Não temos forma de observar diretamente as moléculas e o que elas fazem -- Drew Berry quer mudar isso. Em TEDxSydney, ele apresenta suas animações científicamente acuradas (e divertidas!) que auxiliam pesquisadores a observar processos não visíveis dentro de nossas próprias células.x
Meio de cultura são preparações sólidas, líquidas ou semi-sólidas que contêm todos os nutrientes necessários para o crescimento de organismos. Os meios de cultura devem ter na sua composição, os nutrientes indispensáveis ao crescimento do organismo em questão, sob forma assimilável e em concentração não inibitória do crescimento. Este jornalzinho on line tem esta finalidade, servir de meio para enriquecer a nossa cultura e dar condições para o desenvolvimento como melhores profissionais.9.5.11.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Mulheres e Gorduras
Essa vai para todas as garotas que brigam com a balança.
Uma reportagem da Folha da Fernanda Reis com o título: “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Mulheres precisam de gordura no corpo. É só comer o tipo certo desse nutriente e dá até para perder alguns quilos, defende o livro "Why Women Need Fat" ("Por que Mulheres Precisam de Gordura", US$ 16,95 na Amazon) lançado recentemente no mercado americano.
Para formar seus cérebros --que são proporcionalmente maiores do que de outros animais--, bebês humanos necessitam de DHA, o mais complexo dos tipos de gordura ômega 3.
Mas as mães não conseguem todo o DHA necessário apenas pela alimentação diária durante a gestação: para fornecê-lo aos filhos, queimam a gordura armazenada em seus corpos (principalmente nos quadris), que é rica em DHA.
Ou seja, mulheres podem tentar queimar aquelas gordurinhas das pernas e dos glúteos, mas a natureza prefere que elas estejam lá. Além disso, mães mais pesadas tendem a ter bebês mais saudáveis, dizem os autores, o médico epidemiologista William D. Lassek e o antropólogo Steven Gaulin.
Leia a matéria na integra no link “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Uma reportagem da Folha da Fernanda Reis com o título: “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Mulheres precisam de gordura no corpo. É só comer o tipo certo desse nutriente e dá até para perder alguns quilos, defende o livro "Why Women Need Fat" ("Por que Mulheres Precisam de Gordura", US$ 16,95 na Amazon) lançado recentemente no mercado americano.
Para formar seus cérebros --que são proporcionalmente maiores do que de outros animais--, bebês humanos necessitam de DHA, o mais complexo dos tipos de gordura ômega 3.
Mas as mães não conseguem todo o DHA necessário apenas pela alimentação diária durante a gestação: para fornecê-lo aos filhos, queimam a gordura armazenada em seus corpos (principalmente nos quadris), que é rica em DHA.
Ou seja, mulheres podem tentar queimar aquelas gordurinhas das pernas e dos glúteos, mas a natureza prefere que elas estejam lá. Além disso, mães mais pesadas tendem a ter bebês mais saudáveis, dizem os autores, o médico epidemiologista William D. Lassek e o antropólogo Steven Gaulin.
Leia a matéria na integra no link “Mulheres precisam de gordura, diz livro de médico e antropólogo”.
Atividade Especial na Biologia
Bom dia a todos!!!
Ontem tivemos uma atividade especial – a primeira de várias que teremos este ano. Uma aula/palestra/conversa conjunta, reunindo todos os alunos da Biologia em uma só sala.
Deixo em especial esta ultima foto, infelizmente não sei o nome do aluno, que estava brilhantemente trajado para a ocasião de gala da biologia (pena que ficou no empate).
Vini
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Aranhas tecem teia gigante em cima de árvores na Amazônia
Uma colônia de aranhas do gênero Anelosimus teceu teias gigantes em copas de árvores, cercas de madeira e no pasto de uma fazenda em Iranduba (região metropolitana de Manaus).
Segundo a especialista em aracnídeos Lidianne Salvatierra, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), o fenômeno é raro em áreas distantes de florestas nativas.
Salvatierra disse acreditar que as aranhas tenham migrado para as árvores da fazenda por um fenômeno de dispersão.
A espécie de aracnídeo tem menos de um centímetro de comprimento.
