quarta-feira, 28 de março de 2012

Você já conhecia a biblioteca digital criada pelo Governo Federal para compartilhar livros digitais para professores, alunos e toda população?

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Mas se você  não conhece, vale a pena conhecer, podemos encontrar um acervo com mais de 500 livros grátis disponíveis para download, obras dos mais diversos autores do mundo que se encontram em domínio público ou obras com as devidas licenças de direitos autorais.
Em tempos da inclusão digital, a biblioteca digital denominada Domínio Público, foi lançada em novembro de 2004 com a proposta de compartilhar conhecimentos sem desigualdade, colocando à disposição de todos os usuários da internet uma biblioteca virtual que se constitui em referência para professores, alunos, pesquisadores e para toda população em geral.
“Uma biblioteca digital é onde o passado encontra o presente e cria o futuro.” Abdul Kalam
Esta biblioteca permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas, já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal. Contribuindo para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia.

Especial Páscoa – ovos inusitados.

Os cinco ovos interessantes do mundo
Quando alguém menciona a palavra “ovo”, a imagem que provavelmente vem à sua mente é o ovo da galinha, não é? Mas alguns animais botam ovos em cores, formatos e aspectos tão inusitados que dão um novo conceito visual à palavra. Confira os ovos mais intrigantes do mundo animal:
OVOS DE TUBARÃO

 À primeira vista, parece um saquinho amarelo translúcido que envolve o corpo de um girino desconhecido. O ovo de tubarão, apelidado de “bolsa de sereia”, não tem um formato padronizado: apesar de esta foto mostrar um exemplar retangular com uma leve curva nas pontas, existem outros desenhos já observados. Mas o tamanho assusta: a maioria das espécies bota ovos que alcançam o tamanho de uma mão humana adulta e eventualmente acabam aparecendo na beira da praia em algumas regiões do mundo.
Já houve registros, no entanto, de ovos colossais com mais de 2 metros de comprimento. A mãe bota os ovos e os acompanha até descerem ao fundo do oceano, momento em que os filhotes são deixados à própria sorte. Em alguns casos, há dois ou mais bebês de tubarão dentro do mesmo ovo, e eles atacam uns aos outros até que apenas o mais forte sobreviva.

OVOS DE POLVO

 Quando é chegada a hora, as fêmeas de polvo botam centenas de milhares de ovos de uma só vez, geralmente sobre saliências em pedras ou corais. A partir dali, fica de guarda para evitar o ataque de predadores até que os filhotes nasçam. Mesmo depois do nascimento, ela os vigia enquanto se alimentam de plâncton até que estejam desenvolvidos o suficiente para explorar o mar por si mesmos.
Como esse processo às vezes leva muito tempo, a mãe começa a ficar faminta e acaba comendo um de seus próprios tentáculos para sobreviver. Ainda assim, ela geralmente morre nas mãos de um predador logo depois que a “missão” está completa, porque fica muito fraca para se defender de ataques.
OVOS DE DINOSSAURO

 É uma pena que não exista um ovo “fresco” para ser analisado, mas o material para estudos não deixa de ser muito rico: alguns ovos já encontrados contêm filhotes de dinossauro fossilizados dentro, o que deu um grande impulso tanto ao estudo dos ovos em si quanto dos dinossauros adultos. A variedade entre as espécies é enorme: existem ovos esféricos, em forma de comprimido, em forma de gota ou de concha.
O tamanho também oscila, mas nenhum encontrado até hoje é extremamente grande: os maiores apresentam 60 centímetros de comprimento por 20 de largura. Uma característica marcante é a dureza da casca: em geral, servia para suportar o peso do próprio embrião.
OVOS DE ESPONJAS E MEDUSAS


 Assim como os peixes, também não há sexo no mundo das esponjas, corais e medusas. Em quase todos os casos, não há sequer divisão entre macho e fêmea. Os ovos, apesar disso, não deixam de ter sua particularidade e diferença de cores, tamanhos e aspectos. O modo de reprodução é que varia bastante: enquanto existem algumas espécies sexuadas, nas quais um mesmo indivíduo lança óvulos e espermas ao solo para que fecundem, outras espécies apenas soltam no ambiente algumas de suas células, e dali nasce um ovo.
OVOS DE EQUIDNAS E ORNITORRINCOS

