Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
Desde os primórdios na vida na Terra, eles estão por aí. Osinsetos (ou melhor Artrópodes) são os animaismais numerosos e diversificados do planeta, tanto em números absolutos (números estimados entre 5 a 10 trilhões de indivíduos) como em espécies (mais de 5 milhões, apenas 1 milhão delas catalogada), vivendo em quase todos os ecossistemas, dos mais propícios à vida a alguns inóspitos para qualquer ser vivente. E é claro que entre essa infinidade deformigas,abelhas, aranhas e outros bichos, encontraríamos alguns muitoperigosos, capazes de matar outros animais centenas de vezes maiores do que eles.
Pequenos insetos, grandes perigos
Sim, matar. E em termos de periculosidade, nem falo do mosquito da dengue, que por sí só não é perigoso, pois ele nada mais é que um vetor da doença, endêmica em todo o Brasil. Falo de aranhas com potentes venenos, moscas que botam seus ovos no corpo de animais vivos, abelhas extremamente agressivas e outros invertebrados de botar medo em qualquer um. Vamos conhecer, na listagem abaixo, os insetos mais perigosos do mundo.
Vespa Gigante Asiática– também conhecida como Vespa Mandarina, Zangão Japonês ou Vespa Assassina de Iaques, essa vespa originária das regiões tropicais da Ásia é uma verdadeira máquina da morte. Um único indivíduo pode voar até 80 quilômetros por dia, à espreita de suas vítimas favoritas: outras abelhas. Ao chegar na colméia sorrateiramente, ele libera feromônios, chamando outros de sua espécie (30 ou 40 deles) para atacar a colméia. Mesmo contando com uma média de 30 mil indivíduos, a colméia não tem a menor chance: em questão de poucas horas, as abelhas estão dizimadas pelas mandíbulas e veneno das vespas asiáticas, para que estas se alimentem das larvas e do mel da colméia.
Agora imaginem um bicho deste tamanho atacando uma pessoa, hein? Não quero nem pensar, mas estatísticas confiáveis relatam a morte de pelos menos 40 pessoas por ano, causadas pela Vespa Gigante Asiática.
Formiga cabo-verde: encontrada na América Central e do Sul, essa espécie é conhecida como formiga-bala não por acaso: sua picada é tão intensa e dolorida que assemelha-se à dor causada por um disparo de arma de fogo. De tamanho relativamente grande para uma formiga (18 a 25 milímetros), as formigas cabo-verde tem uma função curiosa para os povos indígenas das Américas: são usadas em rituais de iniciação à masculinidade, em várias tribos.
Abelha africana: criada no Brasil através da cruza de espécies européias com africanas, com o intuito de obter uma espécie mais resistente e capaz de viver em condições menos favoráveis, a abelha africana foi talvez o maior erro genético cometido no Brasil até hoje. Extremamente agressiva e de ferroada dolorida, a abelha africana considera qualquer movimento perto de sua colméia como uma ameaça em potencial e persegue seus inimigos por centenas de metros, muitas vezes aos milhares de indivíduos. Por isso, seus ataques são perigosos e resultam em sérias lesões ou até em morte.
Formiga-soldado: não importa se elas têm apenas um centímetro de comprimento e sejam cegas: suas mandíbulas afiadíssimas cortam tudo o que estiver no caminho, não importando se seja uma simples folha ou um animal centenas de vezes maior. As formigas-solado ocorrem em diversos ecossistemas tropicais do mundo e não tem esse nome à toa: toda a colônia, que pode chegar a 1 milhão de indivíduos, comporta-se como se fosse um batalhão, pronto para o combate.
Mosca do berne: essa espécie de mosca possui diversas variantes, uma mais nojenta que a outra. Tem a que ataca o estômago de cavalos, a que ataca o nariz dos carneiros, a que ataca os bovinos e, vejam só, a que ataca os humanos. E por que é nojento? Imagine um inseto que, para reproduzir-se, põe seus ovos na pele dos mamíferos, para quando atingir o estado de larva, alimentar-se da carne do hospedeiro. Em casos mais graves, a larva pode até mesmo alimentar-se do cérebro do hospedeiro.
