O NASA Solar Dynamics Observatory Satellite capturou estas imagens estonteantes de plasma capturado pelo campo magnético solar. No entanto, o que mais impressiona além do vídeo, são as características do objeto: Estima-se que o tornado de plasma seja tão grande quanto o nosso planeta inteiro, com ventos se aproximando dos 500.000 Km/h e temperaturas de cerca de 15.000 graus Celsius!
Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Mistério resolvido
Os cientistas identificaram o Godzilla dos fungos: um fóssil gigante, pré-histórico, que ficou sem classificação por mais de um século.
Uma análise química mostrou que o organismo de seis metros, com o aspecto de uma árvore, era um fungo, extinto a mais de 350 milhões de anos.
Conhecido como Prototaxites, pensava-se que o fungo gigante era uma conífera. Depois pensaram também que se tratava de um líquen, ou vários tipos de algas. Alguns suspeitavam que ele era realmente um fungo.
“Um fungo com seis metros não faz nenhum sentido. Uma alga de seis metros também não, mas aqui está o fóssil”, afirma C. Kevin Boyce, da Universidade de Chicago.
Francis Hueber, do Museu Nacional de História Natural, foi o primeiro a sugerir que o organismo era um fungo, baseado em análises da estrutura interna do fóssil, mas não conseguiu nenhuma prova conclusiva.
Boyce e alguns colegas conseguiram a evidência, comparando os tipos de carbono encontrados no gigante com plantas que viveram aproximadamente na mesma época.
Se o Prototaxites fosse uma planta, suas estruturas de carbono seriam similares às das plantas, claro. Ao invés disso, Boyce encontrou uma diversidade muito maior do que a esperada para uma planta.
Os fungos formam um reino próprio, nem animal, nem vegetal. Uma vez classificados como plantas, hoje são considerados primos mais próximos dos animais, que absorvem, ao invés de comer seus alimentos.
Amostras do fungo gigante foram encontradas em todo o mundo. Elas têm entre 420 e 350 milhões de anos. Nessa época, nenhum animal havia saído dos oceanos com uma coluna vertebral e as maiores árvores possuíam pouco mais de um metro de altura, oferecendo pouca competição para os fungos gigantes.
“É difícil imaginar esses tipos sobrevivendo no mundo moderno”, afirma Boyce.
Leia mais: Mystery fossil turns out to be giant fungus
Uma análise química mostrou que o organismo de seis metros, com o aspecto de uma árvore, era um fungo, extinto a mais de 350 milhões de anos.
Conhecido como Prototaxites, pensava-se que o fungo gigante era uma conífera. Depois pensaram também que se tratava de um líquen, ou vários tipos de algas. Alguns suspeitavam que ele era realmente um fungo.
“Um fungo com seis metros não faz nenhum sentido. Uma alga de seis metros também não, mas aqui está o fóssil”, afirma C. Kevin Boyce, da Universidade de Chicago.
Francis Hueber, do Museu Nacional de História Natural, foi o primeiro a sugerir que o organismo era um fungo, baseado em análises da estrutura interna do fóssil, mas não conseguiu nenhuma prova conclusiva.
Boyce e alguns colegas conseguiram a evidência, comparando os tipos de carbono encontrados no gigante com plantas que viveram aproximadamente na mesma época.
Se o Prototaxites fosse uma planta, suas estruturas de carbono seriam similares às das plantas, claro. Ao invés disso, Boyce encontrou uma diversidade muito maior do que a esperada para uma planta.
Os fungos formam um reino próprio, nem animal, nem vegetal. Uma vez classificados como plantas, hoje são considerados primos mais próximos dos animais, que absorvem, ao invés de comer seus alimentos.
Amostras do fungo gigante foram encontradas em todo o mundo. Elas têm entre 420 e 350 milhões de anos. Nessa época, nenhum animal havia saído dos oceanos com uma coluna vertebral e as maiores árvores possuíam pouco mais de um metro de altura, oferecendo pouca competição para os fungos gigantes.
“É difícil imaginar esses tipos sobrevivendo no mundo moderno”, afirma Boyce.