 A ordem animal dos monotremados (orinitorrinco e équidnas), em geral, já causa estranheza por seus animais adultos. O próprio fato de botarem ovos já é inusitado, pois eles nada mais são do que mamíferos. Mas os ovos ficam maturando no corpo da própria mãe, que o nutre com os próprios recursos corporais. Após a eclosão, a mãe cuida dos filhotes por entre 4 e 6 meses.
O ovo em si se parece com uma batatinha: quase esférico, pequeno e amarelo. Uma curiosidade bizarra é o fato da fêmea monotremada não ter mamas: para amamentar os filhotes, ela “sua” leite, que é bebido diretamente do abdome pelos recém nascidos.
Veja mais em: Os cinco ovos mais interessantes do mundo  
[Dom Escolar]

Imagens do Dia

Coisas do dia a dia, fotografadas com um microscópio eletrônico
Vaso sanguíneo com sangue arterial.
Células cerebrais
Terminação nervosa
Língua humana

terça-feira, 27 de março de 2012

Imagem do Dia


Menor vertebrado do mundo II

Lembra da rã que foi declarada como o menor vertebrado do mundo? Para alguns especialistas ela não é. A decisão de qual é o menor vertebrado que existe está gerando muita discussão. A minúscula rã encontrada recentemente não alcança o tamanho de uma moeda de um centavo, mas um cientista afirma que essas criaturas diminutas não têm tamanho recorde. Em vez disso, ele defende um que um peixe é o menor vertebrado.
A rã recém-descoberta Paedophryne amanuensis, de 7,7 milímetros de comprimentos, recebeu o título de menor vertebrado. No entanto, um peixe do gênero masculino, Photocorynus spiniceps, pode medir até 0,8mm a menos do que essas pequenas rãs e merecem o título, de acordo com Ted Pietsch, da Universidade de Washington.
Acontece que há mais de uma maneira de medir um vertebrado. As medições da rã se referem à média de tamanho dos indivíduos maduros, enquanto o tamanho do peixe pescador se refere ao menor indivíduo da espécie encontrado.
A menor das rãs recentemente identificadas mede 7mm da ponta do focinho ao rabo. Já o menor dos peixes machos foi descrito em 2005 medindo 6,2mm do focinho à nadadeira caudal – 11% menos do que a rã. 
[LiveScience]

Superbactéria KPC

A morte de duas pessoas por suspeita da superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) no Instituto do Câncer do Ceará (ICC) de Fortaleza, no Ceará, acendeu o alerta das autoridades de saúde em todo o país. No Estado, a suspeita motivou uma ação do Ministério Público Estadual. Há, ainda, outros 25 casos suspeitos de contaminação, de acordo com boletim emitido pela Secretaria da Saúde do Ceará.
A KPC é uma enzima pela qual as bactérias adquirem resistência aos medicamentos antibióticos usados no tratamento de pacientes, inclusive os remédios mais potentes usados contra infecções. O risco, no entanto, é maior apenas para os pacientes mais debilitados, podendo ser superada pelos pacientes que possuem um organismo mais forte.
De acordo com o farmacêutico Paulo Jessé Silva Gonçalves, a bactéria KPC tornou-se super-resistente por causa das mutações que sofreu. “Como o paciente que contrai essa bactéria já está debilitado demais, um paciente que está na UTI (Unidade de terapia intensiva), então ele é suscetível demasiadamente. Isso faz com que ele tenha várias infecções que poderão levar ao óbito”, afirmou.
A contração da KPC, por enquanto, é restrita aos hospitais. “Ela, ainda, está restrita ao ambiente hospitalar, e a gente pede a Deus que ela continue lá, porque se sair de lá, nós não temos como fazer face à superbactéria, porque os tratamentos são muito caros”, pondera o farmacêutico.
Ainda segundo Paulo Gonçalves, algumas medidas podem ser tomadas por profissionais da saúde e visitantes para evitar um surto da KPC. “Lavagem das mãos e álcool gel. E a prescrição criteriosa por parte do profissional médico”, ressalta.
No Maranhão, até o momento, nenhum caso foi registrado de infecção por superbactéria.

