Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
As vias do sucesso
Em entrevista ao ‘Alô, professor’, Eduardo Mortimer, autor de livros didáticos de química e sobre o ensino de ciências, defende investimento maciço na educação como forma de o Brasil se tornar competitivo e lista os passos necessários para o país chegar lá.
Por: Helena Aragão
(Apoio à educação - Alô, Professor é um espaço destinado ao diálogo com os professores de ciências do ciclo básico e do ensino médio. A seção Intervalo traz notícias, dicas de atividades e experimentos para uso em sala. Aqui você encontra também informações sobre a coleção de livros Ciência Hoje na Escola e sobre o Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação.)
Leia aqui.
Por: Helena Aragão
(Apoio à educação - Alô, Professor é um espaço destinado ao diálogo com os professores de ciências do ciclo básico e do ensino médio. A seção Intervalo traz notícias, dicas de atividades e experimentos para uso em sala. Aqui você encontra também informações sobre a coleção de livros Ciência Hoje na Escola e sobre o Programa Ciência Hoje de Apoio à Educação.)
Leia aqui.
Diagnóstico mais preciso
Um método desenvolvido por pesquisadores dinamarqueses deve simplificar e tornar mais preciso o diagnóstico do mal de Alzheimer. O procedimento incluiu o uso de um novo marcador radioativo na tomografia por emissão de pósitrons (PET, na sigla em inglês), exame-padrão para identificar ou descartar a doença.
O cérebro de pacientes com mal de Alzheimer possui alta concentração de beta-amiloide, uma proteína que se acopla e causa danos às células cerebrais. Na PET, o paciente recebe uma injeção com um marcador radioativo, que se liga aos depósitos de beta-amiloide encontrados no cérebro. Visível nas imagens produzidas pela tomografia, o marcador fornece um mapeamento da distribuição e quantidade da proteína.
O cérebro de pacientes com mal de Alzheimer possui alta concentração de beta-amiloide, uma proteína que se acopla e causa danos às células cerebrais
O marcador radioativo mais empregado atualmente é o composto de Pittsburgh B em combinação com o carbono radioativo (C11). Mas o uso mais generalizado dessa substância é dificultado porque o C11 tem meia-vida de apenas 20 minutos. Ou seja, a cada 20 minutos, a radiação emitida pela substância cai pela metade.
Leia mais.
O cérebro de pacientes com mal de Alzheimer possui alta concentração de beta-amiloide, uma proteína que se acopla e causa danos às células cerebrais. Na PET, o paciente recebe uma injeção com um marcador radioativo, que se liga aos depósitos de beta-amiloide encontrados no cérebro. Visível nas imagens produzidas pela tomografia, o marcador fornece um mapeamento da distribuição e quantidade da proteína.
O cérebro de pacientes com mal de Alzheimer possui alta concentração de beta-amiloide, uma proteína que se acopla e causa danos às células cerebrais
O marcador radioativo mais empregado atualmente é o composto de Pittsburgh B em combinação com o carbono radioativo (C11). Mas o uso mais generalizado dessa substância é dificultado porque o C11 tem meia-vida de apenas 20 minutos. Ou seja, a cada 20 minutos, a radiação emitida pela substância cai pela metade.
Leia mais.
Tartarugas dos tempos de Darwin são redescobertas em Galápagos
Dezenas de tartarugas gigantes de uma espécie que se achava estar extinta há 150 anos foram encontradas em uma ilha remota do Arquipélago de Galápagos. Análise genética feita por pesquisadores da Universidade de Yale, nos EUA, revela que pelo menos 38 exemplares de Chelonoidis elephantopus vivem nas encostas vulcânicas da Ilha de Isabela, mais de 320 quilômetros ao Norte de seu antigo lar na Ilha Floreana, de onde desapareceram caçadas por baleeiros.