"Essas aranhas são originárias de floresta tropical. Como são bem leves, um vento ou um animal pode ter ajudado na dispersão."
As teias gigantes atraíram a atenção da população de Iranduba, cidade de 40 mil habitantes às margens do rio Solimões.
A imagem das árvores encobertas por teias lembra um cenário de ficção científica. O dono da fazenda não quis se identificar para a equipe do Inpa.
De acordo com a especialista, as aranhas tecem as teias há três meses. Amostras da espécie foram coletadas para pesquisa e registro no instituto.
Segundo a pesquisadora, as aranhas Anelosimus se agrupam em teias individuais até a formação de ninhos coletivos --por isso são chamadas de "aranhas sociais".
As teias servem de abrigo e de armadilha para insetos. Grossos, os fios das teias são resistentes ao calor e à chuva amazônica.
O movimento de borboletas que tentam se livrar das teias consegue desfazer pequenas partes da estrutura. "Mas milhares de aranhas capturam as borboletas antes que isso aconteça", conta Salvatierra.
Leia Mais
Segundo a especialista em aracnídeos Lidianne Salvatierra, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), o fenômeno é raro em áreas distantes de florestas nativas.
Salvatierra disse acreditar que as aranhas tenham migrado para as árvores da fazenda por um fenômeno de dispersão.
A espécie de aracnídeo tem menos de um centímetro de comprimento.
"Essas aranhas são originárias de floresta tropical. Como são bem leves, um vento ou um animal pode ter ajudado na dispersão."
As teias gigantes atraíram a atenção da população de Iranduba, cidade de 40 mil habitantes às margens do rio Solimões.
A imagem das árvores encobertas por teias lembra um cenário de ficção científica. O dono da fazenda não quis se identificar para a equipe do Inpa.
De acordo com a especialista, as aranhas tecem as teias há três meses. Amostras da espécie foram coletadas para pesquisa e registro no instituto.
Segundo a pesquisadora, as aranhas Anelosimus se agrupam em teias individuais até a formação de ninhos coletivos --por isso são chamadas de "aranhas sociais".
As teias servem de abrigo e de armadilha para insetos. Grossos, os fios das teias são resistentes ao calor e à chuva amazônica.
O movimento de borboletas que tentam se livrar das teias consegue desfazer pequenas partes da estrutura. "Mas milhares de aranhas capturam as borboletas antes que isso aconteça", conta Salvatierra.
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Vencedoras da Feira de Ciências do Googleencedoras da Feira de Ciências do Googleencedoras da Feira de Ciências do Google
Palestra do TED traz as três vencedoras da Feira de Ciências do Google, que alegaram motivações – bastante – pessoais para começar seus projetos. As meninas – todas estadunidenses – falaram na edição do evento destinada apenas às mulheres. Contaram um pouco como conseguiram, ainda tão novas, ter ideias originais sobre temas relevantes para a sociedade.
Na palestra do TED, no entanto, é possível conhecê-las melhor, entender como elas se interessaram por estudar ciência e, sobretudo, perceber que a curiosidade nasce a partir da reflexão sobre eventos dos mais variados.
Na palestra do TED, no entanto, é possível conhecê-las melhor, entender como elas se interessaram por estudar ciência e, sobretudo, perceber que a curiosidade nasce a partir da reflexão sobre eventos dos mais variados.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Segunda parte da entrevista da nossa Coordenadora
No quadro entrevista, a bióloga Janaína Gonçalves Neto volta para comentar os impactos da redução das sacolinhas plásticas. Segunda parte da entrevista.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Não estamos sozinhos 2
Herton Escobar.
Quanto mais os astrônomos olham para o espaço, mais “superpovoado” ele parece. Em novo estudo divulgado ontem, pesquisadores estimam que haja, em média, pelo menos um planeta para cada uma das 100 bilhões de estrelas na nossa galáxia, a Via-Láctea. E a contagem só começou. “Concluímos que estrelas com planetas em sua órbita são regra e não exceção”, escrevem os autores do estudo na revista Nature. A média, segundo eles, é de 1,6 planeta por estrela.
Mais de 700 planetas extrassolares foram descobertos nos últimos anos e outros milhares de “candidatos” aguardam confirmação. A maioria é de gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, mas avanços tecnológicos começam a revelar, também, a presença de vários planetas menores e rochosos, mais parecidos com a Terra.