Curso de Comunicação Social da Faculdade São Luís promove palestra sobre Educação Financeira


No dia 20 de março, o curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade de Educação São Luís, juntamente com a XP Educação e Juro Composto, realizaram uma palestra para os estudantes da Instituição com o importante tema: “Educação Financeira – os primeiros passos para transformar sonhos em realidade”.
Os presentes, formados em sua maioria por alunos de Publicidade e Propaganda e Administração, ouviram o consultor financeiro, Leonardo Gazini Facchini, que deu uma introdução sobre a importância da consciência e da boa informação com relação ao mundo das finanças. O palestrante ressaltou que é possível sim construir um futuro tranqüilo e conquistar a independência financeira a partir de organização, administração de gastos e consciência do que levar em conta na hora de investir seu dinheiro.

Quando a gente fala sobre ser rico, é bem relativo. É possível para todo mundo; é uma questão de tempo, muito estudo, trabalho, disciplina e paciência”, afirmou o palestrante.
Luciana Teixeira

segunda-feira, 26 de março de 2012

Belíssimos concorrentes do Concurso Sony de Fotografia

Leia mais em: Belíssimos concorrentes do Concurso Sony de Fotografia. UEBA

Tartarugas de água doce ameaçadas de extinção

Mais de 40% das espécies de tartaruga de água doce do planeta estão ameaçadas de extinção, o que faz delas o grupo de animais mais ameaçado do planeta. Essa absurda ameaça de extinção se deve principalmente à perda de seus habitat natural, em especial por causa do represamento dos rios para hidroeletricidade, seguido da caça para alimentação e do comércio muito lucrativo de tartarugas raras como animais de estimação. Confira dez tartarugas que precisam de atenção especial:
10) Terrapene coahuila:Essas tartarugas são também chamadas de “tartarugas-de-caixa”, porque seu casco se fecha como uma caixa. A maioria das espécies vive na terra, mas esta está permanentemente em água doce nas nascentes e brejos de Cuatro Cienegas, no norte do México, um oásis no deserto que está sob ameaça graças ao bombeamento de água contínuo para fins agrícolas, bem como uso residencial. Além disso, grande parte das terras está sendo convertida para uso agrícola.
9) Cágado ou Tartaruga de Annam (Mauremys annamensis): Esta espécie vive apenas na região central do Vietnã. Depois de intensa caça e coleta para o comércio de alimentos na China nos anos 90, poucas tartarugas de Annam sobraram. Porém, há muitas sendo criadas em cativeiro e algumas já foram reintroduzidas na natureza.
8 ) Tartaruga do pântano: Essa tartaruga minúscula – cerca de 10 centímetros de comprimento – vive no leste dos EUA. Seu método único de se enterrar como uma toupeira para pegar insetos, vermes e outros alimentos se tornou mais difícil agora que sua terra tem sido convertida para uso agrícola. Os prados e outros pequenos pântanos de seu habitat especializado já se foram, visto que 98% de suas terras já foram convertidas. Hoje, existem apenas algumas pequenas populações dispersas da espécie.

Passado ajudando o futuro

Um feito inédito pode contribuir para futuros estudos do clima e da botânica. Uma planta de 30 mil anos foi ressuscitada por cientistas russos por meio do cultivo de suas células frutíferas e algumas sementes, que deram origem a novos brotos. A espécie pré-histórica data da última era do gelo da Sibéria e foram encontradas conservadas a 40 metros da superfície.
Com a novidade, evoluções nos estudos do clima e pesquisas sobre regeneração de espécies extintas podem ser postos em prática. A descoberta é uma verdadeira revolução que mexe com toda a natureza. E o mais incrível é que além de ter dado certo, as plantas desenvolveram belas flores férteis em sua segunda geração.
A natureza mostra mais uma vez o quanto pode ser incrível em suas próprias criações. Pense nisso.
Leia mais em: Planta de 30 mil anos pode ajudar cientistas em estudos do clima. Em: Eu quero biologia

