciência e da medicina. Por muito tempo se acreditou que a convivência com os inquilinos microscópicos fosse benéfica para as bactérias e seus hospedeiros na maior parte das vezes. Ou ainda que, no máximo, não favorecesse nem prejudicasse qualquer dos lados. Essa ideia de coexistência pacífica, no entanto, começou a mudar nos últimos anos quando surgiram estudos mostrando que a intimidade contínua – e, é necessário que se diga, inevitável – pode em alguns casos trazer consequências indesejáveis. Pelo menos, para o hospedeiro.
Um estudo publicado em dezembro passado por pesquisadores brasileiros na revista PLoS Biology está chamando a atenção de muita gente – teve 11 mil acessos em menos de três meses – por evidenciar uma situação em que as bactérias dos intestinos podem causar prejuízos para o organismo humano. A equipe do médico Mário Abdalla Saad, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que um determinado grupo de bactérias intestinais pode, em certas situações, iniciar um desequilíbrio metabólico que quase sempre leva ao que se tornou em apenas duas ou três décadas um dos mais importantes problemas de saúde pública do mundo: o desenvolvimento de diabetes e obesidade, que atingem, respectivamente, 350 milhões e 500 milhões de pessoas.
A alteração que antecede o diabetes e o ganho excessivo de peso é o que os médicos chamam de resistência à insulina. Quando a resistência à insulina se instala, o corpo deixa de usar de maneira adequada o hormônio que permite às células dos músculos e de outros tecidos retirar o açúcar (glicose) do sangue e convertê-lo em energia ou estocá-lo para usar mais tarde. Em experimentos com camundongos, a equipe de Saad verificou que por trás da resistência à insulina podem estar as bactérias do filo Firmicutes, grupo que reúne dezenas de espécies e, ao lado de outros grupos de bactérias, constitui a microbiota intestinal.

Leia mais esta reportagem de Ricardo Zorzetto: Conexões viscerais

Vídeo do dia

 O PODER DA NATUREZA


terça-feira, 20 de março de 2012

Competição para pesquisas em esclerose lateral amiotrófica

Inscrições para o Prêmio Paulo Gontijo de Medicina terminam em 31 de março
Jovens pesquisadores que busquem desvendar a causa e a cura da esclerose lateral amiotrófica têm, mais uma vez, a oportunidade de serem reconhecidos com um prêmio de US$ 20.000, além de uma medalha de ouro do Instituto Paulo Gontijo. Com a finalidade de incentivar e divulgar a ciência, o instituto concede um prêmio anual e, na categoria Medicina, conta com a parceria da Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica.
Pesquisadores com idade até 35 anos podem se inscrever, até o final de março, por meio dosite do Instituto Paulo Gontijo, onde também está disponível o regulamento.

A gravidade dessa doença que rouba todos os movimentos musculares, como é o caso do físico britânico Stephen Hawking, é ampla justificativa para a iniciativa de estimular e reconhecer a excelência da pesquisa que ajude a combatê-la.
Saiba mais sobre Esclerose Lateral Amiotrófica:- Mensageira da morte- Autofagia para a sobrevivência
- Em busca de conexões