No início da noite de ontem, a Nasa anunciou a descoberta dos três menores planetas extrassolares conhecidos, localizados em órbita de uma estrela chamada KOI-961. Segundo nota divulgada pela agência espacial americana, eles têm 78%, 73% e 57% do raio da Terra. Ou seja, são todos menores do que o nosso planeta, e o menor deles tem mais ou menos o tamanho de Marte (veja comparação na imagem abaixo). A descoberta foi feita com o telescópio espacial Kepler e confirmada por meio de observações feitas com telescópios no solo.
Leia mais na matéria de Herton Escobar Estadão "HAJA PLANETAS!"
Outra dica é a Coluna dele "Imagine só!" dedicada a Ciência.
Quanto mais os astrônomos olham para o espaço, mais “superpovoado” ele parece. Em novo estudo divulgado ontem, pesquisadores estimam que haja, em média, pelo menos um planeta para cada uma das 100 bilhões de estrelas na nossa galáxia, a Via-Láctea. E a contagem só começou. “Concluímos que estrelas com planetas em sua órbita são regra e não exceção”, escrevem os autores do estudo na revista Nature. A média, segundo eles, é de 1,6 planeta por estrela.
Mais de 700 planetas extrassolares foram descobertos nos últimos anos e outros milhares de “candidatos” aguardam confirmação. A maioria é de gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, mas avanços tecnológicos começam a revelar, também, a presença de vários planetas menores e rochosos, mais parecidos com a Terra.
No início da noite de ontem, a Nasa anunciou a descoberta dos três menores planetas extrassolares conhecidos, localizados em órbita de uma estrela chamada KOI-961. Segundo nota divulgada pela agência espacial americana, eles têm 78%, 73% e 57% do raio da Terra. Ou seja, são todos menores do que o nosso planeta, e o menor deles tem mais ou menos o tamanho de Marte (veja comparação na imagem abaixo). A descoberta foi feita com o telescópio espacial Kepler e confirmada por meio de observações feitas com telescópios no solo.
Leia mais na matéria de Herton Escobar Estadão "HAJA PLANETAS!"
Outra dica é a Coluna dele "Imagine só!" dedicada a Ciência.
Não estamos sozinhos
A agência espacial norte-americana (Nasa) anunciou nesta segunda-feira (5) a descoberta do primeiro planeta com tamanho parecido com o da Terra e que gira ao redor de uma estrela parecida com o Sol. O planeta fica a 600 anos-luz de distância e foi detectado pela sonda Kepler, lançada em 2009 com o objetivo de descobrir novas "Terras" pelo espaço.
Outra característica do astro é que ele se encontra a uma distância da estrela que pode permitir o desenvolvimento de água líquida e atmosfera, condições ideais para o surgimento da vida como a conhecemos. Quando um planeta se encontra nessas condições, diz-se que ele está em uma "zona habitável" (em inglês também é comum o termo "goldilocks").
O planeta recebeu o nome de Kepler 22b. Sua descoberta será relatada na revista "The Astrophysical Journal", uma das principais publicações científicas sobre astronomia.
Saiba mais: Do G1, “Planeta similar à Terra é achado ao redor de estrela parecida com o Sol“
Armadilhas na natureza
Assim como alguns têm um cachorro com um bom latido para proteger a propriedade, uma certa aranha faz um investimento similar para proteger sua comida.
Uma nova pesquisa encontrou um químico especial nas teias de um aracnídeo. “Formigas são frequentes pegas nas teias de algumas aranhas fiandeiras, mas raramente estão nas das aranhas com teias circulares”, afirma o pesquisador da Universidade Nacional de Singapura, Daiqin Li.
Como as formigas são potenciais predadores, “é necessário existir outros mecanismos para proteção. Um mecanismo pode ser alguns químicos que repelem as formigas”.
Para entender o que afastava as formigas, os pesquisadores coletaram aranhas com teias circulares selvagens (Nephila antipodiana) e as analisaram. Eles encontraram uma substância, chamada de 2-pyrrolidione, presente nos fios que as formigas pareciam evitar no laboratório, incluindo a popular formiga Faraó (Monomorium pharaonis). Mesmo quando uma boa refeição estava na teia, elas não atravessavam os fios.