Ilustração do Serviço Geológico Americano (USGS) mostra que a hidrosfera terrestre caberia numa bola com diâmetro de 1.385 Km, quase a distância entre São Paulo e Pelotas
Mares, oceanos, geleiras, rios subterrâneos, lagos, neves eternas, a água está por todas as partes do planeta sob as mais variadas formas, cobrindo 70% da superfície terrestre. Acontece que quando se compara a disponibilidade deste recurso natural precioso com o tamanho da Terra, surpresa: há pouquíssima água no mundo.
Para dar uma noção visual dessa limitação, o Serviço Geológico Americano criou uma imagem que mostra como seria se toda a água do planeta fosse colocada dentro de uma esfera. De acordo com a projeção, divulgada esta semana, a hidrosfera global caberia numa “bola” d´água com diâmetro de 1.385Km, um pouco mais do que a distância entre a cidade de São Paulo e Pelotas, no Rio Grande do Sul. Já em volume, seriam 1,3 milhões de quilômetros cúbicos.
Agora se toda a água do mundo fosse derramada de uma só vez sobre os Estados Unidos, ela deixaria todo o país submerso a uma profundidade de 145 quilômetros – isso é 13 vezes mais fundo que o ponto mais fundo dos oceanos, as Fossas Marianas, no Pacífico, com cerca de 11 mil metros, local desbravado recentemente pelo cineasta James Cameron.
Dessa perspectiva, parece até muita água. Mas é preciso considerar que mais de 96% é de água salgada dos oceanos. Menos de 4% são recursos de água doce, que garantem a sobrevivência dos 7 bilhões de habitantes do planeta e demais seres vivos. E aí, a situação preocupa. Um estudo da consultoria britânica Maplecroft mostra que o mundo vive um “estresse hídrico” e nem as grandes economias escapam.
Apesar do eclipse solar total ser o mais raro e aguardado fenômeno desse tipo, o eclipse do tipo anular não fica atrás e é para alguns, até mais belo. E neste domingo teremos esse tipo de eclipse em que a posição da Lua não o cobrirá totalmente e deixará o Sol com um belo anel ao seu redor.
O eclipse anular desse domingo será visível em uma faixa com largura média de 270 km que vai desde o leste asiático e oeste dos EUA, cruzando todo o oceano Pacífico. O Brasil estará de fora do espetáculo.
O eclipse terá início no sul da China às 22:06 UTC (19:06 BRT), com a sombra do Sol percorrendo 13600 km do planeta de leste para oeste durante 3h30m.
A capital japonesa Tóquio será uma das áreas urbanas mais favorecidas do mundo a presenciar o fenômeno. A cidade tem 10 milhões de pessoas e se localiza a apenas 10 km ao norte do centro da linha principal da sombra. Isso permitirá uma observação completa do fenômeno por quase cinco minutos. Redding, na Califórnia, se localiza a 30 quilometres ao sul do centro da linha. Ali, os habitantes verão o fenômeno por cerca de 4m30s a partir da 01:26 UTC (22h26 BRT).
O ponto máximo do evento ocorrerá exatamente às 20:52:47 BRT (23:52:47 UTC) sob as coordenadas 49.05 N e 176.16 E, ao sul das ilhas Aleutas, no Pacífico norte. Observadores da região poderão ver o eclipse anular durante 5m46, com o Sol a 61 graus de elevação.
O eclipse anular de 2012 ocorre um dia depois do apogeu da Lua, quando nosso satélite se encontra na posição mais distante da Terra. Por estar mais longe, o disco lunar estará 6% menor que o disco solar e não cobrirá a estrela totalmente. Isso fará com que uma espécie de "anel de fogo" seja visto ao redor do Sol, o que torna o espetáculo ainda mais belo.
No Brasil No Brasil, o próximo eclipse solar ocorrerá no ano de 2023 e poderá ser visto dos estados do Norte e do Nordeste. Na ocasião o eclipse será igual a esse, do tipo anular, quando um anel solar permanecerá visível em torno da Lua. Eclipse total mesmo, com o Sol completamente bloqueado, só em 2045.
Eclipse Solar Um eclipse do Sol ocorre sempre que a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. Se durante um eclipse a lua encobrisse completamente o disco do Sol, seria chamado de eclipse total. Caso contrário, eclipse parcial.