"Isto não é apenas um exercício acadêmico", diz Gisella Caccone, pesquisadora do Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária da universidade e principal autora de artigo sobre a descoberta, publicado na edição desta semana no periódico científico "Current Biology". "Se pudermos encontrar estes indivíduos, podemos repovoar a ilha de origem. Isso é importante porque estes animais são uma espécie chave na manutenção da integridade ecológica das comunidades nas ilhas".
Leia mais
"Isto não é apenas um exercício acadêmico", diz Gisella Caccone, pesquisadora do Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária da universidade e principal autora de artigo sobre a descoberta, publicado na edição desta semana no periódico científico "Current Biology". "Se pudermos encontrar estes indivíduos, podemos repovoar a ilha de origem. Isso é importante porque estes animais são uma espécie chave na manutenção da integridade ecológica das comunidades nas ilhas".
Leia mais
O aquecimento global pode ter “atrasado” a próxima era glacial
Apenas poucas centenas de anos de industrialização foram suficientes para afetar a sucessão natural entre as eras glaciais e as eras mais quentes ou interglaciais, que se iniciou há cerca de três milhões de anos, segundo revela um novo estudo.
As emissões de dióxido de carbono chegaram a níveis tão altos que um grupo de cientistas dos EUA, Reino Unido e Noruega as consideram suficientes para ter atrasado o começo da próxima glaciação.
Os pesquisadores, que publicaram seu estudo na revista Nature Geoscience, indagaram sobre o início das eras glacias anteriores e calcularam que a transição para a próxima deveria começar dentro de 1500 anos.
O estudo concluiu que, mesmo se as emissões de dióxido de carbono fossem interrompidas amanhã, há na atmosfera o suficiente para atrasar o início desse período geológico, que se caracteriza por uma queda abrupta da temperatura e um aumento das geleiras polares e geleiras alpinas.
Leia mais
As emissões de dióxido de carbono chegaram a níveis tão altos que um grupo de cientistas dos EUA, Reino Unido e Noruega as consideram suficientes para ter atrasado o começo da próxima glaciação.
Os pesquisadores, que publicaram seu estudo na revista Nature Geoscience, indagaram sobre o início das eras glacias anteriores e calcularam que a transição para a próxima deveria começar dentro de 1500 anos.
O estudo concluiu que, mesmo se as emissões de dióxido de carbono fossem interrompidas amanhã, há na atmosfera o suficiente para atrasar o início desse período geológico, que se caracteriza por uma queda abrupta da temperatura e um aumento das geleiras polares e geleiras alpinas.
Leia mais
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Agente de controle
| A ausendcia de listerina afeta principalmente o sistema nervoso. |
Questão que há tempos intrigava cientistas da área biológica foi explicada recentemente por uma dupla de brasileiros que trabalha no Instituto de Pesquisa Scripps, em La Jolla, Califórnia, nos Estados Unidos.
O bioquímico Claudio Joazeiro e seu aluno de pós-doutorado Mário Bengston descobriram uma peça essencial para o entendimento do controle de qualidade no processo de produção de proteínas: a listerina.
Sem a listerina, as células eucarióticas (que têm núcleo distinto, envolvido por membrana nuclear) são incapazes de identificar e destruir proteínas aberrantes recém-fabricadas no organismo.
Leia Mais
Vacinas e macacos
Testes clínicos com vacinas genéticas contra hepatite C e malária, baseadas em vírus de chimpanzés, mostram resultados promissores no estímulo do sistema imune. A abordagem pode ser a chave para novos imunizantes contra diversas doenças.
Na ciência, vírus de macacos costumam ganhar destaque apenas quando se tornam grandes ameaças para a saúde do homem. Porém, em um tipo especial deles, os adenovírus, pode estar a chave para o desenvolvimento da primeira vacina do mundo contra a hepatite C e de imunizantes genéticos contra diversas outras doenças. É o que indicam dois estudos publicados na revista Science Translational Medicine esta semana.