Leia mais em: "Formigas, cuidado com a teia de aranha antirroubo"
Uma nova pesquisa encontrou um químico especial nas teias de um aracnídeo. “Formigas são frequentes pegas nas teias de algumas aranhas fiandeiras, mas raramente estão nas das aranhas com teias circulares”, afirma o pesquisador da Universidade Nacional de Singapura, Daiqin Li.
Como as formigas são potenciais predadores, “é necessário existir outros mecanismos para proteção. Um mecanismo pode ser alguns químicos que repelem as formigas”.
Para entender o que afastava as formigas, os pesquisadores coletaram aranhas com teias circulares selvagens (Nephila antipodiana) e as analisaram. Eles encontraram uma substância, chamada de 2-pyrrolidione, presente nos fios que as formigas pareciam evitar no laboratório, incluindo a popular formiga Faraó (Monomorium pharaonis). Mesmo quando uma boa refeição estava na teia, elas não atravessavam os fios.
Leia mais em: "Formigas, cuidado com a teia de aranha antirroubo"
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Fim dos lixões?
Emprego de plasma térmico surge como alternativa para dar cabo de resíduos sólidos no Brasil. Em futuro próximo, a tecnologia deverá permitir que esses resíduos sirvam de matéria-prima para geração de energia.
Por: Luan Galani
Num cenário de escassez de grandes áreas livres em centros urbanos, o que fazer com volumes de lixo cada vez maiores? O problema tem causado dor de cabeça em administradores públicos do mundo inteiro, inclusive do Brasil.
Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, a produção de resíduos sólidos no país em 2010 foi de aproximadamente 61 milhões de toneladas. Quase 7% a mais que em 2009, quando o volume produzido foi de 57 milhões de toneladas.
A produção de resíduos sólidos no país em 2010 foi de aproximadamente 61 milhões de toneladas. Quase 7% a mais que em 2009
Como o crescimento da população foi proporcionalmente menor no período, conclui-se que os brasileiros produzem cada vez mais lixo. Em 2009, a produção per capita por ano foi de 360 kg; em 2010, foi de 379 kg. Um aumento de aproximadamente 5,3%.
Diante do problema, pesquisadores da empresa paulista Recaltech desenvolveram protótipo de um reator de plasma térmico para incineração de lixo capaz de reduzir a cinzas de 100 kg a 300 kg de resíduos sólidos por hora.
A importância da incineração por plasma térmico está em sua capacidade de reduzir o material introduzido na câmara incineradora a cerca de 3% do volume original.
“Além disso, ao contrário da incineração convencional, a queima por plasma permite que os resíduos sólidos fiquem inertes, isto é, se tornem incapazes de reagir com outras substâncias para formar novos compostos”, explica o engenheiro mecânico Antônio Carlos da Cruz, um dos responsáveis pelo estudo.
Leia mais:
Especial para a CH On-line
Por: Luan Galani
Num cenário de escassez de grandes áreas livres em centros urbanos, o que fazer com volumes de lixo cada vez maiores? O problema tem causado dor de cabeça em administradores públicos do mundo inteiro, inclusive do Brasil.
Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, a produção de resíduos sólidos no país em 2010 foi de aproximadamente 61 milhões de toneladas. Quase 7% a mais que em 2009, quando o volume produzido foi de 57 milhões de toneladas.
A produção de resíduos sólidos no país em 2010 foi de aproximadamente 61 milhões de toneladas. Quase 7% a mais que em 2009
Como o crescimento da população foi proporcionalmente menor no período, conclui-se que os brasileiros produzem cada vez mais lixo. Em 2009, a produção per capita por ano foi de 360 kg; em 2010, foi de 379 kg. Um aumento de aproximadamente 5,3%.
Diante do problema, pesquisadores da empresa paulista Recaltech desenvolveram protótipo de um reator de plasma térmico para incineração de lixo capaz de reduzir a cinzas de 100 kg a 300 kg de resíduos sólidos por hora.
A importância da incineração por plasma térmico está em sua capacidade de reduzir o material introduzido na câmara incineradora a cerca de 3% do volume original.