sexta-feira, 23 de março de 2012

Orquidófilos

Mauro Rosim
Se você gosta de orquídeas, aqui vai uma reportagem interessante do Blog Orquideas no ape :
Se você gosta de orquídeas e costuma navegar pela net à procura delas, com certeza já viu várias fotos das plantas dele. Agora, se você gosta mesmo de orquídeas, provavelmente é como eu e minha amiga Carol Costa, fãs de carteirinha dele. Estou falando de Mauro Rosim, paulista de nascimento, formado em Economia pela USP, orquidófilo e diretor técnico da SOSA - Associação Orquidófila de Santo André. Acostumado a sambar na cara da humanidade com suas orquídeas raras e espetaculares, o Mauro gentilmente encontrou tempo para conceder esta entrevista exclusiva ao blog Orquideas no ape .
Entrevista com Mauro Rosim

quinta-feira, 22 de março de 2012

FFCLRP-USP promove 2º Curso de Orquídeas

O LBMBP (Depto. de Biologia) promove curso de Extensão Universitária

Estão abertas as inscrições para o 2º Curso de Orquídeas. O curso de Extensão Universitária será realizado de 11-15/06/2012 no Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto das 19:00 às 22:00 hs.
As vagas são limitadas. As inscrições vão até 01/06/2012 e deverão ser feitas na secretaria de graduação do Departamento de Biologia ou através do e-mail: caique@ffclrp.usp.br
O curso tem como objetivos propiciar à comunidade noções sobre sistemática e reprodução de plantas, e sobre a preservação da flora e da fauna usando as orquídeas como modelo. Também será abordado o problema do comércio de plantas nativas (retiradas do habitat) e o uso de materiais alternativos, sem usar substratos extraídos de forma ilegal da natureza, como o xaxim. O curso também oferecerá informações sobre cultivo de orquídeas e visita ao orquidário do Departamento onde são cultivadas as plantas usadas nas pesquisas científicas.
Detalhes da programação do 2º Curso de Orquídeas podem ser acessados através do site http://sites.ffclrp.usp.br/lbmbp/index.php/disciplinas

Ambiente e empresas: parceria de sucesso

Nesse artigo de Diego Bonfim é mostrado, algumas invenções e criações que foram desenvolvidas por empresas e pessoas para tentar ajudar na sustentabilidade do Planeta.
Nos dias de hoje estamos vivendo um processo de evolução muito grande, principalmente no quesito tecnologia, onde constantemente está sendo lançadas novidades para o consumidor, isso é muito bom, pois cada dia mais está sendo facilitada a vida de todos, seja no lazer, trabalho, diversão e outras atividades do dia-dia. O problema é, e o meio ambiente, como fica nessa história? Isso porque muitas dessas inovações tecnológicas envolvem procedimentos que causam um impacto ambiental ao nosso Planeta, acabando ainda mais com os recursos naturais que ainda temos.
Google usa água de banheiros para resfriar seus servidores

A empresa gigante da internet, Google é um grande exemplo em inovação ecológica, em seu datacenter localizado em Douglas County (Georgia, EUA), desde o ano de 2007 resfriava suas máquinas com a mesma água que era fornecida aos moradores da cidade, mas recentemente após várias pesquisas, a Google percebeu que poderia usar a água já utilizada, dos banheiros dos moradores. Assim, além de ter uma economia maior no gasto com resfriamento, ainda contribui para diminuir o desperdício de água.

Impressora reversa

Uma ideia que ainda se encontra em projeto, mas que já está com seus estudos avançados e com certeza será uma inovação altamente sustentável, é uma impressora reversa, ou seja, ela oferecerá a possibilidade de retroceder o processo de impressão, através de um sistema de evaporação da tinta impressa.

Funcionará de forma simples e rápida, a pessoa irá colocar a folha impressa novamente na máquina, e com um Laser a impressora irá aquecer a tinta da folha até que ela evapore do papel. As pesquisas e desenvolvimentos deste projeto estão sendo feitos por pesquisadores da Universidade de Cambridge.