Leia mais: Mystery fossil turns out to be giant fungus
Eles voltaram da morte....
Cientistas russos geraram plantas vivas a partir do fruto de uma pequena flor do Ártico, a Silene stenophylla, extinta há 32 mil anos.
O fruto ficou conservado por várias décadas graças a um singelo esquilo, que o guardou nos compartimentos de sua toca, preservada no permafrost (subsolo que fica congelado a maior parte do ano) siberiano.
O feito agora precisa ser confirmado pelo método de datação por radiocarbono.
Os russos acreditam que circunstâncias especiais contribuíram para a notável longevidade das células da stenophylla. Os esquilos constroem os armazéns de comida próximos ao solo congelado do Ártico, o permafrost, para manter as sementes frescas durante o verão ártico.
Leia mais em: "Russos 'ressuscitam' planta morta há 32 mil anos"
O fruto ficou conservado por várias décadas graças a um singelo esquilo, que o guardou nos compartimentos de sua toca, preservada no permafrost (subsolo que fica congelado a maior parte do ano) siberiano.
O feito agora precisa ser confirmado pelo método de datação por radiocarbono.
Os russos acreditam que circunstâncias especiais contribuíram para a notável longevidade das células da stenophylla. Os esquilos constroem os armazéns de comida próximos ao solo congelado do Ártico, o permafrost, para manter as sementes frescas durante o verão ártico.
Leia mais em: "Russos 'ressuscitam' planta morta há 32 mil anos"
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Imagens do dia
Estas fotos tirei hoje antes de entrar para trabalhar no Hemocentro. Achei que ira flagrar uma relação de polinização. Para minha surpresa, foi uma relação de predação. Infelizmente a ação foi rápida e o foco acabou sendo prejudicado.
O Segredo do Abismo
Os gêiseres submarinos mais profundos do mundo, localizados na fossa oceânica das Ilhas Caimãs, com 5 quilômetros de fundo e temperatura superior a 450ºC, estão cheios de uma espécie de camarões desconhecida até agora, segundo estudo publicado nesta terça-feira.
Esses gêiseres, que liberam uma água quente extremamente rica em minerais e se situam a mais 800 metros de profundidade do que os conhecidos até agora, foram localizados por cientistas de Southampton (sul da Inglaterra), que participaram de uma expedição em abril de 2010 na fossa situada entre as ilhas Caimã e a Jamaica.
Aí, encontraram, até 2.000 exemplares por metro quadrado de camarões pálidos aglutinados em torno de chaminés de seis metros, que formam a cratera desses gêiseres.
Esses camarões não têm olhos, no sentido clássico do termo, mas nem por isso são cegos. Possuem no dorso um órgão sensível à luz, que poderia servir de orientação, através da leve luminosidade dos gêiseres.
Leia mais em: Espécies desconhecidas povoam gêiseres submarinos mais profundos
Esses gêiseres, que liberam uma água quente extremamente rica em minerais e se situam a mais 800 metros de profundidade do que os conhecidos até agora, foram localizados por cientistas de Southampton (sul da Inglaterra), que participaram de uma expedição em abril de 2010 na fossa situada entre as ilhas Caimã e a Jamaica.
Aí, encontraram, até 2.000 exemplares por metro quadrado de camarões pálidos aglutinados em torno de chaminés de seis metros, que formam a cratera desses gêiseres.
Esses camarões não têm olhos, no sentido clássico do termo, mas nem por isso são cegos. Possuem no dorso um órgão sensível à luz, que poderia servir de orientação, através da leve luminosidade dos gêiseres.
Leia mais em: Espécies desconhecidas povoam gêiseres submarinos mais profundos
Mais uma batalha contra Alzheimer
Usando células-tronco reprogramadas de paciente com síndrome de Down, pesquisadores conseguem estudar o desenvolvimento precoce do Alzheimer. Na ‘Bioconexões’ de fevereiro, na Revista Ciência Hoje On Line, Stevens Rehen descreve o feito, que consagra a aplicação da técnica na biomedicina.