“Além disso, ao contrário da incineração convencional, a queima por plasma permite que os resíduos sólidos fiquem inertes, isto é, se tornem incapazes de reagir com outras substâncias para formar novos compostos”, explica o engenheiro mecânico Antônio Carlos da Cruz, um dos responsáveis pelo estudo.
Leia mais:
Especial para a CH On-line
Assassinas subterrâneas
Ricardo Bonalume Neto
Pesquisadores internacionais, incluindo pessoal da USP e da Unicamp, descobriram uma rara planta carnívora que devora as presas com suas folhas, debaixo do solo.
Basta ficar preso na superfície grudenta da folha que glândulas liberam enzimas que vão derretendo e digerindo a vítima e transferem seus nutrientes para a planta.
As vítimas da Philcoxia minensis são vermes nematoides, bichos microscópicos do solo. As folhas que cometem o crime têm entre 0,5 mm e 1,5 mm de largura.
Apenas 0,2% das plantas com flores são carnívoras, como lembram os autores do estudo publicado na "PNAS".
Trabalhos anteriores sugerem que elas crescem em ambientes iluminados, pelo menos aguados sazonalmente, e com poucos nutrientes.
"A terra no lugar parece vidro moído, não tem nada", diz Carlos Winter. "E como foi possível ter tanto nitrogênio na planta?", pergunta o cientista da USP.
A equipe suspeitou que a fonte do nutriente seriam os vermes digeridos subterraneamente. E confirmou isso ao alimentá-los com bactérias marcadas por um isótopo (variante) de nitrogênio, e soltar os vermes nas folhas.
A mineira Philcoxia minensis mostrou ser letal com os vermes. O gênero também tem espécies na Bahia e em Goiás, que também podem ser carnívoras.
Leia Mais:
Folha: Planta carnívora do cerrado come vermes embaixo da terra
Ciência Hoje: Bonitinha, mas assassina
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Projeto Genoma Cana
Pesquisadores das universidades de São Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) desvendaram em 2011 cerca de 10,8 gigapares de bases do DNA da cana, 33 vezes o produto dos dois anos do projeto Genoma Cana, encerrado em 2001, que mapeou os genes expressos da planta. O resultado faz parte de dois projetos temáticos, coordenados pela bióloga molecular Glaucia Souza e a geneticista Marie-Anne Van Sluys, professoras da USP, e com conclusão prevista para 2013, que buscam o mapeamento dos genes da cana-de-açúcar. Dada a complexidade do genoma, 300 regiões já estão organizadas em trechos maiores que 100 mil bases, que contêm de 5 a 14 genes contíguos de cana. Os pesquisadores querem ir além do Genoma Cana tanto na quantidade de dados como nas perguntas sobre como funciona o genoma da planta que se tornou sinônimo de energia renovável. Estudos de gramíneas como sorgo e arroz mostraram que para melhorar a produtividade das plantas é preciso saber como a atividade dos genes é controlada, função de trechos do DNA conhecidos como promotores.
Para saber um pouco mais deste trabalho que influencia a economia da nossa região, leia a matéria da Revista Pesquisa Fapesp com o Título: A escalada do etanol.
Ligações entre as células.
Depois do boom de estudos sobre o genoma e as proteínas, os pesquisadores das ciências biológicas voltam agora sua atenção para os processos de diferenciação celular envolvidos no desenvolvimento de cada indivíduo, desde o embrião até a fase adulta. Um exemplo é o trabalho do engenheiro eletrônico Luciano da Fontoura Costa, professor do Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (IFSC-USP). Ele desenvolveu e implementou métodos computacionais para analisar imagens de células do epitélio, tecido que recobre interna ou externamente os órgãos. O objetivo era verificar as ligações entre as células e traçar a rede de contatos de cada uma delas, transformando essas informações em grafos – uma espécie de diagrama, representado como um conjunto de pontos (nós ou vértices) ligados por retas.
Para saber um pouco mais deste magnifico trabalho, leia a matéria da Revista Pesquisa Fapesp com o Título: A arquitetura dos tecidos.
Vini
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Super anfípode
Cientistas descobriram um enorme animal escondido abaixo de sete quilômetros nas águas da costa da Nova Zelândia.