EcoPC, o computador ecologicamente correto
No Brasil a inovação tecnológica a favor do meio ambiente também é muito importante, pensando nisso o empresário mineiro Adriano Reis Carvalho juntamente com seus sócios inventaram o EcoPC, um computador ecologicamente correto. Adriano pensou ecologicamente em todas as partes de seu produto, desde material utilizado na construção até o transporte para clientes.



Veja algumas especificações do EcoPC:
Gabinete totalmente feito com garrafas PET (20 no total);
Consumo de energia 66% menor que um computador comum;
Tamanho do gabinete menor, sendo assim possível transportar muito mais unidades em um caminhão, o que diminui a emissão de gases poluentes;
Gabinete Pode ser reciclado novamente para a produção de novos;
Adriano e seus sócios da empresa Aja Tecnologia ainda dizem que a próxima missão é criar o EcoTablet.
Não viemos através deste artigo dizer que não gostamos de tecnologia, muito pelo contrário, mas devemos lembrar que temos um Planeta a zelar, afinal, de que adianta ter tantas coisas legais (em tecnologia no caso), sendo que isso acaba aos poucos com o ambiente em que vivemos. Procure ajudar e incentivar pessoas que tenham ideias ecológicas, pois elas podem ser a grande solução para os problemas ambientais do nosso Planeta.

Lei mais em: Eco Tecnologia: Invenções criativas a favor do meio ambiente por Diego Bonfim
Com pesar, o Hemocentro RP comunica a seus colaboradores que faleceu, na tarde desta quarta-feira, o imunologista Julio Cesar Voltarelli. Ele estava internado no hospital Santa Isabel, em Blumenau, Santa Catarina, onde passou por transplante de fígado.
O doutor Voltarelli foi responsável por dezenas de transplantes ao longo de seus 40 anos de dedicação à profissão. Era um dos principais nomes da ciência nacional. Reconhecido internacionalmente pela sua capacidade e inovação. Foi responsável, junto com sua equipe, pelo primeiro transplante de medula óssea do Hospital das Clínicas em 1992.
O Hemocentro RP, em homenagem ao seu ilustre pesquisador, colega, e aos seus familiares decreta luto de três dias em sua sede.
RIP

quarta-feira, 21 de março de 2012

Impressora que reutiliza o papel

Engenheiros da Universidade de Cambridge criaram uma “desimpressora” que permite reutilizar o papel que já estava com tinta.
O método envolve o uso de rápidas aplicações de laser para apagar as palavras e imagens, aquecendo o material impresso até o ponto que ele vaporiza. Os pesquisadores dizem que o aparelho funciona com papeis e tintas comuns, e acaba sendo mais ecológico do que a reciclagem.
Porém, mais pesquisa ainda é necessária para que o produto seja disponibilizado no mercado. “Quando você usa o laser, ele atinge a fina camada de tinta e aquece até o ponto que ela vaporiza”, afirma o líder do estudo, David Leal-Ayala.
A Toshiba já vende uma impressora que apaga a tinta, mas a máquina depende de sua própria tinta especial para funcionar.
Pulsos verdes
Os engenheiros testaram uma série de lasers ultravioletas, infravermelhos e visíveis, com velocidades diferentes. No fim, o melhor foi o laser verde, com uma duração de quatro bilionésimos de segundo.
De acordo com eles, o papel ficou sem nenhum dano e “comparável a um em branco, novo”. Um sistema de extração de gases foi usado para capturar nanopartículas e gases que poderiam prejudicar o processo.
Substituindo a reciclagem
Os pesquisadores acreditam que a reciclagem ainda vai ser um processo mais barato, mas o preço do equipamento deve diminuir conforme a produção aumentar.
“Quando você recicla o papel, usa muitas fontes”, afirma Leal-Ayala. “Você usa eletricidade, água e químicos, e o único motivo pelo qual você não reutiliza o papel é porque a tinta está nele”.
Se o papel continua em boas condições, porque utilizar um processo tão longo como a reciclagem? [BBC]
[Hypescience]