Esse modelo permitirá abordagens inovadoras a respeito da especificidade e vulnerabilidade seletiva do cérebro à doença de Alzheimer.
Esse modelo permitirá abordagens inovadoras a respeito da especificidade e vulnerabilidade seletiva do cérebro à doença de Alzheimer.
Medicina alternativa
As larvas de mosca contribuem para curar as feridas. Os mosquitos com seus genes modificados ajudam a combater a malária. A baba do caracol é útil para regenerar a pele. A fauna se transformou em uma grande aliada da Medicina.
Médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório e profissionais de saúde contam com o desconhecido apoio de uma verdadeira legião de “auxiliares” e “colaboradores” em sua árdua tarefa de curar as doenças e reparar as lesões: os animais e insetos apresentam substâncias e ferramentas terapêuticas.
Cada vez mais especialistas estão solicitando às autoridades de saúde que se divulgue o uso de larvas de mosca para curar as infecções, gangrenas e úlceras, porque estas criaturas são capazes de limpar uma ferida 18 vezes mais rápido que os tratamentos farmacológicos comuns.
Leia mais em: Larvas de moscas e até baba de caracol podem ajudar a curar ferimentos
Médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório e profissionais de saúde contam com o desconhecido apoio de uma verdadeira legião de “auxiliares” e “colaboradores” em sua árdua tarefa de curar as doenças e reparar as lesões: os animais e insetos apresentam substâncias e ferramentas terapêuticas.
Cada vez mais especialistas estão solicitando às autoridades de saúde que se divulgue o uso de larvas de mosca para curar as infecções, gangrenas e úlceras, porque estas criaturas são capazes de limpar uma ferida 18 vezes mais rápido que os tratamentos farmacológicos comuns.
Leia mais em: Larvas de moscas e até baba de caracol podem ajudar a curar ferimentos
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Garota de 10 anos que descobriu uma molécula desconhecida
Um dia comum na aula de química. Sobre as mesas, os alunos utilizam pequenas esferas de tamanhos e cores variadas para montar estruturas químicas de moléculas. A pequena Clara Lazen, de 10 anos, constrói uma estrutura pouco usual e pergunta que molécula seria aquela. O professor – talvez um pouco desconcertado, mas muito entusiasmado – admite não saber, sem desconfiar que se tratava de uma molécula completamente nova.
Isso aconteceu em uma escola do Kansas, nos Estados Unidos. Kenneth Boehr, o professor em questão, procurou a ajuda do amigo, o também químico Robert Zoellner, da Universidade Humboldt, na Califórnia, para identificar a molécula misteriosa. A curiosa descoberta do tetranitratoxicarbono rendeu um artigo publicado em janeiro na revista Computational and Theoretical Chemistry – assinado pelos três personagens. Mais importante: é um exemplo extremo de como atividades lúdicas e divertidas podem despertar o interesse pela ciência.
Leia mais em: A menina que inventava moléculas
A fantástica história da garota de 10 anos que descobriu uma molécula desconhecida ou como atividades lúdicas e divertidas em sala de aula podem estimular a criatividade e o interesse pela ciência.
Por: Marcelo Garcia
Isso aconteceu em uma escola do Kansas, nos Estados Unidos. Kenneth Boehr, o professor em questão, procurou a ajuda do amigo, o também químico Robert Zoellner, da Universidade Humboldt, na Califórnia, para identificar a molécula misteriosa. A curiosa descoberta do tetranitratoxicarbono rendeu um artigo publicado em janeiro na revista Computational and Theoretical Chemistry – assinado pelos três personagens. Mais importante: é um exemplo extremo de como atividades lúdicas e divertidas podem despertar o interesse pela ciência.
Leia mais em: A menina que inventava moléculas
A fantástica história da garota de 10 anos que descobriu uma molécula desconhecida ou como atividades lúdicas e divertidas em sala de aula podem estimular a criatividade e o interesse pela ciência.