Um dos estudos analisou o potencial de diversos adenovírus de humanos e de chimpanzés como vetores vacinais, na busca por alternativas para superar as limitações impostas pelo sistema imune do homem à utilização de vacinas genéticas. No outro, foram descritos testes clínicos de fase 1, realizados com dois vetores vacinais derivados de vírus de chimpanzés. Os resultados promissores mostraram a indução de uma intensa resposta imune contra malária e hepatite C, com grande produção de células de defesa e de uma memória imunológica duradoura.
Leia mais
Na ciência, vírus de macacos costumam ganhar destaque apenas quando se tornam grandes ameaças para a saúde do homem. Porém, em um tipo especial deles, os adenovírus, pode estar a chave para o desenvolvimento da primeira vacina do mundo contra a hepatite C e de imunizantes genéticos contra diversas outras doenças. É o que indicam dois estudos publicados na revista Science Translational Medicine esta semana.
Um dos estudos analisou o potencial de diversos adenovírus de humanos e de chimpanzés como vetores vacinais, na busca por alternativas para superar as limitações impostas pelo sistema imune do homem à utilização de vacinas genéticas. No outro, foram descritos testes clínicos de fase 1, realizados com dois vetores vacinais derivados de vírus de chimpanzés. Os resultados promissores mostraram a indução de uma intensa resposta imune contra malária e hepatite C, com grande produção de células de defesa e de uma memória imunológica duradoura.
Leia mais
Cientistas criam formiga "diferente" através de modificação genética
Cientistas britânicos foram responsáveis por uma criação pra lá de bizarra: uma formiga com cabeça gigante e até mandíbulas.
O responsável pela mutação foi um hormônio usado nas larvas. Com isso, elas se desenvolvem e viram “supersoldados”, maiores e mais resistentes que as formigas operárias.
De acordo com o Daily Mail, na natureza, como nos desertos mexicanos, por exemplo, é possível identificar formigas deste tipo, mas elas são bem raras. Normalmente, usam suas enormes cabeças para bloquear a entrada do ninho e atacar qualquer inimigo que chegue perto.
Leia mais.
O responsável pela mutação foi um hormônio usado nas larvas. Com isso, elas se desenvolvem e viram “supersoldados”, maiores e mais resistentes que as formigas operárias.
De acordo com o Daily Mail, na natureza, como nos desertos mexicanos, por exemplo, é possível identificar formigas deste tipo, mas elas são bem raras. Normalmente, usam suas enormes cabeças para bloquear a entrada do ninho e atacar qualquer inimigo que chegue perto.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Impressionantes imagens de microscopia eletrônica do corpo humano
Cobertura do endométrio no útero humano durante o início do estágio proliferativo do ciclo menstrual. O endométrio é a membrana mucosa que reveste a parede uterina, formado por fibras musculares lisas. A imagem mostra a fase após a menstruação que quando terminada a eliminação do tecido velho, as células do Endométrio que restaram voltam a multiplicar-se promovendo a sua regeneração. Neste tecido em formação formam-se glândulas tubulares e restabelece-se a rede de vasos sanguíneos.
Veja mais desta materia aqui.
Veja mais desta materia aqui.
Sustentabilidade - Você sabe o que é?
Bom, a sustentabilidade é promover o desenvolvimento social, econômico e ambiental pensando sempre nas gerações futuras. Ou seja, é viver de uma forma ou trabalhar de uma forma em que favoreça o meio social (pessoas), o meio econômico (gere emprego, renda) e ambiental (não degrade/polua) com o objetivo de preservar para que outras pessoas possam usufruir.
Agora, sabendo como funciona a sustentabilidade, veja 15 dias bacanas que te levarão a ser uma pessoa sustentável:
Adotar estilos de vida mais equilibrados e amigáveis com o meio ambiente é fundamental para o planeta. Há muitas coisas que você pode fazer no seu dia a dia, basta ter disposição e prestar atenção no caminho. O planeta e a vida agradecem!