Se durante um eclipse total a Lua estiver próxima de seu apogeu (maior afastamento da Terra), seu diâmetro aparente parecerá menor que o do Sol e por não cobrir todo o disco, parte do Sol ainda permanecerá visível em forma de anel, daí o nome "anular" para este tipo de eclipse. Anular significa "em forma de anel"
Artes: No topo, eclipse solar anular ocorrido em 15 de janeiro de 2010, fotografado em na República Popular da China. Na sequência, gráfico mostra o trajeto da sombra projetada na Terra, destacado em vermelho. Acima, esquema de como acontece um eclipse solar. Créditos: Wikipedia, Apolo11.com. Direitos Reservados
Com o objetivo de promover uma reflexão sobre os temas " Oceano e Clima" "Biodiversidade" e " Exploração em Águas Profundas" na USP, considerando referencias internacionais de relevância acadêmica, com o objetivo de se incorporar novas áreas de conhecimentos nos temas e ampliar a interatividade interinstitucional,visando patamares acadêmicos de excelência.
Assista on line:
O designer Garth Britzman teve uma ideia brilhante aquando da construção de um toldo para um lugar de estacionamento. Encheu um vasto número de garrafas vazias com um líquido de várias cores. Pendurou as garrafas com fios formando uma mancha colorida que se movimenta com o vento e que vista de baixo se parece com um mar de flores. Uma alternativa inteligente e muito criativa à reciclagem de garrafas de plástico. Venham de lá mais ideias como esta, que a Moment agradece.
Veja mais detalhes em: Um toldo muito original
Uma equipe de pesquisadores do Laboratório Universo e Teorias, da Universidade Paris Diderot, na França, concluiram a primeira etapa da simulação do Universo inteiro, ou, pelo menos, do Universo observável.
O objetivo é simular em computador o desenvolvimento de todo o Universo, do Big Bang até os nossos dias.
Esta é a primeira de três "rodadas" do projeto DEUS (Dark Energy Universe Simulation, simulação da energia escura do universo, em tradução livre).
O projeto, que ocupa um supercomputador em tempo integral, conseguiu seguir a evolução de 550 bilhões de partículas nessa primeira rodada.
A simulação foi programada com base em três teorias sobre a energia escura.
A primeira é a do modelo padrão de formação do universo com uma constante cosmológica, aquela que Einstein se arrependeu de ter tirado de suas equações, uma vez que ela permitiria que ele tivesse previsto a expansão do Universo - "Foi o maior erro da minha vida," teria dito o cientista.
A equipe pretende rodar novas simulações com outros dois modelos.
O segundo será caracterizado por um componente de energia escura dinâmico, que preencheria todo o Universo.
O terceiro modelo pressupõe uma modificação na lei da gravidade em grandes escalas, levando em conta os efeitos de um componente em aceleração, chamado "energia escura fantasma".
De zoom em zoom, os cientistas franceses já conseguiram simular 550 bilhões de partículas. [Imagem: Deus Consortium]
Confirmações das teorias
Se alguma das teorias estiver corretas, será possível estabelecer seus efeitos sobre a formação da estrutura do Universo e, desta forma, estabelecer alvos para novas observações astronômicas.
Na prática o caminho será o inverso: a partir das previsões de cada teoria, as simulações permitirão estabelecer alvos em busca de uma eventual confirmação.
Graças ao seu supercomputador Curie, com 92.000 CPUs, os cientistas esperam ter todos os resultados até Maio deste ano.
Arqueólogo e antropólogo da USP conta como formulou uma teoria sobre a chegada do homem às Américas
Ele é o pai de Luzia, um crânio humano de 11 mil anos, o mais antigo até agora encontrado nas Américas, que pertenceu a um extinto povo de caçadores-coletores da região de Lagoa Santa, nos arredores de Belo Horizonte. O arqueólogo e antropólogo Walter Neves, coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), não foi o responsável por ter resgatado esse antigo esqueleto de um sítio pré-histórico, mas foi graças a seus estudos que Luzia, assim batizada por ele, tornou-se o símbolo de sua polêmica teo-ria de povoamento das Américas: o modelo dos dois componentes biológicos.