A criatura, chamada supergigante, é um tipo de anfípode, que normalmente tem em torno de 2 a 3 centímetros de comprimento.
Mas estes animais, descobertos na Fossa de Kermadec, são mais de 10 vezes maiores: o exemplar mais excepcional encontrado media 34 centímetros. “Foi como encontrar uma barata do tamanho de um pé”, comparou o pesquisador Alan Jamieson.
Leia Mais: [BBC][Hypescience]
A criatura, chamada supergigante, é um tipo de anfípode, que normalmente tem em torno de 2 a 3 centímetros de comprimento.
Mas estes animais, descobertos na Fossa de Kermadec, são mais de 10 vezes maiores: o exemplar mais excepcional encontrado media 34 centímetros. “Foi como encontrar uma barata do tamanho de um pé”, comparou o pesquisador Alan Jamieson.
Leia Mais: [BBC][Hypescience]
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Avanços na pesquisa da genética do autismo
Por Elton Alisson
Agência FAPESP – Pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH) deram importantes passos para desvendar o mecanismo genético do transtorno do espectro autista – como é classificado atualmente o autismo.
Eles identificaram mais um dos diversos genes relacionados ao distúrbio comportamental, além de uma desordem genética que pode dar pistas para explicar a dificuldade que os autistas têm em interagir socialmente. Ligado ao Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), o CEGH é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.
Os resultados da pesquisa foram apresentados na Escola São Paulo de Ciência Avançada:Avanços na Pesquisa e no Tratamento do Comportamento Autista, realizada no início de janeiro na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
Agência FAPESP – Pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano (CEGH) deram importantes passos para desvendar o mecanismo genético do transtorno do espectro autista – como é classificado atualmente o autismo.
Eles identificaram mais um dos diversos genes relacionados ao distúrbio comportamental, além de uma desordem genética que pode dar pistas para explicar a dificuldade que os autistas têm em interagir socialmente. Ligado ao Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), o CEGH é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.
Os resultados da pesquisa foram apresentados na Escola São Paulo de Ciência Avançada:Avanços na Pesquisa e no Tratamento do Comportamento Autista, realizada no início de janeiro na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Alimentação Estranha
Pesquisadores descobriram recentemente uma estranha criatura em forma de tulipa eternizada em fósseis de 500 milhões de anos.
O animal se alimentava atrás de um “filtro”, tinha um corpo em forma de tulipa e uma haste que o “ancorava” no fundo do mar.
Os fósseis que continham esses animais foram descobertos em uma camada rochosa nas Montanhas Rochosas canadenses.
Chamado de Siphusauctum gregarium, a criatura tinha o comprimento de 20 centímetros e uma estrutura bulbosa que continha seu sistema de alimentação e intestino.
Segundo os cientistas, esse animal tinha um sistema de alimentação como nenhum outro animal conhecido. “O mais interessante
é que este sistema de alimentação parece ser único entre os animais”, disse a pesquisadora Lorna O’Brien. “Os avanços recentes têm ligado muitos animais bizarros a membros de grupos primitivos de animais encontrados hoje, mas Siphusauctum desafia esta tendência. Não sabemos onde ele se encaixa em relação a outros organismos”, explica.
Siphusauctum vivia em aglomerados no fundo do mar, com algumas placas de fósseis contendo restos mortais de mais de 65 indivíduos.
Os pesquisadores descobriram mais de 1.100 espécimes individuais, dando a área o apelido de “canteiros de tulipas”.[LiveScience][Hypescience]
Mamífero "iridescente"
Uma dica legal do nosso correspondente Leonardo, é a matéria do blog Hypescience, com o título “Descoberto o primeiro mamífero iridescente do mundo”.
A iridescência – um fenômeno luminoso causado por diferentes formas de refração da luz, que forma um arco íris na superfície – acaba de ser detectada na pele de toupeiras douradas.
Além dos “olhos brilhantes” dos mamíferos noturnos, a descoberta marca a primeira evidência de iridescência em mamíferos. E outra surpresa: as toupeiras douradas são completamente cegas.