Por: Marcelo Garcia
Imagem do Dia
Lagartixas e super cola
Durante anos, os biólogos foram surpreendidos com a força dos pés de lagartixa, que permitem que estes animais de 140 gramas produzam uma força adesiva equivalente a transportar 3 quilos por uma parede sem escorregar. Agora, uma equipe de cientistas descobriu exatamente como a lagartixa faz isso, levando-os a inventar a “Geckskin”, um dispositivo que pode segurar 260 quilos em uma parede lisa.
Lagartixas se sentem em casa quando ficam na vertical, inclinadas para trás. “Surpreendentemente, os pés da lagartixa podem grudar e desgrudar com facilidade, e sem resíduo pegajoso que permaneça na superfície”, diz o biólogo Duncan Irschick. Estas propriedades, alta capacidade de reversibilidade e adesão seca, oferecem uma possibilidade tentadora de materiais sintéticos que podem facilmente conectar e desconectar objetos pesados do cotidiano, como televisores ou computadores das paredes, bem como aplicações médicas e industriais, entre outras.
Veja mais em: Pés de lagartixa inspiram substância que pode colar até 260 kg em uma parede lisa
Lagartixas se sentem em casa quando ficam na vertical, inclinadas para trás. “Surpreendentemente, os pés da lagartixa podem grudar e desgrudar com facilidade, e sem resíduo pegajoso que permaneça na superfície”, diz o biólogo Duncan Irschick. Estas propriedades, alta capacidade de reversibilidade e adesão seca, oferecem uma possibilidade tentadora de materiais sintéticos que podem facilmente conectar e desconectar objetos pesados do cotidiano, como televisores ou computadores das paredes, bem como aplicações médicas e industriais, entre outras.
Veja mais em: Pés de lagartixa inspiram substância que pode colar até 260 kg em uma parede lisa
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Entrevista com Dr. Houtan Noushmehr - TV Hemocentro
Laboratório de Bioinformática do Hemocentro de Ribeirao Preto faz parceria com Universidade do Sul da Califórnia. O objetivo sao estudos sobre o câncer de próstata.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Drew Berry: Animações da biologia que não se vê.
Não temos forma de observar diretamente as moléculas e o que elas fazem -- Drew Berry quer mudar isso. Em TEDxSydney, ele apresenta suas animações científicamente acuradas (e divertidas!) que auxiliam pesquisadores a observar processos não visíveis dentro de nossas próprias células.x
Mulheres e Gorduras
Essa vai para todas as garotas que brigam com a balança.
Uma reportagem da Folha da Fernanda Reis com o título: “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Mulheres precisam de gordura no corpo. É só comer o tipo certo desse nutriente e dá até para perder alguns quilos, defende o livro "Why Women Need Fat" ("Por que Mulheres Precisam de Gordura", US$ 16,95 na Amazon) lançado recentemente no mercado americano.
Para formar seus cérebros --que são proporcionalmente maiores do que de outros animais--, bebês humanos necessitam de DHA, o mais complexo dos tipos de gordura ômega 3.
Mas as mães não conseguem todo o DHA necessário apenas pela alimentação diária durante a gestação: para fornecê-lo aos filhos, queimam a gordura armazenada em seus corpos (principalmente nos quadris), que é rica em DHA.
Ou seja, mulheres podem tentar queimar aquelas gordurinhas das pernas e dos glúteos, mas a natureza prefere que elas estejam lá. Além disso, mães mais pesadas tendem a ter bebês mais saudáveis, dizem os autores, o médico epidemiologista William D. Lassek e o antropólogo Steven Gaulin.
Leia a matéria na integra no link “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Uma reportagem da Folha da Fernanda Reis com o título: “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Mulheres precisam de gordura no corpo. É só comer o tipo certo desse nutriente e dá até para perder alguns quilos, defende o livro "Why Women Need Fat" ("Por que Mulheres Precisam de Gordura", US$ 16,95 na Amazon) lançado recentemente no mercado americano.
Para formar seus cérebros --que são proporcionalmente maiores do que de outros animais--, bebês humanos necessitam de DHA, o mais complexo dos tipos de gordura ômega 3.