Leia Mais...
Agora, sabendo como funciona a sustentabilidade, veja 15 dias bacanas que te levarão a ser uma pessoa sustentável:
- Prefira veículos com combustíveis alternativos, mais econômicos e menos poluentes, como o etanol, por exemplo.
- Troque as lâmpadas incandescentes por versões fluorescentes.
- Prefira eletrodomésticos que tenham avaliação A no selo Procel.
- Aproveite sempre os dois lados das folhas de papel.
- Desligue o monitor do computador quando não estiver trabalhando.
- Evite usar sacolas descartáveis nas compras de supermercado.
- Sempre que possível, evite utilizar seu carro. Ande mais de bicicleta, caminhe e utilize mais transportes públicos.
- Calibre sempre o pneu do seu carro e economize combustível.
- Tente criar uma rede de carona solidária com seus colegas de trabalho.
- Tenha sempre um saco de lixo no carro e nunca jogue lixo na rua ou pela janela.
- Faça coleta seletiva e entregue o lixo para a cooperativa mais próxima.
- Mantenha uma caneca ou squeeze em sua mesa e diminua o consumo de copos de plástico.
- Não “varra” nada com água, e sim com uma vassoura.
- Evite banhos demorados.
- Crie o saudável hábito de substituir o elevador pelas escadas.
Adotar estilos de vida mais equilibrados e amigáveis com o meio ambiente é fundamental para o planeta. Há muitas coisas que você pode fazer no seu dia a dia, basta ter disposição e prestar atenção no caminho. O planeta e a vida agradecem!
Leia Mais...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Hemocentro terá mestrado e doutorado em 2012
O Hemocentro de Ribeirão Preto terá em 2012 três cursos aprovados pelo Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Pessoal): mestrado profissional em Hemoterapia e Biotecnologia e mestrado e doutorado acadêmico em oncologia clínica, células-tronco e terapia.
Foram liberados pelo Capes, em todo o país, 65 cursos de pós-graduação. Sendo que desse total, 10 são para mestrado profissionalizante. Apenas os dois oferecidos pelo Hemocentro RP: Hemoterapia e Biotecnologia receberam nota 5. Avaliação máxima para o mestrado profissionalizante. O curso de Hemoterapia terá duração de 12 meses e o de Biotecnologia 24 meses.
Doutorado – Dos 55 cursos de mestrado e doutorado aprovados pela Capes apenas três instituições conseguiram avaliação máxima de suas propostas e receberam 5. Dentro desse grupo seleto, estão os cursos de mestrados e doutorados acadêmicos que serão ministrados no Hemocentro em Ribeirão Preto. O que confirma o nível de excelência da área de ensino da Instituição.
Foram liberados pelo Capes, em todo o país, 65 cursos de pós-graduação. Sendo que desse total, 10 são para mestrado profissionalizante. Apenas os dois oferecidos pelo Hemocentro RP: Hemoterapia e Biotecnologia receberam nota 5. Avaliação máxima para o mestrado profissionalizante. O curso de Hemoterapia terá duração de 12 meses e o de Biotecnologia 24 meses.
Doutorado – Dos 55 cursos de mestrado e doutorado aprovados pela Capes apenas três instituições conseguiram avaliação máxima de suas propostas e receberam 5. Dentro desse grupo seleto, estão os cursos de mestrados e doutorados acadêmicos que serão ministrados no Hemocentro em Ribeirão Preto. O que confirma o nível de excelência da área de ensino da Instituição.
Carro movido a casca de laranja
Que tal usar as cascas da laranjada do café da manhã para abastecer seu carro com energia limpa? Essa é a ideia de pesquisadores da USP – em parceria com especialistas das universidades de Córdoba e York, na Espanha e Grã-Bretanha –, que estão testando um método de produção de biocombustível a partir da casca da laranja.