“Elas são muito sedosas, e tem quase uma aparência metálica e brilhante, com cores que vão do azul ao verde”, comenta o coautor do estudo, Matthew Shawkey.
Shawkey pensou em estudar as toupeiras douradas depois que uma aluna dele, Holly Snyder, escreveu sua tese sobre a iridescência. Snyder é a autora principal do novo estudo.
Para saber um pouco mais leia:
“Descoberto o primeiro mamífero iridescente do mundo”
A iridescência – um fenômeno luminoso causado por diferentes formas de refração da luz, que forma um arco íris na superfície – acaba de ser detectada na pele de toupeiras douradas.
Além dos “olhos brilhantes” dos mamíferos noturnos, a descoberta marca a primeira evidência de iridescência em mamíferos. E outra surpresa: as toupeiras douradas são completamente cegas.
“Elas são muito sedosas, e tem quase uma aparência metálica e brilhante, com cores que vão do azul ao verde”, comenta o coautor do estudo, Matthew Shawkey.
Shawkey pensou em estudar as toupeiras douradas depois que uma aluna dele, Holly Snyder, escreveu sua tese sobre a iridescência. Snyder é a autora principal do novo estudo.
Para saber um pouco mais leia:
“Descoberto o primeiro mamífero iridescente do mundo”
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Novidade nas Faculdades São Luís
Se você quer fazer nossos cursos de graduação não precisará mais ir até a Instituição para se inscrever no Fies.´
Em casa, você poderá acessar o site www.sisfiesportal.mec.gov.br , fazer a simulação do financiamento e se inscrever no programa e instituição vinculada.
Funciona realmente, nossa coordenadora testou e deu certo (e eu também...).
Além disso, por meio do site www.siteprouni.mec.gov.br os interessados poderão consultar o número de bolsas para os cursos e se inscrever.
Acessem e comprovem...
Venha estudar na São Luís.
Em casa, você poderá acessar o site www.sisfiesportal.mec.gov.br , fazer a simulação do financiamento e se inscrever no programa e instituição vinculada.
Funciona realmente, nossa coordenadora testou e deu certo (e eu também...).
Além disso, por meio do site www.siteprouni.mec.gov.br os interessados poderão consultar o número de bolsas para os cursos e se inscrever.
Acessem e comprovem...
Venha estudar na São Luís.
Formatura Alunos São Luís 2012
Essas são as primeiras fotos da nossa colação. Elas foram tiradas pela minha esposa, que não tem muita familiaridade com minha máquina, mas da para relembrarmos o momento.
Quem tiver mais fotos pode enviar para o e-mail do blog (ummeiodecultura.ummeiodecultura@gmail.com) para publicarmos.
Vini
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Menor vertebrado do mundo?
Lembra da rã que foi declarada como o menor vertebrado do mundo? Para alguns especialistas ela não é. A decisão de qual é o menor vertebrado que existe está gerando muita discussão. A minúscula rã encontrada recentemente não alcança o tamanho de uma moeda de um centavo, mas um cientista afirma que essas criaturas diminutas não têm tamanho recorde. Em vez disso, ele defende um que um peixe é o menor vertebrado.
A rã recém-descoberta Paedophryne amanuensis, de 7,7 milímetros de comprimentos, recebeu o título de menor vertebrado. No entanto, um peixe do gênero masculino, Photocorynus spiniceps, pode medir até 0,8mm a menos do que essas pequenas rãs e merecem o título, de acordo com Ted Pietsch, da Universidade de Washington.
Acontece que há mais de uma maneira de medir um vertebrado. As medições da rã se referem à média de tamanho dos indivíduos maduros, enquanto o tamanho do peixe pescador se refere ao menor indivíduo da espécie encontrado.
A menor das rãs recentemente identificadas mede 7mm da ponta do focinho ao rabo. Já o menor dos peixes machos foi descrito em 2005 medindo 6,2mm do focinho à nadadeira caudal – 11% menos do que a rã.
Leia mais
A rã recém-descoberta Paedophryne amanuensis, de 7,7 milímetros de comprimentos, recebeu o título de menor vertebrado. No entanto, um peixe do gênero masculino, Photocorynus spiniceps, pode medir até 0,8mm a menos do que essas pequenas rãs e merecem o título, de acordo com Ted Pietsch, da Universidade de Washington.