protozoário causador de encefalites

Começam a aparecer os tipos locais de protozoário causador de encefalites No início de janeiro, uma mulher de 22 anos, com muita dor de cabeça e uma paralisia no lado esquerdo do corpo, decidiu ir a um ambulatório especializado de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A enfermeira que a atendeu a convenceu a fazer um teste rápido de detecção do vírus HIV, causador da Aids. O resultado, que saiu em 30 minutos, deu positivo. “A moça tinha vida sexual havia oito anos, fazia sexo desprotegido, tinha dois ou três parceiros por semana, nunca tinha feito teste para HIV e não sabia que estava com Aids”, relata o médico José Ernesto Vidal, que a atendeu em seguida. A dor de cabeça e a paralisia do lado esquerdo do corpo sugeriam uma encefalite causada pelo protozoário Toxoplasma gondii. Ele a internou de imediato para começar o tratamento contra a doença neurológica e depois, assim que possível, iniciar a medicação contra o vírus da Aids. A toxoplasmose cerebral sempre foi uma doença oportunista, transmitida normalmente por água ou alimentos contaminados (e não por via sexual), que normalmente emerge quando as defesas do organismo estão enfraquecidas. Agora essa infecção está merecendo mais atenção porque testes moleculares e genéticos, empregados como parte do diagnóstico, estão mostrando variedades de T. gondii exclusivas do Brasil, podendo causar sintomas atípicos ou mais graves em uma parte das pessoas infectadas. “Nossos testes estão mostrando que as variedades brasileiras são geneticamente diferentes dos tipos clássicos 1, 2 e 3, registrados, principalmente, nos Estados Unidos e na Europa, e algumas podem ser mais virulentas”, afirma Vidal. Formas brasileiras de toxoplasmose.
Leia mais na matéria de Carlos Fioravanti: Formas brasileiras de toxoplasmose.

Floresta amazônica e regulação climática


Estudo avalia o impacto real de vegetações nativas e cultivadas das Américas sobre a temperatura global
Quantificar o real efeito do desmatamento e das atividades agrícolas na temperatura média do planeta é o principal resultado de um trabalho realizado por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos e publicado na edição de março da revista Nature Climate Change. O conhecimento mais acurado do impacto dos ecossistemas terrestres sobre o clima se tornou possível agora porque os pesquisadores incluíram nos cálculos dois fenômenos que costumavam ser deixados de lado: a evapotranspiração (perda de água por evaporação e transpiração das plantas) e a absorção de energia solar pela vegetação. Esses fenômenos de natureza biofísica influenciam a regulação do clima local e afetam o clima global, mas eram desconsiderados. Os trabalhos anteriores, usados para traçar políticas de proteção do ambiente, só incluíam os dados sobre absorção ou liberação de gases de efeito estufa, os chamados mecanismos biogeoquímicos, que têm efeitos globais.
No estudo da Nature Climate Change os pesquisadores conseguiram condensar os efeitos biofísicos e biogeoquímicos num único índice, mais abrangente, batizado de climate regulation values (CRV). “Esse índice contabiliza os estoques de carbono e sua troca líquida nos ecossistemas, a emissão de óxido nitroso e de metano e considera também os efeitos da evapotranspiração e da absorção de energia solar associados a cada tipo de vegetação”, explica Santiago Cuadra, pesquisador do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca do Rio de Janeiro (Cefet/RJ), um dos autores do artigo.
Para saber um pouco mais sobre esta matéria: A equação do clima. De Evanildo da Silveira
Artigo científico:
ANDERSON-TEIXEIRA, K.J. et al. Climate-regulation services of natural and agricultural ecoregions of the Americas. Nature Climate Change. 8 jan. 2012.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fonte alternativa de energia?

Até recentemente, a forma mais eficiente de gerar energia a partir de um organismo vivo era colocar um hamster para correr em uma roda. Mas pesquisadores da Universidade Clarkson (em Potsdam, no estado de Nova Iorque), nos Estados Unidos, estão conseguindo transformar lesmas vivas em “baterias”, se utilizando do açúcar do sangue do animal.
O método para isso é relativamente simples. Os químicos desenvolveram pequenos eletrodos de carbono, dotados de nanotubos que têm a função de conduzir eletricidade. Para gerá-la, tais eletrodos são combinados com determinadas enzimas para compor células de bio energia. Estas células se apropriam da glicose e do oxigênio do sangue dos animais e produzem eletricidade na transferência para o eletrodo.
Este sistema não causa danos aos moluscos. Depois de a “bateria” funcionar perfeitamente por algumas horas, basta que as lesmas se alimentem normalmente e descansem para que o sangue retorne a níveis saudáveis de seus componentes. Mesmo enquanto os eletrodos estão acoplados, elas podem viver e se movimentar sem problemas.
É claro que uma lesma nestas condições ainda produz muito menos energia do que uma pilha palito. Os cientistas afirmam que já estão desenvolvendo estratégias para aumentar o “aproveitamento energético” das lesmas, e que o mesmo procedimento também pode ser utilizado em outros animais, como minhocas e outros insetos. Além disso, é possível que haja outras substâncias nestes organismos que também possam alimentar os eletrodos.
A questão impressionante, no entanto, nem chega a ser a quantidade energética. O exército dos EUA já apresentou a ideia de que estas “lesmas energéticas” podem ser transformadas em pontos eletrônicos, que podem servir como sensores. Seria o primeiro exemplo de “sensor vivo” da história, integrado ao meio natural como nenhum outro aparato eletrônico jamais conseguiu. Algo como… uma lesma ciborgue.
Leia mais: Lesma ciborgue é transformada em bateria viva.[LiveScience][Hypescience]