Funciona assim: os restos da produção industrial de suco de laranja – só no Brasil, cerca de oito milhões de toneladas de casca da fruta são jogadas no lixo, todos os anos – são triturados e colocados em uma máquina, onde são expostos a altas potências de micro-ondas, capazes de ativar a celulose presente na casca. A substância, então, é isolada e utilizada na fabricação do biocombustível – usado, entre outros fins, para o abastecimento de veículos.
Se der certo, a tecnologia – que está em fase de testes, inclusive no Brasil – poderá incentivar a produção de energia limpa no mundo e, ainda, ajudar a resolver o crescente problema do lixo. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a máquina desenvolvida por eles é capaz de processar cerca de seis toneladas de resíduos por hora. E mais: a técnica funciona não só com cascas de laranja, mas com qualquer produto que contenha celulose – incluindo papel e cartolina.
Como se não bastasse, os cientistas ainda garantem que, no futuro, a tecnologia poderá ser aplicada em escala doméstica, por qualquer mortal que tenha dinheiro para comprar a “máquina mágica” desenvolvida por eles – atualmente, avaliada em R$ 2,7 milhões. Um investimento e tanto…
Leia mais
Funciona assim: os restos da produção industrial de suco de laranja – só no Brasil, cerca de oito milhões de toneladas de casca da fruta são jogadas no lixo, todos os anos – são triturados e colocados em uma máquina, onde são expostos a altas potências de micro-ondas, capazes de ativar a celulose presente na casca. A substância, então, é isolada e utilizada na fabricação do biocombustível – usado, entre outros fins, para o abastecimento de veículos.
Se der certo, a tecnologia – que está em fase de testes, inclusive no Brasil – poderá incentivar a produção de energia limpa no mundo e, ainda, ajudar a resolver o crescente problema do lixo. Isso porque, de acordo com os pesquisadores, a máquina desenvolvida por eles é capaz de processar cerca de seis toneladas de resíduos por hora. E mais: a técnica funciona não só com cascas de laranja, mas com qualquer produto que contenha celulose – incluindo papel e cartolina.
Como se não bastasse, os cientistas ainda garantem que, no futuro, a tecnologia poderá ser aplicada em escala doméstica, por qualquer mortal que tenha dinheiro para comprar a “máquina mágica” desenvolvida por eles – atualmente, avaliada em R$ 2,7 milhões. Um investimento e tanto…
Leia mais
Vida na Terra
| Depósitos de ferro oxidado em formações rochosas da Austrália |
Diferença entre "ENGENHOSIDADE " e "INTELIGÊNCIA"
Para refletirmos neste início de ano:
1 - UMA CANETA PARA O ESPAÇO.
Quando, antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas canetas não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.
Ao fim de 6 anos de testes e investigações, que exigiu um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde abaixo de zero até 300 graus centígrados.
Os Russos, por seu lado, descartaram as canetas e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.
2 - O EMPACOTADOR DE SABONETES:
Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tókio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operacional; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se. Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixinha em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.
Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X" com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo dessa máquina superou os 250,000 dólares.
Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de 5 meses de operação nos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um ventilador de 50 dólares e o apontou para o final da passadeira transportadora. À medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.
1 - UMA CANETA PARA O ESPAÇO.
Quando, antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas canetas não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.
Ao fim de 6 anos de testes e investigações, que exigiu um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde abaixo de zero até 300 graus centígrados.
Os Russos, por seu lado, descartaram as canetas e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.
2 - O EMPACOTADOR DE SABONETES:
Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tókio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operacional; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se. Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixinha em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.
Por indicação dos engenheiros desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios "X" com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo dessa máquina superou os 250,000 dólares.
Quando a máquina de raios "X" começou a falhar ao fim de 5 meses de operação nos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um ventilador de 50 dólares e o apontou para o final da passadeira transportadora. À medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.
ESTÁ É A DIFERENÇA ENTRE INTELIGÊNCIA E ENGENHOSIDADE.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