Formulada há mais de duas décadas, a teoria advoga que nosso continente foi colonizado por duas levas de Homo sapiens vindas da Ásia. A primeira onda migratória teria ocorrido há uns 14 mil anos e fora composta por indivíduos parecidos com Luzia, com morfologia não mongoloide, semelhante à dos atuais australianos e africanos, mas que não deixaram descendentes. A segunda leva teria entrado aqui há uns 12 mil anos e seus membros apresentavam o tipo físico característico dos asiáticos, dos quais os índios modernos derivam.
Nesta entrevista, Neves, um cientista tão aguerrido como popular, que gosta de uma boa briga acadêmica, fala de Luzia e de sua carreira.
Leia mais na matéria da Revista Pesquisa Fapesp intitulada: Walter Neves: o pai de Luzia. MARCOS PIVETTA e RICARDO ZORZETTO
terça-feira, 15 de maio de 2012
Doar é Legal 2012 - Campanha da Polícia Militar
Na próxima quarta-feira, dia 16 de maio, o Hemocentro RP Campus e Posto de Coleta receberão doadores de sangue voluntários enviados pela Polícia Militar, os quais podem ser policiais militares, familiares e comunidade em geral.
A campanha "Doar é Legal" teve início em maio do ano passado, quando 2.676 policiais militares fizeram a doação voluntária de sangue em todo o estado de São Paulo.
Neste ano, as doações de sangue acontecem no período de 07 de maio a 16 de maio em comemoração de um ano do lançamento da campanha.
Temporais se tornam mais frequentes e chuva aumenta 30% em São Paulo em 80 anos
Entre 1933 e 2010, o total anual de chuvas aumentou 425 mm na região metropolitana, segundo dados da USP
A terra da garoa virou a megalópole da tempestade. Em cerca de 80 anos, a quantidade de chuva anual que cai na Região Metropolitana de São Paulo, onde um em cada 10 brasileiros vive numa área equivalente a quase 1% do território nacional, aumentou 425 milímetros (mm), metade do que chove em boa parte do semiárido brasileiro. Saltou de uma média anual de quase 1.200 mm na década de 1930 para algo em torno dos 1.600 nos anos 2000. Fazendo uma soma linear, é como se todo ano tivesse chovido 5,5 mm a mais do que nos 12 meses anteriores. A pluviosidade não apenas se intensificou como alterou seu padrão de ocorrência. Não está simplesmente chovendo um pouco mais a cada dia, um efeito que seria pouco perceptível na prática e incapaz de ocasionar alagamentos constantes na região. A quantidade de dias com chuva forte ou moderada cresceu, provocando inclusive tempestades no inverno, época normalmente seca. Em contrapartida, o número de dias com chuva fraca, menor do que 5 mm, diminuiu.
Leia mais na matéria da Revista Pesquisa Fapesp intitulada: Da garoa à tempestade. MARCOS PIVETTA
Já falamos aqui do Khan Academy, um projeto de sucesso de educação de alto nível online que tem como alunos até os filhos de Bill Gates. Conheça algumas versões brasileiras.
Salman Khan, ou simplesmente Sal, matemático que largou o mercado financeiro para criar o Khan Academy, um dos maiores fenômenos educacionais do mundo, inspirou vários brasileiros a seguirem seus passos. Nosso propósito é democratizar a educação de alta qualidade no Brasil. Distribuir o conhecimento dos melhores professores e universidades do mundo - de graça, para todos. Dar acesso ao conhecimento, a qualquer pessoa interessada em melhorar sua vida. Simples assim. Retirado do site VEduca
Também já conhecemos o projeto piloto da Fundação Lemann, que vem traduzindo o material da Khan Academy dando foco especial à parte de aritmética.
Agora, projetos similares nacionais cresceram e multiplicaram-se e, apesar de serem pioneiros em um tipo de negócio ainda a ser explorado, eles têm em comum a possibilidade de fazer a diferença e a metodologia baseada em vídeo-aulas.
O empreendedor Thiago Feijão mostrou os primeiros passos do Qmágico, site que disponibiliza vídeos com conteúdo de aulas explicando de modo simples, com apoio de desenhos. Escolas e alunos pagam uma assinatura para usar o sistema. "Quanto mais ganharmos escala, mais barato o serviço ficará", aponta Feijão. Retirado do site QMágico citando a Revista PEGN
A seguir uma breve lista de alguns desses projetos:
Geekie:www.geekie.com.br
Preço: Grátis Por enquanto, está no ar apenas a versão para as escolas. Está planejado a estreia no mercado no segundo semestre.