Mas as mães não conseguem todo o DHA necessário apenas pela alimentação diária durante a gestação: para fornecê-lo aos filhos, queimam a gordura armazenada em seus corpos (principalmente nos quadris), que é rica em DHA.
Ou seja, mulheres podem tentar queimar aquelas gordurinhas das pernas e dos glúteos, mas a natureza prefere que elas estejam lá. Além disso, mães mais pesadas tendem a ter bebês mais saudáveis, dizem os autores, o médico epidemiologista William D. Lassek e o antropólogo Steven Gaulin.
Leia a matéria na integra no link “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Atividade Especial na Biologia
Bom dia a todos!!!
Ontem tivemos uma atividade especial – a primeira de várias que teremos este ano. Uma aula/palestra/conversa conjunta, reunindo todos os alunos da Biologia em uma só sala.
Deixo em especial esta ultima foto, infelizmente não sei o nome do aluno, que estava brilhantemente trajado para a ocasião de gala da biologia (pena que ficou no empate).
Vini
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Aranhas tecem teia gigante em cima de árvores na Amazônia
Uma colônia de aranhas do gênero Anelosimus teceu teias gigantes em copas de árvores, cercas de madeira e no pasto de uma fazenda em Iranduba (região metropolitana de Manaus).
Segundo a especialista em aracnídeos Lidianne Salvatierra, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), o fenômeno é raro em áreas distantes de florestas nativas.
Salvatierra disse acreditar que as aranhas tenham migrado para as árvores da fazenda por um fenômeno de dispersão.
A espécie de aracnídeo tem menos de um centímetro de comprimento.
"Essas aranhas são originárias de floresta tropical. Como são bem leves, um vento ou um animal pode ter ajudado na dispersão."
As teias gigantes atraíram a atenção da população de Iranduba, cidade de 40 mil habitantes às margens do rio Solimões.
A imagem das árvores encobertas por teias lembra um cenário de ficção científica. O dono da fazenda não quis se identificar para a equipe do Inpa.
De acordo com a especialista, as aranhas tecem as teias há três meses. Amostras da espécie foram coletadas para pesquisa e registro no instituto.
Segundo a pesquisadora, as aranhas Anelosimus se agrupam em teias individuais até a formação de ninhos coletivos --por isso são chamadas de "aranhas sociais".
As teias servem de abrigo e de armadilha para insetos. Grossos, os fios das teias são resistentes ao calor e à chuva amazônica.
O movimento de borboletas que tentam se livrar das teias consegue desfazer pequenas partes da estrutura. "Mas milhares de aranhas capturam as borboletas antes que isso aconteça", conta Salvatierra.
Leia Mais
Segundo a especialista em aracnídeos Lidianne Salvatierra, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), o fenômeno é raro em áreas distantes de florestas nativas.
Salvatierra disse acreditar que as aranhas tenham migrado para as árvores da fazenda por um fenômeno de dispersão.
A espécie de aracnídeo tem menos de um centímetro de comprimento.
"Essas aranhas são originárias de floresta tropical. Como são bem leves, um vento ou um animal pode ter ajudado na dispersão."
As teias gigantes atraíram a atenção da população de Iranduba, cidade de 40 mil habitantes às margens do rio Solimões.
A imagem das árvores encobertas por teias lembra um cenário de ficção científica. O dono da fazenda não quis se identificar para a equipe do Inpa.
De acordo com a especialista, as aranhas tecem as teias há três meses. Amostras da espécie foram coletadas para pesquisa e registro no instituto.
Segundo a pesquisadora, as aranhas Anelosimus se agrupam em teias individuais até a formação de ninhos coletivos --por isso são chamadas de "aranhas sociais".
As teias servem de abrigo e de armadilha para insetos. Grossos, os fios das teias são resistentes ao calor e à chuva amazônica.
O movimento de borboletas que tentam se livrar das teias consegue desfazer pequenas partes da estrutura. "Mas milhares de aranhas capturam as borboletas antes que isso aconteça", conta Salvatierra.