Tubarões, novas espécies descobertas em Galápagos

Cientistas descobriram uma nova espécie de tubarão, moradora do fundo do mar perto das Ilhas Galápagos.
A criatura recém-nomeada Bythaelurus giddingsi é uma espécie de tubarão gato. Esses animais nunca tinham sido vistos perto do famoso arquipélago do Pacífico Oriental, até os pesquisadores descerem cerca de 500 metros ao fundo do oceano.
“Olhamos pela janela do submarino e vimos este tubarão gato manchado”, conta John McCosker, principal autor de um artigo descrevendo o tubarão. “Foi muito emocionante, porque não esperávamos que esse gênero tivesse uma espécie de tubarão vivo em Galápagos”.
Os pesquisadores decidiram que tinham que capturar o tubarão para estudo, coisa que não foi fácil, pois ele certamente correu. Os cientistas por fim conseguiram capturar mais seis exemplares, das mais variadas cores, como cor de chocolate, salpicados com manchas claras, etc.
“Ao contrário de muitas espécies de tubarões, as manchas parecem estar distribuídas de forma aleatória, com padrões únicos para cada animal, o que é bastante notável”, disse McCosker.
A espécie é encontrada somente perto das Ilhas Galápagos, famosa por suas espécies únicas, tanto em terra quanto no mar, graças ao seu extremo isolamento geográfico.
McCosker estima que os maiores exemplares observados tinham cerca de 60 a 70 centímetros de comprimento, comprimento médio para tubarões gatos. Porém, limitado pelo instrumento de coleta do submersível, o maior tubarão que a equipe capturou tinha apenas 45 centímetros.
McCosker disse que a descoberta é “agridoce”. “Há uma grande ironia em descobrir novas espécies de tubarões, com os tubarões desaparecendo em todo o mundo, muitos vítimas do lucrativo comércio de barbatanas de tubarão para a sopa de barbatana”, comenta.[MSN]

Microbiota intestinal e suas implicações

Mudança no perfil da microbiota intestinal favorece o desenvolvimento de diabetes e obesidade
Cada pessoa traz em si um universo. Literalmente. Calcula-se que o corpo humano seja formado por 75 trilhões de células e que abrigue um número 10 vezes maior de bactérias, um bom tanto delas (cerca de 100 trilhões) nos intestinos. Esses dados não são novos, mas só recentemente passaram a despertar o interesse da ciência e da medicina. Por muito tempo se acreditou que a convivência com os inquilinos microscópicos fosse benéfica para as bactérias e seus hospedeiros na maior parte das vezes. Ou ainda que, no máximo, não favorecesse nem prejudicasse qualquer dos lados. Essa ideia de coexistência pacífica, no entanto, começou a mudar nos últimos anos quando surgiram estudos mostrando que a intimidade contínua – e, é necessário que se diga, inevitável – pode em alguns casos trazer consequências indesejáveis. Pelo menos, para o hospedeiro.
Um estudo publicado em dezembro passado por pesquisadores brasileiros na revista PLoS Biology está chamando a atenção de muita gente – teve 11 mil acessos em menos de três meses – por evidenciar uma situação em que as bactérias dos intestinos podem causar prejuízos para o organismo humano. A equipe do médico Mário Abdalla Saad, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que um determinado grupo de bactérias intestinais pode, em certas situações, iniciar um desequilíbrio metabólico que quase sempre leva ao que se tornou em apenas duas ou três décadas um dos mais importantes problemas de saúde pública do mundo: o desenvolvimento de diabetes e obesidade, que atingem, respectivamente, 350 milhões e 500 milhões de pessoas.
A alteração que antecede o diabetes e o ganho excessivo de peso é o que os médicos chamam de resistência à insulina. Quando a resistência à insulina se instala, o corpo deixa de usar de maneira adequada o hormônio que permite às células dos músculos e de outros tecidos retirar o açúcar (glicose) do sangue e convertê-lo em energia ou estocá-lo para usar mais tarde. Em experimentos com camundongos, a equipe de Saad verificou que por trás da resistência à insulina podem estar as bactérias do filo Firmicutes, grupo que reúne dezenas de espécies e, ao lado de outros grupos de bactérias, constitui a microbiota intestinal.

Leia mais esta reportagem de Ricardo Zorzetto: Conexões viscerais

Vídeo do dia

 O PODER DA NATUREZA