A Universidade de Tel Aviv, em colaboração com a companhia farmacêutica Vaxil Biotheraputics, foram capazes de desenvolver uma vacina capaz de combater diversos tipos de cânceres.
A pesquisa foi divulgada e alega que as células cancerosas geralmente não são detectadas pelo sistema imunológico como sendo uma ameaça e por isso o corpo não a combate, mas esta vacina funciona treinando o sistema imunológico para detectar estas células e combatê-las, uma vez que elas possuem concentrações anormalmente elevadas de proteína MUC1 em 90% dos cânceres.
Os testes em humanos da vacina apresentaram resultados impressionantes no Hadassah Medical Centre, em Jerusalém, aonde 10 pacientes que sofriam de diversos tipos de melanomas receberam a vacina e em 7 deles houve uma melhora incrível na saúde aumentando a resposta imunológica.
Agora os cientistas pretendem fazer mais testes em humanos para que seja aprovada a vacina.
Leia mais em: Vacina contra o câncer pode estar próxima.
Ilustraçãodo planeta 55 Cancri ( NASA/JPL-Caltech)
Planeta é duas vezes maior e oito vezes mais maciço que a Terra.
É a primeira vez que cientistas conseguem fazer algo parecido.
O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, detectou pela primeira vez a luz emanada por uma ‘superterra’, um tipo de planeta extrassolar, a 41 anos-luz daqui, na constelação de Câncer.
As superterras são planetas especiais que não se parecem com nada que temos no nosso Sistema Solar. Eles têm (bem) mais massa que a Terra, porém são mais leves que Netuno (que é feito de gás). As superterras podem ser rochosas, gasosas ou uma combinação dos dois. Apesar do “super”, elas são razoavelmente pequenas – e bem difíceis de serem vistas daqui.
Conseguir enxergar uma superterra é um passo importante para tentar localizar planetas menos “super” e mais parecidos com o nosso, que tenham condições de abrigar vida.
Ao contrário do Hubble, que faz imagens na luz visível, o Spitzer enxerga apenas em raios infravermelhos. Por isso, não há uma fotografia do planeta – que se chama 55 Cancri. A imagem acima é uma ilustração.
O 55 Cancri é duas vezes maior que o nosso planeta e oito vezes mais maciço. Ele está mais perto de sua estrela do que Mercúrio está do nosso Sol. Os cientistas acreditam que ele tem um núcleo rochoso coberto por uma camada de água, que, por causa das temperaturas extremas, está perpetuamente em forma de um vapor espesso. A temperatura no lado voltado ao Sol está estimada em 1.700 graus celsius.
Leia mais em: Telescópio espacial detecta luz de ‘superterra’
Conheça parte do conteúdo do Museu do Amanhã, instituição de ciência com previsão de inauguração em 2014 que promete ajudar o visitante a examinar o passado, manipular o presente e imaginar os possíveis futuros.
Uma das salas do Museu do Amanhã mostrará espécies próprias da cidade e dos vários biomas.
O anúncio, em 2010, da construção de um museu de ciência na zona portuária do Rio de Janeiro chamou a atenção para o projeto do renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava e a maquete que prometia uma experiência de sustentabilidade e reflexão sobre a natureza – incluindo um telhado com estrutura móvel que capta energia solar e água da baía de Guanabara como principal climatizador do interior do prédio. Desde então, a comunidade científica passou a indagar: o que será, afinal, exposto no interior do Museu do Amanhã?
Parte da resposta foi dada hoje (2/5), pelo próprio Calatrava e por um dos curadores do museu, o físico do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) Luiz Alberto Oliveira.
A verdade é que, até agora, o museu ganhou notoriedade na imprensa mais pela capacidade de triplicar as previsões orçamentárias do que, propriamente, por suas propostas estéticas e de conteúdo.
Hoje a ideia foi, finalmente, exposta, com a apresentação das quatro salas principais do lugar, com previsão de inauguração em 2014 (a data inicial era 2012, para coincidir com a Rio+20 e, provavelmente, com as eleições municipais).