“para matar a tristeza, só mesa de bar" ... Na 'Science'.

Rejeitadas por parceiras, moscas buscam consolo no álcool, diz estudo
Sexo libera substância química que reduz procura pela bebida. Pesquisa foi publicada pela revista 'Science'.
Uma mosca entra no bar, chama o garçom e diz: “para matar a tristeza, só mesa de bar". A cena é surreal, mas tem algum fundamento científico – exceto pelo fato de que ainda não há estudos mostrando que moscas sejam fãs de Reginaldo Rossi.
Mas há sim uma pesquisa que mostra que o álcool é uma saída, ou pelo menos um consolo, para a dor de cotovelo na espécie – onde quer que esteja o cotovelo de uma mosca.
A experiência que chegou a essa conclusão foi feita nos laboratórios da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos EUA. As moscas macho foram separadas em dois grupos – um deles foi colocado ao lado de fêmeas virgens, que permitem a cópula, e o outro teve contato com fêmeas arredias.
Depois, os insetos puderam optar entre dois tipos de alimentos – com ou sem álcool. Foi quando os cientistas descobriram que as moscas rejeitadas gostam da bebida alcoólica – bem mais do que as que conseguiram sexo.
Acontece que o sexo eleva o nível de uma substância chamada “neuropeptídeo F”, ligada ao chamado sistema de recompensa do cérebro. Quanto menor esse nível, maior a chance de que a mosca consuma álcool.
Como se trata de uma relação química, a descoberta pode ser desenvolvida a ponto de explicar mecanismos do alcoolismo em humanos. A pesquisa foi divulgada pela “Science”, uma das mais prestigiadas revistas científicas do mundo, nesta quinta-feira (15).
Leia mais na matéria de Tadeu Meniconi, Do G1, em São Paulo