Acontece que há mais de uma maneira de medir um vertebrado. As medições da rã se referem à média de tamanho dos indivíduos maduros, enquanto o tamanho do peixe pescador se refere ao menor indivíduo da espécie encontrado.
A menor das rãs recentemente identificadas mede 7mm da ponta do focinho ao rabo. Já o menor dos peixes machos foi descrito em 2005 medindo 6,2mm do focinho à nadadeira caudal – 11% menos do que a rã.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Bueiros inteligentes podem diminuir enchentes e acúmulo de lixo
No estado cada subprefeitura tem em média 15 mil bueiros e bocas de lobos para administrar.
Um novo sistema para limpeza de bueiro foi criado por uma empresa que visa reduzir as enchetes e o acúmulo de lixo que acabam entupindo os bueiros e chegando aos rios e córregos. A tecnologia está sendo testada por algumas subprefeituras de São Paulo e cidades do interior.
O sistema é composto por um software e um filtro. O filtro é instalado no interior dos bueiros e tem capacidade de armazenar 300 litros. Ele age como uma peneira, retendo os resíduos e deixando a água passar. Quando o lixo alcança 80% da capacidade, um dispositivo avisa a central, que aciona as empresas responsáveis pela limpeza. Isso impede que os bueiros fiquem obstruídos e, na hora das chuvas, agravem as enchentes.
Segundo o diretor da empresa que criou o sistema, Carlos Chiaradia, já foram investidos cerca de R$ 2,5 milhões no projeto. Ele afirma que o investimento inicial é mais alto do que o de um bueiro comum “é uma solução definitiva e preventiva, não corretiva como acontece atualmente”, comentou Chiaradia ao portal Terra.
O novo sistema agiliza o trabalho, uma vez que as equipes recebem informações sobre quais locais estão em situação mais crítica. Atualmente é possível recolher o lixo de 40 bueiros por dia. A partir do novo sistema, esse número pode subir para até 250. A tecnologia facilita a operação, pois exige apenas a coleta do material já armazenado nos filtros.
De acordo com Chiaradia, o sistema poderá gerar mais oportunidades de trabalho. E o material recolhido nos bueiros poderão ter como destino a reciclagem. “O governo tem investido tanto em cooperativas de reciclagem, e um sistema de gestão dos resíduos coletados pode aproveitar essa oportunidade”, afirma.
* Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD)
Um novo sistema para limpeza de bueiro foi criado por uma empresa que visa reduzir as enchetes e o acúmulo de lixo que acabam entupindo os bueiros e chegando aos rios e córregos. A tecnologia está sendo testada por algumas subprefeituras de São Paulo e cidades do interior.
O sistema é composto por um software e um filtro. O filtro é instalado no interior dos bueiros e tem capacidade de armazenar 300 litros. Ele age como uma peneira, retendo os resíduos e deixando a água passar. Quando o lixo alcança 80% da capacidade, um dispositivo avisa a central, que aciona as empresas responsáveis pela limpeza. Isso impede que os bueiros fiquem obstruídos e, na hora das chuvas, agravem as enchentes.
Segundo o diretor da empresa que criou o sistema, Carlos Chiaradia, já foram investidos cerca de R$ 2,5 milhões no projeto. Ele afirma que o investimento inicial é mais alto do que o de um bueiro comum “é uma solução definitiva e preventiva, não corretiva como acontece atualmente”, comentou Chiaradia ao portal Terra.
O novo sistema agiliza o trabalho, uma vez que as equipes recebem informações sobre quais locais estão em situação mais crítica. Atualmente é possível recolher o lixo de 40 bueiros por dia. A partir do novo sistema, esse número pode subir para até 250. A tecnologia facilita a operação, pois exige apenas a coleta do material já armazenado nos filtros.
De acordo com Chiaradia, o sistema poderá gerar mais oportunidades de trabalho. E o material recolhido nos bueiros poderão ter como destino a reciclagem. “O governo tem investido tanto em cooperativas de reciclagem, e um sistema de gestão dos resíduos coletados pode aproveitar essa oportunidade”, afirma.
* Publicado originalmente no site EcoD.
(EcoD)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
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