Assista à animação que mostra
como será o exterior do museu
No Palácio da Cidade, no Rio de Janeiro, foi apresentado um esboço do percurso do visitante no museu, um caminho que terá início numa sala que representa o que sempre esteve aqui (o cosmos), sucedida pelo ontem (o contexto), o hoje (o antropoceno) e, por fim, o amanhã (as possibilidades).
Apesar de o conteúdo de cada seção ter sido pouco aprofundado, já é possível visualizar um museu com vasto uso de telas sensíveis ao toque e projeções gigantescas, aos moldes do que já acontece, por exemplo, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.
A ideia, segundo texto de apresentação distribuído para a imprensa, é permitir que o público seja “levado a examinar o passado, manipular as várias tendências da atualidade e imaginar os futuros possíveis para os próximos 50 anos”. Intenções, importante lembrar, que o próprio Luiz Alberto Oliveira já havia adiantado, há dois anos, em longa vídeo-entrevista para a CH On-line.
O Museu do Amanhã é, segundo o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o carro-chefe da revitalização da zona portuária da cidade. Em junho, será inaugurado no mesmo local o Museu de Arte do Rio, o MAR.
Confira as primeiras imagens de divulgação do interior do museu e a explicação, mais detalhada, do que tratará cada sala.
Leia mais em: Primeiros vestígios do amanhã. Thiago Camelo. Ciência Hoje On-line
No palco do TED 2012, Jack Choi demonstra uma poderosa ferramenta para treinar estudantes de medicina: uma tela multi-toque do tamanho do corpo humano, que permite explorar, dissecar e entender as partes do corpo e os sistemas.
Ao que tudo indica, este vídeo foi filmado do alto de um colégio da cidade japonesa Minami-Sanriku, que atingida por um tsunami em 2011. Apesar do vídeo cortar as pessoas no final da gravação, ele diz nos comentários que todos conseguiram se salvar.
No próximo sábado, dia 12 de maio, a cidade de São Simão receberá o Hemocentro de Ribeirão Preto para a Campanha de Doação de Sangue e Cadastro para Doação de Medula Óssea. A coleta acontecerá no seguinte local: EMEI Benedito Mielli Rua Manoel Dias do Prado, 1896 das 07h00 às 12h00
O Hemocentro agradece a toda a população de São Simão pela colaboração e conta com a presença de uma pessoa muito especial: você, doador!
De 23 a 26 de abril aconteceu o I Fórum Multidisciplinar de Inclusão das Pessoas com Deficiência, realizado pelo curso de Direito, com a participação dos cursos de Enfermagem, Ciências Biológicas e Administração da Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal.
O tema, de grande relevância, objetivou oferecer informações aos alunos e futuros profissionais e à própria população, de modo a instruí-los sobre as medidas necessárias para contribuir com as pessoas que possuem necessidades especiais, para que elas tenham acesso ao conhecimento, inserção no mercado de trabalho e na sociedade, bem como ao lazer e saúde.
Assim, os Coordenadores dos cursos citados, Prof. Dr. José Carlos, Profa. Ms. Andresa Araújo, Profa. Dra. Janaina Fernanda Gonçalves Neto e Prof. Dr. Adriano dos Reis Lucente, se reuniram e organizaram o evento, abordando o tema por diferentes vertentes, sendo elas: área Jurídica, área de Saúde, da Educação e Administrativa.
Na noite de abertura, os estudantes puderam conhecer a nova equipe da Coordenação do Centro Acadêmico de Direito e ouvir o Prof. Dr. Luís Alberto Davi Araújo, que falou do tema “A proteção constitucional da pessoa com deficiência”. Segundo o palestrante, cerca de 20% da população brasileira não está incluído socialmente.
Os assuntos discutidos na terça-feira, dia 24, foram a Inclusão do deficiente no mercado de trabalho, histórias de vida e superação e novas tecnologias que facilitam a vida da pessoa com alguma deficiência. Todos os presentes puderam conhecer a história do Professor na Unidade de Atendimento a Pessoa com Deficiência Visual e Múltipla “Olhos da Alma”, Valdecir Kuhl.
“Nós só damos valor a algo quando o perdemos. Por isso não espere perder para saber o quanto algo é importante”, afirmou o professor, referindo-se ao surgimento de seu interesse pela literatura.