Planeta dos Macacos

Gorilas compartilham muitas mudanças genéticas paralelas com humanos - incluindo a evolução de nossa audição
Nossos ancestrais passaram pela divisão evolutiva com os gorilas há cerca de 10 milhões de anos, mas ainda compartilhamos um notável número de genes com o grande macaco, de acordo com um inovador estudo publicado nesta quarta-feira (7).
Um consórcio mundial de cientistas sequenciou o genoma do gorila da planície ocidental e comparou mais de 11 mil de seus genes com os dos humanos modernos, Homo sapiens, e os dos chimpanzés.
Os gorilas se separaram da linhagem humano-chimpanzé há cerca de 10 milhões de anos, e cerca de quatro milhões de anos depois homens e chimpanzés emergiram como espécies diferentes, uma ideia que coincide com as evidências fósseis.
A comparação também derruba convicções sobre similaridades entre os principais primatas, dizem os pesquisadores.
Como era esperado, humanos e chimpanzés compartilhavam a maior parte dos genes. Mas 15% do genoma humano é mais próximo ao genoma do gorila do que ao do chimpanzé - e 15% do genoma do chimpanzé é mais próximo ao genoma do gorila do que ao do humano.
"Nossas descobertas mais significativas revelam não apenas diferenças entre as espécies refletindo milhões de anos de divergências evolutivas, mas também similaridades nas mudanças em paralelo ao longo do tempo desde seu ancestral comum", disse Chris Tyler-Smith, do Britain's Wellcome Trust Sanger Institute.
"Descobrimos que gorilas compartilham muitas mudanças genéticas paralelas com humanos - incluindo a evolução de nossa audição".
"Cientistas sugeriram que a rápida evolução dos genes de audição dos humanos estava ligada à evolução da linguagem. Nossos resultados colocam isso em questão, já que os genes de audição evoluíram em gorilas na mesma proporção que nos humanos".
Os próprios gorilas começaram a se dividir em dois grupos, o gorila da planície oriental e o gorila da planície ocidental, cerca de um milhão de anos atrás.
O estudo joga um balde de água fria naqueles que defendem a noção de que a separação entre espécies de primatas ocorreu de maneira abrupta, em um período relativamente curto. Na verdade, o processo foi longo e muito gradual.
Havia provavelmente uma quantidade razoável de "fluxo gênico", ou um cruzamento entre linhagens genéticas levemente diferentes, os dois antes que os gorilas se separassem dos outros macacos e antes que os próprios gorilas se dividissem em duas espécies.
Poderia haver um paralelo na separação entre chimpanzés e bonomos, ou entre humanos modernos e Neanderthais, afirmam os autores.
Uma nova teoria sobre Neanderthais é que eles eram mais do que primos próximos - o H. sapiens ocasionalmente cruzava com eles e incorporou alguns de seus genes nos humanos modernos.
Os próprios Neandherthais se extinguiram como uma espécie separada há cerca de 40 mil anos, dizimados quer por uma mudança climática ou devido ao próprio H. sapiens, de acordo com algumas hipóteses.
A amostra de DNA foi retirada de uma gorila da planície ocidental chamada Kamilah.
Depois de prosperar por milhões de anos, os gorilas sobrevivem hoje em apenas algumas poucas populações ameaçadas da África central, e sua quantidade diminui devido à caça e à perda de habitat.
"Bem como nos ensinar sobre evolução humana, o estudo dos grandes macacos nos conecta a um tempo no qual nossa existência era mais tênue, e, ao fazer isso, ressalta a importância de proteger e conservar estas espécies notáveis", afirma o estudo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Docente da Faculdade São Luís ganha prêmio no Salão de Artes de Araras

O Prof. Ms. Paulo Tosta, Coordenador de Estágio do curso de Matemática da Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal, foi premiado no 69º Saap, Salão Ararense de Artes Plásticas, “Antônio Rodini”, modalidade acadêmica. As obras vencedoras foram: “Seu Brasil” e “Rafaela”, que retrata a filha de um amigo do artista.
“Este foi o primeiro salão do ano, e graças a Deus, com essa brilhante conquista. Este ano haverá outros salões e já estou preparando os trabalhos”, afirma o professor.
A premiação acontecerá no dia 17 de março, no Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita”, às 20h. A exposição, que conta com 57 obras, pode ser visitada até dia 1º de abril.
A Faculdade São Luís parabeniza o Prof. Paulo Tosta por novamente destacar-se frente à comunidade artística nacional, com mais essa conquista. A Instituição também aproveita para incentivar os amantes de arte a comparecer e prestigiar o artista jaboticabalense!
Serviço:
O Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita” fica na Avenida Ângelo Franzini, s/n, Jd. dos Ypês.
Para mais informações sobre o evento, acesse o site da Prefeitura Municipal de Araras
Luciana Teixeira

Vídeo do dia

Este vídeo da câmera de segurança de um hotel na Califórnia durante um terremoto em 2010. Atente para o deslocamento da coluna de água da piscina, e imagine a quantidade de energia necessária para que isso ocorra (pense em você tentando carregar uma bacia com água).
Infelizmente não temos maiores detalhes sobre este tremor.