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Vencedoras da Feira de Ciências do Googleencedoras da Feira de Ciências do Googleencedoras da Feira de Ciências do Google
Palestra do TED traz as três vencedoras da Feira de Ciências do Google, que alegaram motivações – bastante – pessoais para começar seus projetos. As meninas – todas estadunidenses – falaram na edição do evento destinada apenas às mulheres. Contaram um pouco como conseguiram, ainda tão novas, ter ideias originais sobre temas relevantes para a sociedade.
Na palestra do TED, no entanto, é possível conhecê-las melhor, entender como elas se interessaram por estudar ciência e, sobretudo, perceber que a curiosidade nasce a partir da reflexão sobre eventos dos mais variados.
Na palestra do TED, no entanto, é possível conhecê-las melhor, entender como elas se interessaram por estudar ciência e, sobretudo, perceber que a curiosidade nasce a partir da reflexão sobre eventos dos mais variados.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Segunda parte da entrevista da nossa Coordenadora
No quadro entrevista, a bióloga Janaína Gonçalves Neto volta para comentar os impactos da redução das sacolinhas plásticas. Segunda parte da entrevista.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Não estamos sozinhos 2
Herton Escobar.
Quanto mais os astrônomos olham para o espaço, mais “superpovoado” ele parece. Em novo estudo divulgado ontem, pesquisadores estimam que haja, em média, pelo menos um planeta para cada uma das 100 bilhões de estrelas na nossa galáxia, a Via-Láctea. E a contagem só começou. “Concluímos que estrelas com planetas em sua órbita são regra e não exceção”, escrevem os autores do estudo na revista Nature. A média, segundo eles, é de 1,6 planeta por estrela.
Mais de 700 planetas extrassolares foram descobertos nos últimos anos e outros milhares de “candidatos” aguardam confirmação. A maioria é de gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, mas avanços tecnológicos começam a revelar, também, a presença de vários planetas menores e rochosos, mais parecidos com a Terra.
No início da noite de ontem, a Nasa anunciou a descoberta dos três menores planetas extrassolares conhecidos, localizados em órbita de uma estrela chamada KOI-961. Segundo nota divulgada pela agência espacial americana, eles têm 78%, 73% e 57% do raio da Terra. Ou seja, são todos menores do que o nosso planeta, e o menor deles tem mais ou menos o tamanho de Marte (veja comparação na imagem abaixo). A descoberta foi feita com o telescópio espacial Kepler e confirmada por meio de observações feitas com telescópios no solo.
Leia mais na matéria de Herton Escobar Estadão "HAJA PLANETAS!"
Outra dica é a Coluna dele "Imagine só!" dedicada a Ciência.
Quanto mais os astrônomos olham para o espaço, mais “superpovoado” ele parece. Em novo estudo divulgado ontem, pesquisadores estimam que haja, em média, pelo menos um planeta para cada uma das 100 bilhões de estrelas na nossa galáxia, a Via-Láctea. E a contagem só começou. “Concluímos que estrelas com planetas em sua órbita são regra e não exceção”, escrevem os autores do estudo na revista Nature. A média, segundo eles, é de 1,6 planeta por estrela.
Mais de 700 planetas extrassolares foram descobertos nos últimos anos e outros milhares de “candidatos” aguardam confirmação. A maioria é de gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, mas avanços tecnológicos começam a revelar, também, a presença de vários planetas menores e rochosos, mais parecidos com a Terra.
No início da noite de ontem, a Nasa anunciou a descoberta dos três menores planetas extrassolares conhecidos, localizados em órbita de uma estrela chamada KOI-961. Segundo nota divulgada pela agência espacial americana, eles têm 78%, 73% e 57% do raio da Terra. Ou seja, são todos menores do que o nosso planeta, e o menor deles tem mais ou menos o tamanho de Marte (veja comparação na imagem abaixo). A descoberta foi feita com o telescópio espacial Kepler e confirmada por meio de observações feitas com telescópios no solo.
Leia mais na matéria de Herton Escobar Estadão "HAJA PLANETAS!"
Outra dica é a Coluna dele "Imagine só!" dedicada a Ciência.
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