Ao longo do evento, foram discutidas também as relações entre Deficiência e Cidadania, bem como a definição de Deficiência Intelectual. O Prof. Sinval Avelino dos Santos abordou os aspectos da saúde atualmente, frisando a importância de levar em conta os valores, a cultura, e o sofrimento psíquico, não apenas os aspectos orgânicos das pessoas atendidas.
Sobre a Inclusão Escolar, a Profa. Fabiana Chinalia destacou que deve haver um diálogo entre a Educação Especial e Educação Regular, para que não haja exclusão dos alunos especiais.
“Em pleno século 21 ainda temos idéias de que essas pessoas são incapazes e tudo deve ser diferenciado”, afirmou. “Não se nega que há necessidades e restrições, mas essas pessoas devem estar no mesmo local que outras de sua idade”, concluiu a professora, referindo-se à vida social das pessoas com deficiência, e frisando a importância de garantir que o aluno esteja presente no ambiente escolar, e não apenas fisicamente.
Prestigiando todas as noites do evento, estiveram presentes a Diretora Geral da Faculdade de Educação São Luís, Sra. Profa. Iracê Miriam de Castro Martins e a Mantenedora da FESL e Presidente da Unidade Olhos da Alma, Sra. Gislene Martins Duarte.
Luciana Teixeira
A doença está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo
Depressão atinge cerca de 17 milhões de brasileiros
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão é uma doença que atinge cerca de 17 milhões de brasileiros e está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo.
Um estudo apresentado por pesquisadores da Universidade Metodista de Dallas, nos Estados Unidos, afirma que os exercícios físicos podem agir como antídoto contra a depressão e distúrbios de ansiedade, já que através da atividade física é possível atingir os sistemas de neurotransmissores no cérebro ajudando a estabelecer comportamentos mais positivos.
Segundo a psicóloga Ana Cristina Fraia, coordenadora terapêutica do Hospital Dia da Clínica Maia Prime, “os exercícios promovem a liberação de endorfinas pelo sistema nervoso central, causando uma sensação de bem-estar que pode permanecer por várias horas mesmo depois de encerrado o exercício”.
A especialista explicou que os sintomas da depressão podem variar de pessoa para pessoa e dependem da intensidade e permanência. “Exercícios físicos associados ao tratamento médico e multiprofissional promovem um grande senso de realização nos pacientes, tornando-os mais confiantes e contribuindo com a melhora da autoestima”.
Ainda de acordo com Ana Cristina, todos os exercícios são indicados para melhorar o quadro de depressão, “porém os aeróbicos e principalmente a corrida são os melhores, por estimularem mais rapidamente a liberação de endorfinas”.
“Se possível, o ideal é praticar exercícios diariamente ou no mínimo três vezes por semana”, concluiu.
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Leia mais em: Exercícios ajudam no tratamento de depressão (band.com.br)
Astrônomos flagraram quatro estrelas anãs brancas destruindo seus próprios planetas.
O fenômeno pode ser um exemplo do que acontecerá com o próprio Sistema Solar.
Conforme estrelas como o nosso Sol se aproximam do final de suas vidas, elas se tornam gigantes vermelhas, expandindo-se para muito além de suas dimensões usuais.
Embora ainda não esteja claro se nosso futuro "Sol Vermelho" será capaz de engolir a Terra, é certo que isso acontecerá com Vênus e Mercúrio.
Pode ser que a Terra saia "ilesa", apenas com sua superfície totalmente tostada - sem vida e sem água, certamente. Restos do fim do mundo
Não foi o que aconteceu com as estrelas agora observadas por uma equipe da Universidade de Warwick, no Reino Unido.
Eles identificaram quatro anãs brancas cercadas por poeira produzida por corpos planetários despedaçados.
O mais interessante é que essa poeira tem muitas semelhanças com a composição da Terra.
Os elementos mais abundantes na poeira em torno dessas quatro anãs brancas são oxigênio, magnésio, ferro e silício - quatro elementos que compõem cerca de 93% da Terra.
Uma observação ainda mais significativa é a de que este material também contém uma proporção extremamente baixa de carbono, muito semelhante à Terra e outros planetas rochosos que orbitam mais perto do nosso Sol.
Fonte: Inova Tecnológica