Mariposa ameaça vinhedos da Itália

 (Foto: NBC Naturalis)
Uma espécie desconhecida de mariposa preocupa produtores da região vinícola do norte da Itália, segundo pesquisadores.
Cientistas italianos descobriram a mariposa em 2006, mas não conseguiram identificá-la.
O que eles sabem é que as lagartas que dão origem às mariposas atacam as folhas das videiras, devorando as partes mais comestíveis, destruindo as plantações.
Ao examinar uma parte do código genético da mariposa, os pesquisadores confirmaram que ela é de uma espécie desconhecida.
A equipe de cientistas italianos teve a ajuda do especialista em insetos do Centro para Biodiversidade de Leiden, na Holanda, Erik van Nieukerken.
"Inicialmente, consultamos a literatura (científica) para descobrir o que já se sabia a respeito", disse o especialista à BBC, acrescentando que eles descobriram que pouco era conhecido sobre este grupo de mariposas.
Nieukerken e a equipe de cientistas examinaram então o código genético da mariposa.
"Percebi que esta mariposa, apesar de ser muito comum na América do Norte, não tinha um nome", disse o cientista.
A nova espécie foi batizada de Antispila oinophylla e, anteriormente, foi confundida com outra espécie da América do Norte, a Antispila ampelopsifoliella.

Tiranossauro rex possuía a mordida mais potente entre todos os animais

Londres, 29 fev (EFE).- Entre todos os animais que caminharam alguma vez sobre a Terra, o Tiranossauro rex é o que possuía a mordida mais potente, segundo um estudo publicado nesta terça-feira pela revista "Biology Letters", da Royal Society de Londres.
A força da mandíbula do dinossauro dividiu durante anos a comunidade científica, até o ponto de alguns especialistas defenderem que a mordida do tiranoussauro rex era tão fraca que o animal devia limitar-se a comer os restos de presas mortas.
Uma simulação por computador determinou, no entanto, que o Tiranossauro rex, que viveu há 65 milhões de anos, podia exercer uma força com sua mandíbula de entre 20 mil e 57 mil newtons, até quatro vezes maior que o animal vivo com a mordida mais potente, a águia americana.
O estudo, desenvolvido por uma equipe da Universidade de Liverpool, sugere que esse dinossauro, que podia alcançar 12 metros de comprimento e quatro de altura, era capaz de caçar grandes animais para alimentar-se e partir os ossos de suas presas com os dentes.
Os músculos da mandíbula dos dinossauros não se conservam entre os restos fósseis com os quais trabalham os cientistas, por isso os responsáveis da pesquisa avaliaram diferentes modelos possíveis de tecido muscular para calcular a força exercida pela mandíbula de um tiranossauro.
Mesmo nos modelos nos quais os músculos eram mais fracos, a simulação por computador determinou que a potência da mandíbula do dinossauro era duas vezes maior do que se imaginava até agora.
"O poder da mandíbula do Tiranossauro rex foi um tema muito debatido durante anos. Os cientistas contam apenas com seu esqueleto, já que os músculos não se fossilizam, portanto em muitas ocasiões temos que confiar em análises estatísticas ou em comparações qualitativas com animais vivos", explicou o responsável pelo estudo, Karl Bates.
Para contextualizar seus resultados, a equipe de Bates calculou a força exercida por uma mandíbula humana e de uma águia se tivessem o tamanho da de um tiranossauro.
Em ambos casos, a potência era maior em relação a uma mandíbula de tamanho natural, apesar do "enigmático dinossauro gigante" continuar possuindo a mordida mais poderosa.
"Nossos resultados mostram que o rex tinha uma mordida extremamente potente. É um dos predadores mais perigosos que habitaram nosso planeta, e seu esqueleto e seu sistema muscular continuarão fascinando os cientistas durante anos", concluiu  Bates.EFE

quarta-feira, 14 de março de 2012

Tubarão....

Conhecido como Mitsukurina owstoni, o Tubarão Duende é realmente uma criatura estranha e solitária. Identificado principalmente pela forma incomum de sua cabeça, ou focinho, que é muito maior do que o dos outros tubarões, e também por sua pele rosada.
O aspecto mais estranho e mais legal deste tubarão incomum é sua mandíbula retrátil, que se assemelha ao monstro que aterroriza Sigourney Weaver no clássico filme de terror/ficção Alien, o oitavo passageiro. A mandíbula realmente parece saltar da sua boca no processo de captura de suas presas inocentes, que incluem: lulas, caranguejos e peixes.
Leia mais em: Conheça o estranho Tubarão Duende
Assista estes vídeos com este monstro dos mares:

Se o sertão vai virar mar....

O Mar de Aral é na verdade um lago de água salgada situado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão. Era considerado o quarto maior lago do mundo até 1960, quando ocupava uma área de 68 mil quilômetros quadrados. O desvio de parte de suas águas que foram destinadas à irrigação acabou levando a uma absurda perda de tamanho que hoje conta com apenas 10% do seu volume original. Com a perda de volume houve uma grande elevação dos níveis de salinidade, reduzindo de forma significativa a quantidade de vida silvestre.
Lei mais em: Mar de Aral, o mar que virou sertão

Aranhas Australianas

Veja o que essas aranhas fizeram na Australia para sobreviverem as enchentes.



































terça-feira, 13 de março de 2012

Tucanos em Jaboticabal

Fotos do jornalista Renan Leite
Em Jaboticabal, tucanos passam a fazer parte da rotina da cidade, mas trazem preocupações
Os tucanos, aves encontradas na América do Sul e Central, passaram a fazer parte da rotina dos jaboticabalenses. Encontrados normalmente nas áreas rurais, eles já podem ser observados dentro do município, como próximo a nova escola do SESI e principalmente na Praça dos Italianos, próximo a Prefeitura e Bosque Municipal "Francisco Buck".
Quem passa e observa as aves fica encantado pela sua beleza. "Eles sempre estão por aí, ficam rodando pela praça e sempre podemos observá-los nesta região", comentou o dono de um lava-rápido próximo ao local. "Todos que passam ficam olhando. Outro dia vi algumas pessoas pararem para tirar fotos. É realmente muito bonito", emendou.
Entretanto, a presença dos tucanos remete a uma preocupação sobre o desmatamento e a perda do seu habitat natural, além da proximidade com o bosque municipal, local onde são mais vistos. O biólogo Luciano Marafante afirma que a sua presença dentro da cidade é apenas reflexo destas ações. "É difícil falarmos de onde eles vieram porque está tudo desmatado, mas o surgimento destes tucanos naquela localidade, próximo a prefeitura, é uma demonstração clara que o bosque municipal é a única reserva de mata nativa que pode servir de habitat para esses animais", afirmou o biólogo, preocupado.
A prefeitura iniciou, no ano passado, as modificações na área interna do bosque para servir como ponto turístico na cidade e ser um atrativo para caminhadas e educação na preservação da natureza para as crianças. Entretanto, biólogos e especialistas da área se preocupam em relação aos trabalhos realizados e que poderiam afetar, diretamente, os animais. "De certa forma, eles possuem uma proteção no bosque. Se começarem a mexer no seu habitat que encontraram em Jaboticabal, eles também vão desaparecer da região do lago. Esse fato é um grande exemplo da necessidade de mantermos as áreas verdes e, principalmente, a área do bosque, que é nativo e que irá criar condições favoráveis para o seu desenvolvimento", conclui Luciano.
Algumas ONGs (Organizações Não-Governamentais) de Jaboticabal já se pronunciaram contra as modificações na região interna do Bosque Municipal "Francisco Buck". Um abaixo-assinado também já foi realizado para que a prefeitura interrompa as atividades.
Leia Mais em: Tucanos em Jaboticabal